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quinta-feira, 31 de julho de 2014

A Timbaúba do Campo

O nosso antigo Campo de Aviação, hoje transformado em campo de futebol, e que foi construído e inaugurado aí por 1944, na administração do saudoso Tenente-Coronel Joaquim Teixeira de Moura, tem na margem que fica para as bandas do cemitério público, onde agora existe uma rua denominada Adrião Bezerra, um majestoso pé de timbaúba que é um verdadeiro encanto. 

A timbaúba do Campo, que é uma leguminosa mimosácea, foi para ali transplantada por Rosinha de Zé Reinaldo, filha do velho e acreditado caçador apodiense, que foi criada sem mãe, pois vim a conhecê-la muito novinha, trabalhando em casa dos meus avós paternos. Lembro-me bem da Rosinha, pilando milho, arroz e café, em casa dos meus avó paternos, nos bons tempo em que o café era torrado em casa, misturado com rapadura ou açúcar preto, aprontando um pesado trabalho a ser feito no pilão. 

A Timbaúba do Campo nasceu ao pé de uma cerca que ali existia, e foi transplantada por Rosinha, para o local onde hoje se acha, sendo desnecessário acrescentar que os cuidados da abençoada mão daquela jovem, fizeram o milagre do crescimento da árvore, que agora se apresenta como uma das belezas da rua que ali existe, e onde ela, a prendada Rosinha, também reside. 

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento).

O trem das trouxas - José Leite

MARIA VELHA,
trapo de vida,
parecia uma grelha,
magra e comprida.
Estropiada,
louca varrida
espicaçada e desenxabida.

Vida arruinada,
pele encolhida,
vida acabada,
vida perdida.
Despirucada,
desmilinguida
entrou errada
no trem da vida.

Desesperada,
muito sofrida
casa trancada,
casa sem vida.
Carga arrumada,
trem de partida,
velha abandonada,
pobre e  banida.

Esfomeada
e desatendida,
vida acabada,
vida esquecida,
Pite..pite.. Meu bem,
vai de saída
o nosso trem
chegou a hora da despedida.

Nota: Lembranças da doida Maria Velha, que andava pelas ruas do Apodi carregando muitas trouxas no casaco e respondia ao apelido de trem, com palavrões “cabeludos”.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pre-Lançamento). 

Apodiense encontra moedas do século XVIII durante demolição da casa de Robson Lopes

Por volta das 13:00 horas de ontem, quatro homens que estavam fazenda a demolição da antiga casa de Robson Lopes, em Apodi, encontraram uma caixa, nela continha várias moedas desde a época de 1763, colônia, até a república, todas enroladas em um sutiã preto e dentro de uma caixa.

A casa foi comprada por Netinha, proprietária do 1° cartório de notas. Conversamos com Caio Valério, seu filho, que nos passou os detalhes. Segundo Caio a casa começou a ser demolida desde o início da semana para a construção do novo cartório. Caio não especificou quantas moedas seriam mais disse que pesam cerca de um quilo ao todo.

Entramos em contato com Amilca Lopes, advogado e filho de Robson Lopes, que falou não saber da real existência dessas moedas, mas sabia que seu pai gostava de colecionar e relatou que ele chegou a possuir 5 mil livros e 3 mil revistas.

Robson Lopes nasceu em 28 de agosto de 1927 e faleceu em 28 de dezembro de 1991, casou-se em 12 de abril de 1953, com Francisco Paiva Melo Lopes, natural de Apodi, e nascida em 28 de julho de 1937 e falecida em 5 de maio de 2004. Ele era filho de Antônio Lopes Filho, ex-vereador e bem conhecido na história da cidade de Apodi.


De acordo com um dos sites que negociam moedas antigas os preços de moedas da época da colônia podem chegar acima de 1 mil reais se for considerada rara. Caio revelou que pretende guardar as moedas em um depósito de vidro onde as conservará.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Baião de Galdino - José Leite

Baião de Galdino Bofe era um solteirão apodiense, sem profissão que usava blusas de Jofre com botões de moedas, muito estimado por toda a população e tinha a mania de apadrinhar crianças, numa época em que os padrinhos usavam uma bata branca por ocasião da cerimônia. 

Outra maia do Baião era a de ser coveiro de crianças, atividade em que consumia todo o seu tempo, enterrando criancinhas que haviam morrido na cidade ou no interior do município. 
Na década de 30, era coisa corriqueira encontra-se o Baião carregando para o cemitério os cadáveres de crianças colocados numa telha, na sua cabeça ou no seu ombro. 

No velho Apodi, ninguém mais humilde e mais bondoso foi tão admirado quanto o pobre Baião. 

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

Desencanto - José Leite

Não sei por qual milagre do destino,
com desencanto ainda conservo a vida.
Resvalando no caos de um desatino,
e reprimindo uma ideia apetecida.

Contrariando todo o sofrimento
e, toda a tristeza que me vai na alma,
eu recuso aceitar neste momento,
o que sempre acolhi com toda a calma.

Com os desejos, tantos, reprimidos,
por lugares jamais encontradiços,
guardei os pensamentos incontidos.

É impossível uma ressurreição:
não acredito em milagres ou feitiços,
capazes de anular a ingratidão.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

IFRN: Alunos do Técnico em Biocombustíveis concluem estágio em indústria no Pará

Alunos do curso Técnico em Biocombustíveis uniram teoria e prática durante estágio no Pará

Nove alunos do curso Técnico em Biocombustíveis do Campus Apodi do IFRN retornaram, nesta segunda-feira (28), de um estágio de seis meses no Pará. 

Os trabalhos foram realizados na empresa Biopalma da Amazônia S/A - controlada pelo grupo Vale. 

A indústria tem como missão produzir biodiesel e derivados de maneira sustentável a partir da extração da palma (dendê).

Durante o estágio, os alunos puderam aprender com a prática desde o cultivo da planta até o seu processamento na indústria. 

Os estudantes do Técnico em Biocombustíveis do IFRN estagiaram nos polos localizados nas cidades de Moju, Tomé Açu, Concórdia do Pará e Acará. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

O azar do índio Valdemar

O índio Valdemar apareceu no Apodi há uns cinquenta anos atrás, sem ninguém saber ao certo de onde ele veio e suspeitando-se que era paraibano. Ele era um homem tipicamente folclórico,um invertebrado bebedor de cachaça e vivia pelo Apodi e adjacências a ler a mão dos incautos, atividade que se constituía no seu exclusivo meio de vida.
O Valdemar, que tinha os dedos das mãos carregos de pesados anéis e o pescoço abarrotado de voltas e amuletos, teve uma vida muito atribulada e cheia de acidentes espetaculares, como segue:
1 – levou facadas;
2 – levou tiros;
3 – apanhou boas surras;
4 – caiu de um caminhão em velocidade e nada sofreu;
5 – escorregou na Barragem do Rio Mossoró, indo cair no funil de onde nunca escapou ninguém, saindo dali sem quaisquer arranhões;
6  - morreu liricamente, de uma escorregadela numa casa de manga, em uma rua de Mossoró, da qual resultou bater a nunca numa quina de calçada. A Paz esteja contigo, índio Valdemar.

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento) 

Gota d´agua - José Leite

Gota d’água, tangida pelo vento,
d’onde tu vens, ó perola cintilante?
Sua teu irmão, igual no sofrimento,
sou semelhante a ti, eterna viajante.

Vens do oceano? És filha de um tormento?
Ou vens de um riozinho, calmo e mando?
És, porventura, filha de um lamento?
Ou filha de algum ser que nunca tem descanso?

Vives assim, a viajar no espaço,
ora a roçar das nuvens o regaço,
ora montada no corcel das ondas?

Não, não preciso que te me responda;
és um pouco de lágrima vertida,
por mim, por mim mesmo, a lamentar a vida.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O homem de três corações - José Leite

Por volta de 1920, era telegrafista no Apodi, um cidadão que se chamava NEWTON ARMOND e que tinha vindo parar na terra, movido por uma violenta perseguição de caráter político. 
O home de que falo, segundo constava, era originário de uma família mineira de Três Corações, tinha educação esmerada, fino trato e ótima aparência. Ele, realmente, confirmava o fato de ser o homem de Três Corações. Era humanitário e o seu coração valia por três deles. 

Por essa época, o meu pai, Lino Ferreira Leite, acabava de adquirir uma casa na antiga rua Cleto Campelo e que ao tempo ainda não possuía denominação, encontrando-se assoberbado com sérias dificuldades de caráter econômico. 

A estação telegráfica se localizava ali na grande e velha casa que foi depois residência de Cotó de Lúcio, por muitos anos. 
À tardinha o NEWTON ARMOND sempre permanecia naquele calçadão alto da estação, dali observando tudo o que se passava ao redor e na entrada do beco que segue em busca da estrada do Córrego das Missões. 

Todos os diais, invariavelmente, eu muito mal vestido, passava ali, pelas cindo horas da tarde, conduzindo três ou quatro jumentos para o peieiro que adotávamos nas Vertentes de Antonio Lima e ele, o NEWTON, cansado de observar a minha pobreza e o meu trabalho de menino sofrido, abriu o seu coração numa certeza tarde e, chamou-me para conversar, tratando-me por “meu filho”. 
Ansioso e apalermado, atendi ao chamamento e subi o calçadão, para ouvi-lo. O NEWTON, pondo uma cadeira de palhinha(uma Gerdau?), mandou que eu me sentasse e, de pronto, perguntou-me: “Meu menino”, você só possui esta roupinha? Eu lhe respondi que possuía três mudas de roupa, incluindo a da escola. Ele então, meteu a mão no bolso, tirou uma nota de vinte mil réis(20$000) e solenemente acrescentou: “Meu filho, tome este dinheiro e diga à sua mãezinha para comprar uma roupa nova para você”. 
Agradecendo tão valiosa dádiva, eu sai dali aos pulos, para chegar logo em casa e dar a boa notícia à minha mãezinha. 

Não é preciso dizer que o dinheiro foi suficiente para vestir quase toda a família, uma vez que, naquele tempo, o preço de uma vara (2,20 metros) de algodãozinho ou de mandapuião, variava entre quatro a seis tostões, chita e brim ordinário eram vendidos a metro, variando o preço entre seis tostões a mil réis por unidade. 

Agora, em 1983, mais de meio século depois, eu venho dizer: “Obrigado, meu Deus; obrigado, NEWTON ARMOND, home de Três Corações. 

Brasília/DF, 4 de março de 1983

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento).

Amor antigo - José Leite

Trinta anos de união e amizade,
trinta anos de paixão alucinada,
trinta anos de sã felicidade
e, trinta anos de vida germinada.

Por trinta anos de boa convivência,
por trinta anos de vida feliz,
eu te peço perdão de alguma ausência,
na qual nenhum mal, por gosto eu fiz.

E, o nosso amor envelheceu criança.
com tantos anos passando em rapidez,
sem nem de leve arranhar nossa aliança,

cimentada dia-a-dia e mês a mês,
e ano a ano, nos dando a confiança
de ter vindo pra ficar de uma só vez.

Brasília/DF, setembro de 1984

Nota: Para o amigo, João José de Oliveira, pelos trinta anos do seu casamento.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

Nêgo de Tomaz - ex-vereador


FRANCISCO CARVALHO NORONHA, conhecido por “Nêgo de Tomaz”, nasceu em Apodi-RN, no dia 08 de dezembro de 1934, filho de Maria da Conceição Noronha e do coveiro Tomaz Gomes de Carvalho(Tomaz Tito).

Casou-se em fevereiro de 1955, com Maria da Costa Noronha(Dona Marieta), com que teve 11 filhos: José Alberto de Noronha, Luis Aliésio de Noronha, Luis Aldenir de Noronha, Antonio Aécio de Noronha, Alcivar de Noronha, João Adalberto de Noronha, Alvacir de Noronha, José Hamilton de Noronha, José Alvani de Noronha, Maria Evânia de Noronha e Alvaneide de Noronha. Criaram ainda um filho de nome: Alinaldo Quênio Gomes. 

Sua primeira professora particular foi Lourdes de Pequenino. Concluiu o ensino primário(1ª a 5ª série) com Dasdores na Escola Estadual Professor Gerson Lopes. Logo após, começou a trabalhar como sapateiro com o senhor Raimundo Melo. Em seguida como ferreiro com o finado Moises,  e por último como dentista plástico. 

Entrou na política na década de 60, com o apoio do Prefeito Izauro Camilo de Oliveira. Com essa ajuda elegeu-se vereador de Apodi por 4 mandatos, foi também Presidente da Câmara Municipal de Apodi por três mandatos. Seu Nêgo também apoiava o Prefeito Valdemiro Pedro Viana, com a famosa “Dobradinha” Izauro/Valemiro; Valdemiro/Izauro. Chegou a candidata-se a vereador uma quinta vez, porém não obteve êxito e daí para frente não conseguiu mais eleger-se vereador de Apodi. 

Fez vários projetos em prol do município de Apodi, alguns foram aprovados já outros não. Morou 17 anos na Avenida Marechal Floriano, depois morou dois anos na Rua Nossa Senhora da Conceição, e atualmente mora na Rua São João Batista. 

Candidatos a Deputado Estadual de Apodi nas eleições de 2010

Apodienses que concorreram  como candidatos a Deputado Estadual no pleito eleitoral de 2010. Infelizmente nenhum destes foi eleito.

Naturalidade: Apodi - RN
Estado Civil: Casado 
Ocupação: Agricultor
Escolaridade: Ensino Médio Completo
Nome para Urna: Gilberto Olinto
Número: 31456
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido Humanista da Solidariedade - PHS
Coligação: PRB / PP / PSDC / PHS

Nessa eleição Gilberto Olinto obteve apenas 520 votos. 

Nome: Celiton Giordano de Lima Paiva
Estado Civil: Solteiro 
Naturalidade: Apodi - RN
Ocupação: Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados
Escolaridade: Superior Incompleto
Nome para Urna: Céliton Giordano
Número: 11333
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido Progressista - PP
Coligação: PRB / PP / PSDC / PHS

Céliton Giordano obteve 1.630 votos. 

Naturalidade: Apodi - RN
Estado Civil: Solteiro
Ocupação: Professor de História
Escolaridade: Ensino Superior Completo 
Nome para urna: Flaviano Monteiro
Número: 65444
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido Comunista do Brasil - PC do B
Coligação: Coragem Pra Mudar (PDT / PRB/  / PC do B)

Obteve uma expressiva votação com 15.695 votos em todo o estado.

domingo, 27 de julho de 2014

Candidatos a Deputado Estadual de Apodi em 2014

"Filhos de Apodi" que concorrerão as eleições estaduais de 2014:


Naturalidade: Rn-Apodi
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Professor de Ensino Médio
Escolaridade: Superior completo
Número: 15444
Nome para urna: Luis Carlos
Cargo a que concorre: Deputado Estadual
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Coligação: UNIÃO PELA MUDANÇA II (PMDB / PSB / PR / DEM / PDT / SD / PROS)


Naturalidade: Apodi
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Professor de Ensino Superior
Escolaridade: Superior completo
Número: 65131
Nome para urna: Neto Vale
Cargo a que concorre: Deputado Estadual
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido Comunista do Brasil
Coligação: LIDERADOS PELO POVO IV (PT / PT do B / PC do B)


Nome: João Leonilson Viana Pinheiro
Naturalidade: RN-Apodi
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Músico
Escolaridade: Ensino Médio completo
Número: 65444
Nome para urna: Nilson Vianna
Cargo a que concorre: Deputado Estadual
Estado: Rio Grande do Norte
Partido: Partido Comunista do Brasil
Coligação: LIDERADOS PELO POVO IV (PT / PT do B / PC do B)

Neto Vale - professor


RAIMUNDO NONATO DO VALE NETO, conhecido por todos como “Neto Vale”, natural de Apodi-RN, nasceu em 04 de julho de 1962, é filho de Dedé de Abília e de Toinha de Raimundo da Luz (In memoriam). De uma família de seis irmãos: Luiz Barros, Conceição Barros, Aluísio Barros, Katia Barros Pinto, Antônio Oliveira e Augusto Oliveira. 

É casado com Luzia Bessa, enfermeira do HRTM(Hospital Regional Hélio Morais Marinho, desse consórcio nasceram dois filhos: Iuri Bessa e Rudolf Bessa (In memoriam). 

Estudou até o oitavo ano nas escolas públicas de Apodi: Escola Ferreira Pinto, Raimundo Casado de Oliveira e Antônio Dantas, dessa época muitos são os amigos e amigas.

Desde muito cedo suas atividades eram ajudar aos meus pais, nas tarefas de cuidar da casa com seus irmãos menores e sua  irmã, até chegar à idade de trabalhar com seu pai na época do inverno, tarefas que sempre combinou com os seus estudos.

De sua juventude, lembrasse das muitas amizades feitas nos diversos campos de futebol das peladas e dos campeonatos de futebol, nas equipes do Tiradentes de Neto Risadinha, filho de Doutor Rodolfo (dentista, na época), do Internacional de Antônio Leão e do São Paulo de Tatau Lopes (Bar Porta Larga);
Muito jovem trabalhou com Paulo de Felipe, vendendo tecidos nas feiras da região e na padaria de Zé Bolacha, sempre combinou diversão (futebol), trabalho e estudos. Saiu para estudar  em Mossoró, em 1981, para continuar seus estudos, raças a ajuda de seus pais, irmãos, tios e tias. Todos foram fundamentais na sua vida escolar, destacando seu irmão Aluísio Barros pelo convite para estudar em Mossoró e as ajudas de sua Tia/Madrinha Maria de Abília.

Em Mossoró, cursou o antigo segundo grau na escola Abel Coelho(81 a 83) e a Faculdade, na UERN (85 a 89), onde fez Economia e especialização em desenvolvimento e meio ambiente (92/93), pelo CEMAD, atualmente faz mestrado, em Políticas Públicas, na UFRN. 

Em Mossoró, foi balconista na Livraria Independência, em 1987; em 1989 foi aprovado em concurso para a área da saúde e atualmente professor concursado na UERN, desde 2006. Desde que chegou a Mossoró, começou a participar do movimento estudantil secundarista e universitário. No universitário, participou da Corrente Política Viração que antecedeu a atual União da Juventude Socialista – UJS. 

Na UERN foi Presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas de Mossoró e Presidente do Diretório Central dos Estudantes – DCE da UERN, participou de inúmeros congressos tanto na nossa região e estado quanto pelo Brasil, com atuação marcante no processo de estadualização da nossa universidade e de sua primeira Estatuinte. 

No movimento sindical, sempre participou ativamente de suas atividades, foi Coordenador Regional do SINDSAÚDE, defendendo um SUS de qualidade e com participação social, ativista dos movimentos sociais, e, por último foi Vice – Presidente da ADUERN, quando voltou a participar da segunda Estatuinte, responsável pela atualização dos Estatutos da UERN. 

Na política partidária, é filiado ao PC do B(Partido Comunista do Brasil) desde 1985, foi seu presidente, em Mossoró e dirigente estadual. Foi candidato a vereador, em 1996, candidato a Vice- Prefeito, em 2000 e novamente a Vice-Prefeito, nas eleições suplementares de Mossoró, de 2014. É participante ativo das disputas eleitorais desde a década de oitenta, em Mossoró, participou de todas as coordenações da campanha de Lula e Dilma, em Mossoró. 

Participou ativamente da luta pelo Campus da UERN para a nossa cidade, onde ao lado de valorosos companheiros de Apodi foram vitoriosos. Neste ano de 2014 é candidato a Deputado Estadual, pela coligação PC do B, PT e PT do B, com o nº 65 131.

Suas principais bandeiras de lutas: Lutar pela UERN; lutar por um SUS de Qualidade, com o fortalecimento dos hospitais regionais e a atenção básica; Lutar por melhoria em todo o sistema educacional, com valorização dos professores e demais profissionais da educação; Lutar pelo fortalecimento da agricultura familiar; lutar pela ampliação das políticas públicas direcionadas às mulheres e a juventude.
Apodi pode esperar um mandato para defender os interesses de nossa região, independente de quem seja o seu prefeito, lutará para que a nossa cidade possa se desenvolver cada vez mais, através da busca de recursos para alavancar o seu desenvolvimento, a partir de suas potencialidades. 

Fonte: Neto Vale. 

Canto à minha terra - Mônica Freitas

Aí querida Apodi, das terras dos
tapuias-paiacus
Apodi de um tempo árido, mas de
riquezas profundas
De muitas águas no sertão,
formando oásis azuis.
Minha Terra tão amada, tão
sofrida, mal cuidada,
de séculos de caminhada, inércia
num sono inunda.


Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São João Batista

A Igreja Matriz do Apodi foi criada em 13 de fevereiro de 1766, Bispado de Olinda e Recife por D. Francisco Xavier Aranha. Seu primeiro vigário foi o Padre João da Cunha Paiva

A cidade de Apodi tem a particularidade de possuir dois padroeiros: São João Batista, e Nossa Senhora da Conceição, cujas festas são comemoradas, respectivamente, nos dias 24 de junho e 08 de dezembro.