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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Breve história do Bairro Malvinas - Apodi/RN

Por Mônica Freitas

O bairro Malvinas, situado do lado Sul da cidade de Apodi, ficando às margens da lagoa, não tem existência tão antiga. Trata-se de um bairro ainda muito novo, assim como todos os outros bairros que instituem a zona urbana consolidada da cidade.

O referido bairro é localizado hoje em um espaço com vista privilegiada, após a construção do terminal turístico da Lagoa do Apodi. A imagem abaixo mostra a vista aérea do local, uma paisagem de encantar os olhos quando a lagoa tem água em seu leito.

Foto aérea do Bairro Malvinas – Apodi/RN

A imagem acima mostra exatamente onde se situa e como se caracteriza o bairro Malvinas na atualidade. Mas, este espaço territorial de Apodi nem sempre se caracterizou desta forma. Quando comparamos a foto acima com a imagem a seguir, é possível perceber a grande diferença do espaço antes da construção do chamado Calçadão da Lagoa do Apodi. Observemos a imagem abaixo:

Foto do final da rua Tiradentes, local denominado pelos moradores mais velhos de Apodi, como “Matutas”, hoje, abriga o final do Calçadão da Lagoa, do lado Oeste.

Comparando as duas fotos, podemos perceber quão grande a diferença entre as duas imagens, mesmo não se sabendo exatamente qual o ano da segunda foto. Vemos seguramente que o espaço onde se situa “As Malvinas”, como é conhecido este local de Apodi, era desabitado, quase sem nenhuma residência, embora tenha sido este local ambicionado ferrenhamente pelos colonizadores por causa das terras férteis das margens da Lagoa. Nas adjacências da lagoa viviam os índios Tapuias Paiacus, primeiros habitantes do nosso município. Ao serem retirados da aldeia, as terras das margens da lagoa foram ocupadas por curraleiros, isto é, por criadores de gado, que ali construíram currais e passaram a plantar nas chamadas “vazantes” quando a lagoa vai estiando a água. Na época da foto acima, os índios já não habitavam mais o lugar, pois foram desaldeados pelos portugueses entre os séculos XVIII e XIX.

Para saber a história de como se formou o bairro Malvinas, fizemos uma entrevista com um dos moradores mais antigos do bairro, o senhor José Francisco da Costa, conhecido por Quinca de Zé de Doninha, que era o seu pai José Cipriano da Costa. Quincas é pescador e também agricultor e reside na Travessa Nonato Mota, desde 1977. Segundo ele, esta foi a primeira rua das Malvinas e o nome é em homenagem ao historiador Nonato Mota. Observe-se a imagem abaixo da referida rua:

Travessa Nonato Mota, bairro Malvinas.
Fonte: Página do Portal Tudo de Apodi no Facebook. 

Relata que a primeira casa, era de taipa, pertencia a um senhor chamado Lucas Marinho. Segundo seu Quinca, sua família veio morar às margens da lagoa no ano de 1960. Na época somente existiam três casas de taipa neste local e ficavam lá embaixo, no final de onde hoje é a Rua Antônio Moreira. Eram justamente a casa de Lucas Marinho, a de outro senhor que ele nominou de Lamundinho e a da sua família. Ainda na mesma década de 1960, seu pai construiu a primeira casa de alvenaria do lugar. Segundo o entrevistado, ali só existiam muitos barreiros, as casas eram construídas em cima dos altos, porque tinha muito buraco.

Sobre o nome “Malvinas”, que foi atribuído ao local e como hoje é conhecido, o senhor Quincas informa que não sabe quem batizou o bairro com esse nome. Mas, enfatiza que foi mais ou menos no início da década de 1980, quando estava havendo uma guerra no mundo, denominada de “Guerra das Malvinas”, e ali naquele espaço de Apodi, havia muitas brigas, pois a rua já tinha muitas casas, a população do bairro havia se ampliado e ocorriam muitas discussões entre vizinhos. Desta forma, os próprios moradores do local começaram a denominar de Malvinas, e assim ficou sendo chamado até hoje.

sábado, 14 de outubro de 2017

Maria de Birico


Maria Alves da Silva Targino, conhecida popularmente por "Maria de Birico" nasceu o Sítio Córrego, município de Apodi/RN, no dia 08 de janeiro de 1949. É filha de Antonio Alves da Silva(Antonio de Joana) e Elvira Ferreira Lima. 

Estudou somente até a segunda série, na antiga Escola Isolada do Córrego. Aos 08 anos de idade mudou-se para o Sítio Soledade, também localizado neste município, onde reside até hoje. 

Casou-se com o agricultor Antonio Targino da Costa("Birico"), com quem teve uma prole de 16 filhos, sendo que 4 deles faleceram na infância: Clecinho Targino(in memoriam), Jorge Targino(in memoriam), Francisco Targino(in memoriam), José Targino(in memoriam), Cici Targino, Dalva Targino, Maria de Fatima, Antonia Rita, Luzia Targino, Maria Antonia, Veronica Targino, Lucia Targino, Expedito Targino, João Batista Targino, Emanoel Targino e Renato Targino. 

Seu marido, Birico(falecido no ano de 1998) deixou vasta contribuição para a região da Chapada do Apodi, sendo dos fundadores da FALS - Fundação dos Amigos do Lajedo de Soledade, entidade que cuida do patrimônio histórico do Lajedo e do Museu Rural sediado no Distrito de Soledade. 

Mulher religiosa, Dona Maria foi uma mulher batalhadora que trabalhou na roça, ajudando seu marido para garantir o sustento da família, educando os filhos com muito amor e carinho, ensinando o respeito e as boas maneiras. 

sábado, 23 de setembro de 2017

Edivar Mendes


EDIVAR MENDES DE FREITAS FILHO, natural de Apodi/RN, nasceu no dia 24 de maio de 1967, filho de Edivar Mendes de Freitas(Didi Matias) e de  Dona Antônia Leite de Freitas. 

Em 1975, quando tinha apenas  07 anos de idade, iniciou os estudos na Escola Estadual Ferreira Pinto, onde cursou o  Ensino Fundamental I. Em 1980, começou a estudar na Escola Estadual Prof. Gerson Lopes, onde concluiu o ensino Fundamental II. Fez o ensino médio na Escola Estadual Professor  Antônio Dantas.

Prestou vestibular para  o bacharelado em Ciências sociais,  foi aprovado e cursou até o 5° período na UERN.Através do ENEM ganhou bolsa de estudo integral pelo PROUNI e cursou Ciências Contábeis na Universidade Potiguar(UNP), sendo formado Bacharel em Contabilidade. 
Prestou o  exame de suficiência para o Conselho Federal de Contabilidade, conquistando o registro de contador.

Edivar Mendes foi Coordenador do Programa Social Centro do Idoso de Apodi, na gestão da prefeita Gorete Silveira.

Foi articulador para criação do CMI -  Conselho Municipal do Direito do Idoso,  sendo o primeiro presidente do referido conselho. 

Foi membro  e tesoureiro do PMN - Partido da Mobilização Nacional e atualmente é membro tesoureiro  do PODEMOS(ex-Partido Trabalhista Nacional).

Funcionário público concursado, atualmente é membro do Conselho de assistência social e membro da comissão de licitação do município.  

Edivar orgulha-se de suas origens familiares declarando-se pertencente as famílias; Freitas,  Mendes, Rebouças, Rosário, Leite, Noronha, Andrade e Viana.

domingo, 17 de setembro de 2017

João Neto - poeta


JOÃO BATISTA DO CARMO, conhecido por todos como “João Neto” nasceu no dia 03 de dezembro de 1965, no Sítio Santa Cruz, zona rural do município de Apodi/RN. Era filho de Manoel do Carmo Neto e Alvani Maria da Conceição.

Com 25 anos, mudou-se para o Distrito de Melancias, nesta localidade foi presidente da Associação dos Moradores. Durante o período em que esteve a frente da associação, João Neto conseguiu melhorias para os habitantes como paradas de ônibus, a casa do mel, entre outros avanços, sempre esteve disposto a lutar por mais benefícios para sua comunidade. 

Casado com Luzia Nilza Leite de Oliveira deixou quatro filhos: Nadia e Nubia(do primeiro casamento), Juliana e Juninho Carmo.

Desde jovem sempre gostou de poesia, mas somente começou a atuar como violeiro, compositor e poeta popular no ano de 2005. Quando faleceu, faltavam apenas 12 dias para gravar o seu DVD e não conseguiu realizar o seu sonho. Faleceu  aos 41 anos, no dia 30 de julho de 2007, no Distrito de Melancias, em Apodi. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Manoel Libânio - ex-vereador


MANOEL LIBÂNIO DA SILVA nasceu no dia 06 de setembro de 1895, no Sítio Várzea da Carreira, município de Parelhas/RN, era filho de Ricardo Tavares da Silva e de Joana Maria da Conceição.

Em 1942, mudou-se para o Sítio Marrecas, no município de Caraúbas/RN. Em seguida veio morar no Sítio Retiro, no município de Apodi/RN onde comprou uma propriedade e constituiu sua família. Também passou uma temporada no Sítio Córrego, em Apodi/RN. Manoel Libânio trabalhava na agricultura, ajudando no sustento de sua família.

Casou-se em primeiras núpcias com Rita Maria da Conceição, de cujo matrimônio deu origem a uma numerosa prole, dentre eles: Gregório Libânio, Narciso Libânio, Severino Libânio, Manoel Libânio(filho), Ricardo Libânio, João Manoel da Silva(Joca Libânio), Elpidio Manoel da Silva(Novo Libânio). Casou em segundas núpcias com Paulina Libânio da Silva, com quem teve o filho Paulo(Libânio).

Durante várias legislaturas, exerceu o mandato de vereador do município de Apodi, em uma época em que ainda não existia salário para os parlamentares municipais. Foi também Presidente da Câmara Municipal de Apodi e chegou a assumir interinamente a Prefeitura Municipal.

Manoel Libânio faleceu em Apodi, no dia 30 de novembro de 1993. Era o avô da professora Zita Maria(filha de Joca Libânio e de Maria de Joca), residente no Sítio Retiro, na região da Areia de Apodi, e bisavô da vereadora Soneth Ferreira(eleita nas eleições de 2012 e reeleita em 2016).

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Escola Antonio Dantas realizou hoje aula inaugural dos curso do MEDIOTEC polo Apodi

Solenidade realizada na tarde de hoje 23, no Auditório da Escola Estadual Professor Antonio Dantas marcou a aula inaugural para os alunos dos cursos técnicos do Polo MEDIOTEC Apodi. 

Estiverem presentes o diretor da Escola Juvanci Gomes, Caubí Torres, coordenador do polo e-Tec Apodi, Keyla Ferreira, professora do curso técnico de agroindústria, Claudia Câmara, apoio administrativo do MEDIOTEC, Gilvan Alves, vereador, Mara Duarte, diretora da 13ª Diretoria Regional de Educação - DIRED, coordenadores pedagógicos da escola e alunos. 

O evento serviu para que cada um dos alunos conhecerem o funcionamento das aulas do MEDIOTEC. Para Juvanci Gomes, diretor da escola, o MEDIOTEC proporcionará mais capacitação para que os alunos se preparem para o mercado profissional. Caubí Torres, coordenador do e-Tec, enfatizou a necessidade do comprometimento de cada um para iniciar e concluir o curso com participação efetiva e satisfatória.  Mara Duarte manifestou sua alegria em contar no município de Apodi com esses 3 cursos que irão beneficiar os jovens do ensino médio. 

MÉDIOTEC
O MedioTec é uma ação da Rede e-Tec Brasil, o qual oferta vagas em Cursos Técnicos concomitantes ao Ensino Médio para alunos regularmente matriculados na Rede Pública Estadual, com idade entre 15 e 19 anos, cujo objetivo é garantir que o estudante do Ensino Médio, após concluir essa etapa da Educação Básica, esteja apto a ser inserido no mundo do trabalho garantindo uma remuneração. 

O polo ofertará os seguintes cursos: Técnico em Agroindústria, Técnico em Manutenção e Suporte de Informática, além de Técnico em Rede de Computadores, cada um com 50 alunos matriculados. O Programa funciona através da coordenação da Escola Agrícola de Jundiaí EAJ/UFRN em parceria com a Secretária Estadual de Educação e Cultura. 
veja fotos: 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Escola Antonio Dantas realiza aula inaugural do MEDIOTEC Apodi amanhã (23)


Amanhã (23), às 14 horas haverá a aula inaugural dos cursos do MEDIOTEC do polo Apodi. O polo funcionará na Escola Antonio Dantas e contará os cursos Técnicos em Agroindústria, Técnico em Manutenção e Suporte de Informática e Técnico em Rede de Computadores com 50 alunos cada um. O Programa funciona através da coordenação da Escola Agrícola de Jundiaí /UFRN. 

Para a aluna Islana Brígida, estudante do 3º ano do ensino médio, que foi classificada para o curso de Rede de Computadores diz se sentir muito privilegiada com o curso. "Amei a oportunidade, porque eu sempre quero ganhar mais conhecimentos para que eu possa me profissionalizar".  

MÉDIOTEC
O MedioTec é uma ação da Rede e-Tec Brasil, o qual oferta vagas em cursos técnicos concomitantes ao Ensino Médio para alunos regularmente matriculados na Rede Pública Estadual, com idade entre 15 e 19 anos, cujo objetivo é garantir que o estudante do Ensino Médio, após concluir essa etapa de ensino, esteja apto a se inserir no mundo do trabalho e renda.

Fonte: Polo e-Tec Apodi 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Alexandre Magno de Oliveira Pinto - Ex-Deputado

ALEXANDRE MAGNO DE OLIVEIRA PINTO nasceu no Sítio Ponta, município de Apodi/RN no ano de 1817, era filho do Capitão Vicente Ferreira Pinto e D. Joaquina Mariana de Jesus.

Capitão da briosa Guarda Nacional, componente da 6º região aquartelada na fazenda “Sabe Muito”, cuja legião compunha-se de um Batalhão e um Esquadrão, comandados pelo Cel. Luiz Manoel Fernandes. Era na fazenda Sabe-Muito que todos os componentes da Guarda Nacional da região Oeste prestavam juramento. 

Grande proprietário rural, destacando-se pelo seu imenso rebanho de gado vacum, que atingia a quantidade de mil cabeças, além de não menor criatório de miunças. A sua fazenda “Sabe-Muito” encravada no município de Caraúbas/RN, fincou marco na história, dado a grande fartura que predominava em seus domínios, observando-se que após a libertação dos escravos pela Lei Áurea, muitos dos cativos continuaram a moradia na fazenda, dado o bom trato que lhes era dispensado pelo Sr. João Magno de Oliveira Pinto, filho segundo de Alexandre. 

Foi eleito Deputado Provincial(Deputado Estadual) do Rio Grande do Norte  para a 14º Legislatura (1862-1863), sequenciando a trajetória política iniciada por seu genitor Capitão Vicente Ferreira Pinto(o 1º), que em 1822 comandava os destinos do Partido Conservador em Apodi, conforme consta no livro “A ZONA DO POR DO SOL”, de autoria do renomado historiador Raimundo Nonato da Silva.   

Casou-se em Caraúbas/RN, com sua prima legítima, Dona Francisca Romana de Oliveira, filha do seu tio materno Tenente-Coronel Antonio Francisco de Oliveira, e Mafalda Gomes. Alexandre e Francisca são pais de: 
1 – Mafalda Romana de Oliveira;
2 – João Magno D’Oliveira Pinto;
3 – Vicência Romana de Oliveira; 
4 – Antonia Rufina da Exaltação; 
5 - Joana Francisca Romana(ramo do Monsenhor Walfredo Gurgel);
6 -  Catharina Alexandrina de Oliveira; 
7 – Maria Inocência de Oliveira; 
8 – Isabel Alexandrina de Oliveira. 

Alexandre Magno faleceu em 18 de agosto de 1870.  Era Bisavô paterno do ex-governador do RN Monsenhor Walfredo Gurgel.

FONTE: Marcos Pinto, historiador e advogado apodiense. 

Inscrições para exame Nacional de certificação de competências se encerram hoje (18)


Atenção jovens e adultos que ainda não possuem diploma de ensino fundamental ou médio. A edição do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA), de 2017, encerra hoje o período de inscrições! Se você ainda não se inscreveu, melhor se apressar!

O edital, com as informações completas pode ser acessado na página do ENCCEJA. Além disso, foram divulgadas novas regras para participação no ENCCEJA 2017.

As mudanças são referentes ao limite de idade permitido. Em 2017, jovens a partir de 18 anos podem tentar a certificação do ensino médio e adolescentes a partir de 15 anos poderão tentar o diploma de conclusão do ensino fundamental.

Fonte: http://www.novaconcursos.com.br

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Abrem hoje as inscrições para o Encceja, exame que substitui o Enem

Os interessados em obter certificação dos estudos por meio do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017 podem fazer a inscrição para a prova a partir da próxima segunda-feira (7), a partir das 10h, por meio do portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As inscrições são gratuitas e vão até o dia 18 de agosto.

O Encceja é destinado a jovens e adultos residentes no Brasil ou no exterior que não tiveram oportunidade de se formar na idade ideal. Os candidatos podem obter os diplomas do ensino fundamental ou médio por meio da prova, basta fazer a opção pelo nível de ensino que deseja obter no momento da inscrição.

Para pleitear a certificação do ensino fundamental o candidato precisa ter, no mínimo, 15 anos completos na data de aplicação do exame. No caso da certificação do ensino médio é preciso ter, no mínimo, 18 anos completos.

A prova será realizada no dia 22 de outubro, e não mais em 8 de outubro, como anunciado anteriormente.

No portal do Encceja é possível se informar sobre as competências que serão cobradas na prova e baixar materiais para estudo. 

Fonte: O Umarizalense, com informações da Agência Brasil.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Alunos surdos da cidade de Apodi assistem aulas preparatórias para o ENEM

Matéria copiada integralmente do site do IFRN
No dia 19 de julho, alunos surdos da cidade de Apodi (RN) assistiram o 1º aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) que aconteceu no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN), campus Apodi.


Os alunos haviam buscado o Campus, a fim de saber sobre a possibilidade de assistir as aulas, pois almejam aprovação no exame. Assim, o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) foi acionado junto a Equipe Técnica Pedagógica (ETEP), a Diretoria Acadêmica (DIAC) e a equipe de professores que estão promovendo as aulas, para viabilizar a inclusão dos referidos alunos.

Neste sentido, o tradutor e intérprete de LIBRAS Jaylton Édney fez a tradução da aula de Biologia e Matemática que aconteceram no auditório da instituição. As próximas aulas ocorrerão nos dias: 01/08 e 14/08 e contemplará as disciplinas de Física, Química, Língua Portuguesa e Matemática. Outras aulas já estão programadas, até a semana que antecede o exame, e todas serão interpretadas para a Língua Brasileira de Sinais.

Assim, acreditamos estar contribuindo para a autonomia e independência desses alunos, reconhecendo as suas potencialidades e aprendendo a conviver com as diferenças.

Para mais informações: napne.ap@ifrn.edu.br
Telefone: 4005 - 6440

terça-feira, 11 de julho de 2017

Nesta semana ocorrem as matrículas do MÉDIOTEC em Apodi

Os alunos classificados para os cursos técnicos do MedioTec EaD devem comparecer ao Polo, para o qual efetuaram a inscrição, para confirmarem sua matrícula no curso, de 10 a 17 de julho de 2017, portando os seguintes documentos:

> Ficha de inscrição;
> Declaração da escola;
> Certidão de nascimento (cópia);
> RG e CPF (original e cópia);
> Comprovante de endereço (cópia);
> Declaração emitida pelo CRAS (para alunos inseridos nos segmentos 2.1.1 e 2.1.2);
> Histórico escolar da série anterior (cópia);
> Laudo médico, se for portador de necessidade especial.

Em Apodi, o polo funcionará na Escola Estadual Professor Antonio Dantas. 
Mais informações 


Caubí Torres (84) 998396406. 

sábado, 8 de julho de 2017

Festa de São Pedro 2017 do Córrego foi realizada com sucesso

Com o tema: A Exemplo de São Pedro somos chamados a seguir Cristo foi realizada mais uma festa de São Pedro no Distrito de Córrego. A festa ocorreu de 19 a 29 de junho do corrente e contou com a integração de toda a comunidade que renovou a fé em Cristo e com a participação de Padre Chagas vigário da paróquia de Apodi. O GRUJOSP em nome da Comissão Organizadora agradece o empenho de cada um que fez uma bonita festa de padroeiro. Veja fotos.


















segunda-feira, 3 de julho de 2017

Isauro Camilo, líder político apodiense

ISAURO CAMILO DE OLIVEIRA, EX-PREFEITO DE APODI 



Isauro Camilo de Oliveira iniciou sua carreira política ao ser eleito vice-prefeito de Apodi pelo antigo PSD(Partido Social Democrático) na chapa encabeçada pelo prefeito João Pinto(PSD), na eleição municipal de 1958. Isauro havia obtido mais votos que João Pinto, já que nessa época os votos de prefeito e vice eram desvinculados. 

Nas eleições de 1962, Isauro havia se afastado da função de vice-prefeito para disputar a prefeitura de Apodi. Foi eleito no dia 07 de outubro de 1962 com 2,096 votos, pela União Democrática Nacional(UDN), tendo Manoel Antônio de Souza como vice-prefeito. Na eleição de 1968, deu apoio ao louceiro Valdemiro Pedro Viana, que consagrou vitória ao lado do vice Júlio Marinho. 

Na eleição de 1972, Isauro foi eleito prefeito de Apodi pela segunda vez, tendo obtido 3,283 votos pela Arena(Aliança Renovadora Nacional), tendo como companheiro de chapa o senhor Bevenuto Paiva. Na eleição seguinte, em 1976 apoiou novamente o seu amigo Valdemiro Pedro Viana na disputa pelo Palácio Francisco Pinto, consagrando uma nova vitória. 

E na eleição de 1982 apoio o nome de Hélio Morais Marinho para o poder executivo apodiense, afim de dar continuidade para a denominada "Era Izauro e Valdemiro". 

Isauro foi um grande líder político apodiense, sendo admirado por todos e ajudando na eleição de prefeitos e vereadores. Fica aqui o registro deste grande homem. 

domingo, 4 de junho de 2017

Ascendência portuguesa do grande desbravador apodiense Pedro José de Noronha


CARLOS ANTONIO DE NORONHA - Casou com Maria de Abreu Meneses, ele, natural de Portugal, ela de Russas, ele filho de José Caetano Pires e de Maria Josefa Pelônia, ela, filha de Alexandre Rodrigues Ramos, natural do Rio Grande e de Ana Maria de Jesus, natural do Apodi em 9/4/1780, na Matriz de Russas. Foram testemunhas. Antônio Valério Ferreira e Antônio Jose de Almeida. Foram pais de Teresa, nascida dez de Janeiro de 1802. O Carlos Antonio de Noronha nasceu a 28/1/1744, na Rua dos Peaes de São Bento, Freguesia de Santa Catarina do Monte Sinai, Lisboa, ele era neto paterno de Manoel Francisco Pires e de Maria da Encarnação e neto materno de Bartolomeu Lopes e Maria Rodrigues. Carlos era irmão de Dom Thomaz de Noronha, Bispo Resignatário da Sé de Olinda-PE.

Carlos Antonio e Maria foram pais de:

F.01- JOAQUIM JOSÉ DE NORONHA:(Natural de Limoeiro do Norte-CE).
. Casou com Maria Gomes da Silveira, natural da Serra do Martins-RN, filha do Tenente Manoel João da Silveira e Bonifácia Barbosa de Lucena.
. Foram pais de:
N.01- JOAQUIM JOSÉ CARLOS DE NORONHA:
.Nasceu em Apodi a 31.07.1820. Faleceu em Apodi às 23:50 hs. do dia 14 de Agosto de 1908, aos 88 anos e 15 dias de idade.

.Casou a 15.06.1840 na Matriz de Apodi, em primeira núpcias com MARIA GOMES DA CONCEIÇÃO, que é a mesma MARIA DA CONCEIÇÃO NOGUEIRA, filha do Capitão João Nogueira da Silveira, primeiro administrador do Apodi, em 1833, quando Apodi desvinculou-se do município de Portalegre-RN, e de Joana Gomes Nogueira.
. Foram pais de 09 filhos, dentre os quais:

BN.01- FRANCISCA UMBELINA DE NORONHA (Em 1908 já era falecida). Casou com SEBASTIÃO GOMES DE OLIVEIRA, nasceu em 1850 e faleceu no sítio "Melancias", Apodi, de congestão cerebral a 27.05.1931 aos 81 anos de idade. (Popularmente como Tãtão Paulino - o 1º e pai do 2º que é pai de Lucas de Tãtão.) Sebastião era filho de Paulino Cabral de Macedo, natural do Assu-RN, e de Josefina Gomes da Silva. Sebastião casou-se viúvo em segunda núpcias com Maria Gomes da Assumpção, filha de Alexandre Ferreira Pinto e de Maria da Assumpção Calado.

.Foram pais de:
TN.01- JOSÉ UMBELINO DE NORONHA : (Observe-se que José Umbelino casou com uma irmã de sua madrasta, portanto, era concunhado do seu próprio pai Sebastião.
. Casou com ALEXANDRINA GOMES PINTO, filha de Alexandre Ferreira Pinto (Xandu) e de Maria da Assumpção Callado. Alexandrina faleceu no sítio "Baixa Grande" (Apodi) de lesão cardíaca às 19 hs. do dia 15.07.1933, aos 67 anos de idade.
. Foram pais de : Pedro Noronha e José Umbelino Filho.

PN.01- PEDRO JOSÉ DE NORONHA:

.Casou com sua prima ISABEL SOFIA PINTO, sobrinha de sua mãe dona Alexandrina, filha de Vicente Gomes Ferreira PInto (Vicente Xandu) e de Maria Belisa da Silva Filha (Mariquinha). Vicente Xandu era filho de Alexandre Ferreira Pinto (Xandu) e de Maria da Assumpção Calado. Alexandre era filho do Capitão Vicente Ferreira Pinto e sua segunda esposa Maria Gomes da Silveira, esta era viúva de Joaquim José de Noronha quando casou com o capitão Vicente Ferreria Pinto (1º).

.Pedro e Isabel Sofia foram pais de:
SN.01- JOSÉ.
SN.02- VICENTE,
SN.03- SEBASTIÃO.(Noronhinha).
SN.04- PEDRO (Totó).
SN.05- FRANCISCO . (Chiquito).
SN.06- GERALDO.
SN.07- MARIA. - Casada com Lucas de Tatão Paulino (O 2º).
SN.08- AMÉLIA - Casada com Sebastião de Freitas.
SN.09- ISABEL - Casada com seu parente João Basílio Pinto.
SN.10- LINDALVA - Casada com seu primo legítimo Jacinto 
José de Noronha , o boníssimo Sula. (Pedro era irmão de José Umbelino de Noronha Filho). Esse magnânimo casal tem uma honrada prole de 10 filhos.

PN.02- JOSÉ UMBELINO DE NORONHA FILHO:
.Casou com Raimunda Angélica da Silveira, filha de José Freire de Oliveira, dono da fazenda "Ameno" (Apodi) e de Maria Angélica da Silveira.

. Foram pais de : 
SN.11. JACINTO JOSÉ DE NORONHA (Sula) - Já descrito.
SN.12- EDMUNDO NORONHA - Casou com sua prima em segundo grau Dilma Noronha Pinto, filha de João Basílio Pinto e Isabel Noronha.
SN.13- HERMES.
SN.14- ALAÍDE.
SN. 15- ALICE.
SN. 16- ELITA
SN. 17-DALVACI.
SN. 18- HELENA.
SN.19- ANGÉLICA.
SN.20 - ESTELITA.
SN.21 - MARIA MERCEDES (Quelina).
SN.22- MARIA DA SAÚDE. 

OBSERVAÇÃO: A descendência dos irmãos PEDRO NORONHA e JOSÉ UMBELINO FILHO foi gentilmente fornecida por minha estima prima e santa de todas as dores Lindalva Isabel de Noronha, a quem rendo um preito de muita admiração e bem-querer.

Por Marcos Pinto - historiador e advogado apodiense. 

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Museu resgata a história indígena de Apodi

Pintura “A dança dos tapuias” de Albert Eckhout. 1641. Museu Nacional da Dinamarca, Copenhague.

Inaugurado em fevereiro de 2013, o Museu Luiza Cantofa em Apodi, região oeste potiguar, é considerado o primeiro museu indígena do estado. Idealizado e mantido por Lúcia Maria Tavares, a instituição tem como objetivo resgatar a história dos Tapuias Paiacus, grupo indígena que habitava a região compreendida entre o rio Açu, na Chapada do Apodi e o baixo Jaguaribe no Ceará.

Fachada do Museu Luiza Cantofa. Foto: facebook.

Segundo Lúcia, atual liderança das famílias Tapuias Paiacus em Apodi, estimados como os primeiros habitantes da cidade, o museu é um sonho que vem desde criança e presta homenagem à Luiza Cantofa. Patrona da instituição, Luiza foi uma antiga guerreira e líder indígena da tribo que foi brutalmente assassinada em 1825 na cidade de Portalegre.

“Sempre pensei em ter o museu para romper um silêncio que dura 200 anos e mostrar que nossa família ainda existe. Fomos obrigados a nos calar para não sermos dizimados. A luta é para mostrar que o Rio Grande do Norte não é um cemitério indígena”, explica Lúcia.

O acervo foi montado através de pesquisa em documentos antigos onde Lúcia encontrou relatos do seu povo que costumava viver às margens de lagoas e rios e de famílias que mantinham objetos de seus avós e bisavós. Atualmente o acervo disponível ao público contem peças líticas como machadinhas, pilões, gargantilhas, cachimbos e outros objetos que possuem de centenas à milhares anos de idade. 

Acervo do Museu Luiza Cantofa. Foto: Facebook.

O museu funciona na própria residência de Lúcia onde também é o Centro Histórico Cultural Tapuia Paiacus que recebe alunos, professores e outros visitantes e está no mapa do turismo da cidade. Atualmente está sendo aberta também uma biblioteca que leva o nome do cacique Tuchaua Itaú que viveu na região no século XVII. Lúcia espera apoio do poder público para que possa expandir o museu que tem tido uma boa resposta do público.

“O museu tem sido muito bem aceito. É uma necessidade da educação em nosso estado, pois carece de pontos de memórias que se referem aos povos primitivos, senhores natos do continente americano”, explica Lúcia.

Com o museu, Lúcia espera resgatar grandes histórias de seu povo que conflui com a história indígena do nordeste brasileiro, como a Confederação dos Cariris que resistiu por 40 anos durante a ocupação portuguesa e grandes líderes como o Cacique Janduí, considerado um verdadeiro rei da região.

As histórias de resistência do passado servem de inspiração para a resistência no presente. Lúcia integra a união das lideranças indígenas que protestam contra a proposta de fechamento da Coordenação Técnica Local da Fundação Nacional do Índio no Estado (FUNAI/RN). Mesmo com o movimento sendo dura reprimido no início do mês abril, mês em que se comemora nacionalmente o dia do índio, Lúcia diz que não vai desistir da luta.

Lucia em protesto contra o fechamento da CLT FUNAI/RN. Foto: Diogo Ferreira.

“Temos um grito da alma guerreira que incomoda o falso estado democrático de direito, uma vez que o mesmo delimita até aonde iremos. Isso me faz gritar bem mais alto, onde quer que eu vá o ecoar da minha alma irão escutar”, enfatiza.

Quem tiver interesse de visitar o museu ele fica localizado na Rua Antônio Lopes Filho, nº 105, na cidade de Apodi/RN. Para agendar visitas e mais informações tratar com a própria Lúcia pelo telefone 9914-2282 ou por meio da fanpage do museu AQUI.

sábado, 27 de maio de 2017

Deputados Estaduais de Apodi

Deputados Estaduais de Apodi, que representaram o município e a cidade de Apodi na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. 

1.  Tenente-Coronel Elias Antonio Cavalcante de Albuquerque - A Vila e o município de Apodi foram criados em 11 de Abril de 1833 pelo CONSELHO PROVINCIAL - Ainda não existia Assembleia Legislativa. Com a criação desta, no ano de 1835, a mesma só CONFIRMOU a emancipação política de Apodi, em sessão ocorrida a 23 de Março de 1835. Logo que foi Criada a Assembleia Legislativa Provincial, também conhecido como Congresso Legislativo Provincial (Em 1835) Apodi já se fez representar elegendo Elias para o triênio 1835-1837, reelegendo-se duas vezes 1838-1839 e 1840-1841, retornando com a terceira reeleição para o biênio 1852-1853.

2. Padre Florêncio Gomes de Oliveira - Foi eleito no biênio 1852-1853, teve duas reeleições 1854-1855 e 1856-1856;

3. Alexandre Magno de Oliveira Pinto - Foi eleito Deputado Provincial ao Congresso Legislativo Estadual, que é a atual Assembleia Legislativa (Período Monárquico) para o biênio 1862-1863.

4. Sebastião Celino de Oliveira Pinto  - Somente sete anos após Apodi elege outro filho da terra o Capitão SEBASTIÃO CELINO DE OLIVEIRA PINTO, (Capitão Tatão da Ponta) irmão de Alexandre Magno, para o biênio 1870-1871. Novamente o município passa longo tempo sem representante no parlamento estadual, voltando a eleger dois filhos da terra ao mesmo tempo, 17 anos após, para o biênio 1888-1889, os Srs. Capitão SEBASTIÃO CELINO DE OLIVEIRA PINTO e JOÃO NOGUEIRA DE LUCENA SILVEIRA.

5. João Nogueira de Lucena Silveira - (Bisavô de Sêo Chico Paulo (Francisco Paulo Freire). Eleito para o biênio 1888-1889.  

6. Antonio Ferreira Pinto (Coronel Ferreira Pinto) – NO PERÍODO REPUBLICANO Apodi elege o Coronel ANTONIO FERREIRA PINTO para a terceira legislatura e triênio 1895-1897, reelegendo-se sucessivamente 04 vezes, até o ano de 1909 quando faleceu.

7. Coronel João de Brito Ferreira Pinto - Foi eleito Deputado estadual a 19.09.1901 para completar o quinto mandato do seu genitor, o Cel. Antonio Ferreira Pinto. Foi reeleito em setembro de 1913 para o triênio 1913-1915. João Brito foi eleito para o terceiro mandato cumprido durante o triênio 1921-1923

8.  Coronel Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto) - Eleito em 1927 para o triênio 1927-1929, tendo sido destaque por ter sido o único político da região Oeste Potiguar a exercer, ao mesmo tempo, os cargos de Prefeito e Deputado Estadual, conforme permitia a legislação eleitoral da época. 

 9. Cosme Corsino de Lemos - Foi eleito Deputado Estadual representando o município e a cidade de Apodi a 19 de Janeiro de 1947. Esta legislatura promulgou a Constituição Estadual de 25 de Novembro de 1947, quando então o município de Apodi, através de Projeto-de-Lei de autoria do Deputado Cosme Lemos, voltou à condição de Comarca Judiciária, que tinha perdido para Caraúbas, por influência e tráfico de poder do então Desembargador Felipe Guerra no ano de 1931, mancomunado ao seu cunhado Tilon Gurgel, ficando assim Apodi sujeito à Caraúbas, na condição de Termo Judiciário. Em 31 de outubro de 1951 p deputado estadual Cosme Lemos, representante do Apody no Legislativo Estadual, conclui o seu mandato. Eleito que fora para a 17ª legislatura. Segundo o historiador Câmara Cascudo, esta 17ª composição legislativa foi uma das mais sugestivas pela intensidades, nível intelectual e diversão dialética.

10. Dr. Newton Pinto (UDN) – Em 03 de Outubro 1950 Apodi elege o Dr. NEWTON PINTO para o quatriênio 1951-1954. Foi reeleito em 03 de Outubro de 1954 para o quinquênio 1955-1959. Segunda reeleição a 03 de Outubro de 1958 para o quinquênio 1959-1963.

11. Dr. José da Silveira Pinto (Zé Pinto) – Em 31 de Outubro de 1962 Apodi elege o Dr. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO. (Dr. ZÉ PINTO) para o quinquênio 1963-1967, reeleito para o quinquênio 1967-1971. 

De 1971 até os dias atuais não elegemos mais nenhum APODIENSE para representar o nosso honrado e histórico município no Legislativo Estadual, fato que se deve à desunião dos Apodienses, que através de seus líderes políticos barganham seus apoios mediante recompensas econômicas. Daí o atraso que atravanca o progresso e o crescimento do município. 

"Se todos nós Apodienses nos unirmos para votarmos em um só conterrâneo, com certeza o elegeremos. Ocorre que existem os tais líderes políticos de 200, 300 votos que fazem opção por vender os seus apoios por algum punhado de reais. Triste, mas é verdade. Tem muito cacique pra poucos índios." - Marcos Pinto. 

Fonte: Marcos Pinto - historiador apodiense