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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Feira de arte do Córrego aceita submissões de trabalhos científicos (resumos)

A VII FACUC – Feira de Arte e Cultura de Córrego que se realizará de 22 a 24 de novembro de 2019, no Distrito de Córrego tem novidade. A feira tem o objetivo de mostrar os valores artísticos e culturais dos moradores da região da Areia. O tema de 2019 é cultura, Identidade e registros de um povo. 

Dessa vez, A Feira aceitará submissões de trabalhos científicos no formato de resumo. Você que é aluna(o), professora(o), pesquisadora(o) poderá enviar trabalhos sobre pesquisa em desenvolvimento e expor na modalidade Banner durante o evento. 

Os resumos podem ter até no máximo 05 (cinco páginas), com 01 autor e até 04 co-autores. Cada autor pode enviar no máximo 2 trabalhos. 

OS TRABALHOS PODEM SER FEITOS NAS SEGUINTES ÁREAS: 
Artes 
Educação e Ensino 
Educação Especial 
Gestão Social 
Meio Ambiente 
Memória 
Saúde e Qualidade de Vida 
Segurança Alimentar 

As submissões serão efetuadas exclusivamente pelo site institucional do evento (http://even3.com.br/viifacuc). 

Para submeter trabalho como autor é necessário está cadastrado na VII FACUC. As inscrições no evento são gratuitas. 

Na apresentação dos resumos pelo menos um dos autores deverá estar presente durante toda a sessão de apresentação. 

O evento não custeará a impressão dos banners que serão apresentados. 


SE LIGA NOS PRAZOS!
Inscrições na feira: até 30 de outubro de 2019 
Data limite para submissão dos trabalhos: 30 de setembro 
Reenvio de trabalhos que necessita correção:até 30 de outubro 
Resultado final: 02 de novembro 
Data de exposição do banner – 23 de novembro às 14 horas na Escola Municipal Isabel Aurélia Torres 

DÚVIDAS? 
Entre em contato com a Coordenação de Submissões: 
- Ronimeire Torres (84) 98123-4366 
- e-mail: ronimeiretorres@hotmail.com / facuccorrego@gmail.com

Mais informações aqui 

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Brevemente será lançado o livro Resgate das Eleições Municipais e dos administradores de Apodi, rumo ao Palácio Francisco Ferreira Pinto - 1833-2020 e outros acontecimentos - Raimundo Pinto

RESGATE DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E DOS ADMINISTRADORES DE APODI, RUMO AO PALÁCIO FRANCISCO FERREIRA PINTO.
1833-2020 OUTROS ACONTECIMENTOS



Brevemente será lançada a Obra de seus Raimundo Pinto, um livro que conta diversos fatos políticos de nossa terra. Mas por enquanto, veja algo do que terá nesse livro: 


Biografia do Autor 

Raimundo Marinho Pinto (Pitinho) nasceu em 9 de agosto de 1944, no Sítio Poço Vermelho, zona rural, município de Apodi-RN. Filho do casal Francisco de Oliveira Pinto e Maria das Dôres Pinto, que deixaram 10 filhos. 

Raimundo Pinto aprendeu as primeiras letras nas escolas particulares localizadas nas proximidades onde morou. Frequentou a escola da “palmatória” da professora Joana Ester Soares (Joaninha de Bemvinda). Concluiu a 4ª e 5ª séries ginasial na Escola Estadual Ferreira Pinto com as professoras Ester Noronha e Lourdes Mota e formou-se na faculdade da vida. Sem ter curso superior, não abandonou a leitura tanto é que durante mais de trinta anos tornou-se “Esmiuçador de Biografias e Fatos Históricos”. Leu milhares de livros dentre eles o livro “501 grandes escritores” (um guia abrangentes sobre os gigantes da literatura). Estudando esse livro o que mais o impressiou não foi Platão, Balzac, Homero, Horácio, Vigílio e Voltaire. Foi, sim, Aristóteles pelos seus convencimentos e Santo Agostinho pelos seus ensinamentos. Também leu o livro, Quem é Quem, 500 biografias, artistas; líderes políticos; empresários; escritores; cientistas; atletas e religosos. Também leu os livros do nosso mestre Luis da Câmara Cascudo e de tantos outros historiadores, inclusive os de nossa terra. 

Casado com Ivanice Lopes Pinto, no religioso e no civil em 13-07-1969, o celebrante foi Padre Manoel Balbino, na igreja matriz desta cidade, desse matrimônio tiveram três filhos: Raniere Kleber; Rokatia Kleania e Kelly Regina. Avô de Mayara Vitória, (filha de Kleber e Claudia Mota). Raimundo é o segundo filho de uma prole de 10 irmãos, todos vivos. 

Atividades: aos 7 anos de idade trabalhou na roça ajudando ao seu pai, foi pastorador de passarinhos e botador d'água nas residências de pessoas abastadas na cidade.Exerceu as profissões de sapateiro, carpiteiro e comerciante. 

Também funcionário público estadual, nomeado em 10 de fevereiro de 1966, no quadro da Secretaria da Educação e Cultura do Estado do RN, na gestão do então governador Monsenhor Walfredo Gurgel, lotado na Escola Estadual Professor Antônio Dantas nesta cidade. Aposentou-se conforme diário oficial nº 10.313 de 27-08-2002 na gestão do então governador Fernando Freire. Foi representante do IPE-Instituto de Previdência dos Servidores do Estado – RN no município de Apodi na gestão do então governador Geraldo Melo. Auxiliar do Sindicato Rural de Apodi desde 1998 e representante do SENAR/RN no município de Apodi desde 1998. Militante do velho MDB durante a ditadura militar, ficou fichado no SNI como protagonista desse partido no município de Apodi. 

Ultimamente é Esmiuçador de Biografias, de Fatos Históricos e escritor. 

INTRODUÇÃO 

RAZÃO DO LIVRO 

Você não pode deixar que se perca a história das eleições municipais e quem foram os administradores de Apodi: rumo ao Palácio Francisco Ferreira Pinto, de 1833 a 2020. Inúmeras vezes ouvi esse apelo de amigos, do homem comum e de intelectuais, por saberem do meu conhecimento a seara dita. 

A verdade tem que ser exaltada, doa a quem doer. Não tenho nível superior, em 1965, conclui a 5ª série ginasial, não existia ensino de 2º grau na época em Apodi. Não tive, entretanto, condições de alcançar estudos de nível mais elevado, condicionado que estava à situação econômica do meu pai, pequeno agricultor, sem possibilidade de mandar-me para um centro mais desenvolvido, onde pudesse aprimorar meu aprendizado. Tempos depois não tive interesse para voltar aos bancos escolares, a verdade é essa e me acomodei, voltado ao trabalho, causa que abracei desde os sete anos de idade, ajudando aos meus pais que já partiram para a eternidade. 

Não abandonei os livros, lendo do simples folheto de cordel vendido em bancas de feiraa exemplares científicos de renomados autores consagrados pela bienal, cheguei a suprir, em parte, essa deficiência, através da leitura, adquirindo bons conhecimentos, os quais me proporcionaram meios de proveitoso relacionamento com o mundo social e político. 

Desde a década de 60, tenho vivenciado os acontecimentos das eleições municipais e atividades dos administradores, desde a época do coronel Lucas Pinto até a dosmais recentes. Foi a partir daí que pude entender como é o passo da dança da política, como tirar as meias dos pés sem tirar os calçados, ensinado pelo coronel Lucas Pinto a quem conheci de perto. O Lucas, o mais habilidoso político, liderou o município de Apodi e região do meio oeste por quase meio século. 

Há mais de trinta anos, tornei-me esmiuçador de biografias e de fatos históricos. O sábio Rui Barbosa, ao ser perguntado qual era o perfil de um escritor, respondeu a honestidade e a leitura. Como disse o historiador inglês Peter Buker: a função do historiador é procurar lembrar a sociedade daquilo que ela insiste em querer esquecer. 

O livro resgate das eleições municipais e dos administradores de Apodi, rumo ao Palácio Francisco Ferreira Pinto, de 1833 a 2020 e outros acontecimentos. 

Assinala-se por derradeiro e em conclusão, que a obra apresentada corresponde a valiosa contribuição ao processo de resgate e preservação da memória política do nosso município. Em relação ao seu autor, fica para o reconhecimento da sociedade do nosso município e de modo geral de todos os brasileiros, construí e disponibilizei as gerações do meu tempo e do futuro, as quais vão poder avaliar o quanto a conduta e as ações dos nosso representantes políticos e administradores contribuíram para o seu modus vivendi. Que seja proveitosa leitura. 

Perdoem-me os leitores todos erros, omissões, lacunas e quaisquer equívocos de interpretação. Se for perdoado, dou-me por satisfeito. 

O autor 

APRESENTAÇÃO1 

O que devo dizer? 

Ora, conheço Raimundo Marinho Pinto há décadas, sempre nesse passo espichado, para frente e decidido, como quem não retrocede por algum estorvo que porventura o acaso interponha, mesmo que isso lhe venha causar alguma contrariedade. 

Sua palavra empenhada vira uma rocha! Voltar atrás, jamais! Como diziam nossos avós, homem de “sim-sim-não-não”. Este é o conhecido Raimundo Pinto, arraigado pesquisador dos negócios políticos, eterno partidário da “esperança” dos áureos tempos de Aluízio Alves. Igualmente admirador de Ulysses Guimarães, a ponto de ter, como livro de cabeceira: “Dr. Ulysses Guimarães, o Homem que Pensou o Brasil”. 

Agora se propõe entregar à sociedade de Apodi, quiçá de todo o Rio Grande do Norte e alhures, uma obra feita com capricho, com retidão, sem esquecer os mínimos detalhes, “de ponta”, bebida na fonte do cotidiano, na consulta a periódicos, livros e folhetos, tendo lhe deixado brocado de tanta informação sobre o assunto, de conversa com personalidades locais e, em especial, no testa-a-testa com os homenageados e/ou parentes dos que já se foram. 

O resgate de quem já foi prefeito em Apodi, nos prolongados 18 lustros passados, percorrendo nove décadas de atividade política em nossa terra, com alguns interstícios de atividade “politiqueira”, Raimundo nos mostra com elevada sutileza e impecável narração a época dos “currais eleitorais”, embates na base da garrucha, até os dias atuais quando se pode cabalar voto pela Internet. 

Sua memória Raimundo esvoaça de sítio a sítio, em todos os quadrantes da cidade e penetra cada casa, buscando no baú esquecido dos saudosos camarins o que aconteceu ontem, há muito tempo na política desta cidade histórica, rica e bela. Os meandros por onde este incansável homem passou, contornando uma série de curvas, fê-lo nos proporcionar o conhecimento de muitos membros que nós nem imaginávamos que existissem, com seus feitos, seus motivos e seus interesses. 

Esta coletânea tem início, meio e fim, une o etéreo ao terrestre, sem banalidade, mas num ritmo que nos faz entender que seu trabalho é sério, limpo e definitivo. 

Conta-nos, por exemplo, o porquê da invasão do cangaceiro Massilon a Apodi, pois nós sabíamos que fora para assassinar Chico Pinto. Sua versão é mais intrigante, ao mesmo tempo em que transcreve trechos do processo que empacou a trama de Roldão naquele começo de noite do fatídico dia 2 de maio. Será que uma coisa tem a ver com a outra? Massilon não queria somente extorquir os comerciantes? Massilon descumpriu as ordens de Izaias Arruda e de Décio Holanda, genro de Tilon Gurgel? Ou atendeu ao pedido de clemência do pároco da cidade, padre Benedito Basílio Alves, naquela manhã de horror do dia 10 de maio de 1927? 

Raimundo sempre a encadear os episódios, os fatos, as casualidades e os incidentes; os elementos e o tempo em um fio inconsútil. Um inteiriço assunto que atrai a muitos, e que irá deixar outro tanto interessado em saber quem foi “fulano”, “sicrano”, o que que fazia A, B ou C, mas que aqui não fica uma vírgula de fora de todo o saneamento do processo do livro e todos terão as respostas, numa leitura agradável, sem rebuscados eruditos, nem rígida formalidade gramatical, contudo de um aprimoramento que fará a todos elogiar este livro que fala a todas as famílias apodienses e de outros lugares. 

Disse George Darien, escritor e anarquista francês: “Os olhos de um escritor para serem claros tem que ser secos”. Aqui está este escritor que escreveu um verdadeiro monumento de palavras sobre tema tão em voga e espinhoso como a política, mas sem partidarismo nem emoção vulgar, escreveu, sim, com uma honestidade de causar espanto. 

Apesar de sua conhecida opção partidária, não carregou na tinta para nenhum lado, falando do verde e do vermelho com igual valor e intensidade. Para Raimundo, a verdade tem a primazia na íntegra dos depoimentos, na transparência das citações e honestidade nas datas e nos momentos em que o humor prevaleceu, ou nos instantes em que a tragédia foi inevitável. 

Tive o prazer de ler antecipadamente esta obra e posso garantir que imagens não se confundem, porém, a memória despe-se da preferência e se veste da facilidade, do pitoresco e do brilhante, apresentando-nos um quadro real de quase um século de vida política em Apodi e região. 

Marcel Proust, asmático e espetacular escritor francês, na sua obra ‘LE TEMPS RETROUVÉ”, assinala com clareza que “É com adolescentes que duram certo número de anos que a vida faz os velhos”. Pois muito bem. Raimundo Marinho Pinto, mais conhecido carinhosamente por “Pintinho”, assim chamado pelo seu amigo Dr. Pinheiro Bezerra, quando este chegou ao PMDB no ano de 1987, pois, apelido mesmo tinha quando criança, coisa de mãe, tratado por “Mundinho”. Assim da infância para a adolescência, contudo, velho jamais, apenas muito experiente, homem de responsabilidade, pai de três filhos, amigo, íntegro, de uma cultura pescada de anzol feito de curiosidade na filosofia humana, leitor contumaz de obras que versem sobre política e sobre políticos, cioso do seu dever e cumpridor de seus compromissos. 

Trabalhou na lavoura, pastorou passarinho, ajudando seu pai; vendeu água em ancoretas e foi sapateiro. Depois tornou-se comerciante. Estudou com dificuldade até se tornar funcionário público estadual, hoje é aposentado. Sua vida foi pautada regiamente sempre com ordem, com disciplina. Os cabelos e bigode pretos, por algum motivo não embranqueceram. Pano passado, nunca foram vistos seus pés fora dos sapatos. 

Secretário por muitos anos do Diretório Municipal do PMDB local. Também prestou serviço no Sindicado dos Proprietários Rurais do Apodi. Católico. Sério e compenetrado. Organizado e de uma memória invejável, com uma visão impressionante. 

Às vezes, para me encontrar eu saio de mim. 

E neste livro que Raimundo Pinto nos brinda, é como se nós saíssemos de dentro de nós enos encontrássemos através do legado dos nossos ancestrais que dirigiram os destinos da nossa terra, muitos derramaram sangue para defendê-la, outros tiveram de fugir para não ter seu sangue derramado, mas todos lutaram por amor à terra em que nasceram e pelo bem de todos nós. 

Obrigado, Raimundo Marinho Pinto, por nos proporcionar esse mergulho nas águas tranquilas da genealogia apodiense, mais particularmente nesses remansos de onde sobressaem os que fizeram política partidária. 

William Lopes Guerra 
Apodi – RN, 18 de fevereiro de 2019 


APRESENTAÇÃO 2 

A ALMA DO TEMPO NO RESGATE DOS FATOS HISTÓRICOS. 
"O Homem não tem natureza, tem história”. (Ortega Y Gasset). 


O profícuo esmiuçador da história política e administrativa apodiense RAIMUNDO MARINHO PINTO enobrece o vasto rol de historiadores da famosa e opulenta Ribeira do Apodi com o seu respeitável cabedal de conhecimentos da história sobre o seu torrão natal. Nesta importantíssima obra, descreve com maestria e exatidão os fatos históricos vividos ao longo destes últimos 60 anos. O nosso Pesquisador-Historiador nos mostra a alma do tempo no difícil processo de resgate de fatos que se encontravam relegados à indiferença e ao esquecimento. Enriquece, assim, os anais da história política e administrativa do nosso amado município de Apodi. O primoroso texto em que revela, com precisão, fatos que se aproximam da memória e da crônica, transporta o pensamento ao espírito da história. A leitura deste magnífico livro proporciona o conhecimento exato dos fatos que nortearam os destinos do nosso rincão do Oeste potiguar. Respinga eternidade nas imagens formadas pela leitura interativa. O nosso celebrado autor é um homem simples, cordato e altaneiro na defesa dos valores da sua terra. Detentor de aguçada sensibilidade filosófica do raciocínio, que resultou em textos enxutos e cheios de conhecimentos históricos trazidos ao conhecimento dos que não viveram a contemporaneidade dos fatos elencados. 

Emoldura um profundo sentimento de amor a sua terra e a sua gente, transforma o imenso leque de conhecimentos sobre fatos e pessoas na chama acesa de um passado dignificante, buscando perpetuar na memória dos seus conterrâneos memórias que o tempo não conseguiu apagar. 

O pomposo título de PADRINHO DA HISTÓRIA APODIENSE recai sobre a magnânima figura do historiador pioneiro MANOEL ANTONIO DE OLIVEIRA CORIOLANO, conhecido simplesmente como CORIOLANO (05.01.1835/ 29.12.1922). Apodi e apodienses devem um imensurável tributo ao incansável e profícuo historiador VALTER DE BRITO GUERRA, que compilou todos os artigos históricos publicados por Coriolano e Nonato Mota (30.06.1886/ 04.06.1936) e publicou relevante livro no ano de 1980, proporcionando, assim, fonte de pesquisa aos que se interessam por nossa fecunda história. Não fora Valter Guerra, Apodi teria se transformado em uma cidade sem história. O renomado historiador conterrâneo José Leite secundou o grande Valter Guerra, publicando dez livros com o instigante título ‘FLAGRANTES DAS VÁRZEAS DO APODI". Nosso amado APODI é um viveiro de expressivas intelectualidades artísticas e culturais, dentre as quais os historiadores Raimundo Valentim, Raimundo Vieira, Auxiliadora Maia (Dodora), Vilmaci Viana, Francisco de Oliveira Maia, Geraldo Fernandes, Manoel Georgino, Nuremberg Ferreira de Souza. 

Obra de largo fôlego e alcance pretérito. Reflete o encontro marcado da alma do tempo com o resgate da história. 

Apodi de São João Batista e Nossa Senhora da Conceição, 20 de junho de 2019. 

Marcos Pinto. 
- Do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN). 
- Do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP). 
- Da Academia Apodiense de Letras (AAPOL). 


PREFÁCIO 

Raimundo Pinto, carinhosamente conhecido por “Pintinho” nos apresenta seu primeiro livro de pesquisa, memória política e histórica de Apodi, intitulado “Resgate das Eleições Municipais e dos Administradores de Apodi rumo ao palácio Francisco Pinto – de 1833 a 2020”. 

Uma relevante colaboração para os arquivos da nossa memória. Ao descrever com esmero um período do processo político eleitoral de Apodi bem como registrar fatos importantes da nossa História. Pintinho segue os passos do saudoso Historiador Valter de Brito Guerra (In memoriam). 

Um passeio fantástico na História política de Apodi, quando ele relembra a vida dos grandes vultos do nosso Munícipio, como: Chico Pinto,Lucas Pinto, Izauro Camilo, Valdemiro Pedro Viana, Hélio Marinho, José Pinheiro Bezerra, Gorete Silveira, a primeira mulher prefeita de Apodi e outros nomes ilustres desta terra dos Índios Tapuias e Paiacus. 

Você vai se deliciar lendo essa obra literária fundamental para os estudiosos, pesquisadores e alunos de nosso Município. Parabéns Pintinho e muito obrigada por resgatar fatos marcantes da nossa História. 

Maria Vilmaci Viana 
Presidente da Academia Apodiense de Letras. 

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Hoje tem abertura da Festa de São Pedro, padoreiro do Córrego


Com o tema A eucaristia alimenta a missão, os moradores do distrito de Córrego e seu entorno realizam hoje a noite (20) a abertura da Festa de São Pedro 2019 que tem uma extensa programação até o dia 29.

Na parte religiosa, às 19:30h, haverá celebração de abertura presidida pelo Diácono Luis Paiva e os noiteiros são Coral São Pedro. Juazeiro da Divisa foi a comunidade convidada da noite.
Logo após a novena de abertura, ocorre no Centro Comunitário a Escolha da Princesinha Junina. E em seguida show com Roberto Cruz. 

Roberto Cruz freqüenta a Igreja católica desde adolescente. Através da participação em um curso de violão da igreja articulado pelo então vigário da paróquia Padre Theodoro conseguiu aprender em 06 meses.  Desde então toca canções religiosas e músicas ao vivo nas comunidades e cidades da região.
Todos convidados para a abertura da festa hoje

terça-feira, 14 de maio de 2019

Grupo de Jovens do Córrego faz homenagem às mães de componentes

A tarde de ontem (12) foi festiva para as mães dos componentes do Grupo de Jovens São Pedro (GRUJOSP) do distrito de Córrego, Apodi RN. Na data em se comemora o dia das mães os jovens resolveram fazer uma singela homenagem as mães dos componentes convidando-as para uma tarde de beleza.

Na oportunidade foram feitas homenagens dos componentes às suas mães com mensagens, dinâmicas, lanches, brindes e serviço de beleza como pintura de unhas, prancha e cortes de cabelos.

Queremos agradecer a nossos parceiros no evento: Rudson Designer, Zamagna Betânia, Elielma Morais, Izabela Cabelos, Alyson Carlos, Felicia Brilhante, Joegna Alves, Stefany Eduarda, Fisioterapia e estética avançada - Dra. Flávia Pinheiro e Alivaci Costa.
Para as mães presentes foi um momento muito especial porque elas geralmente se dedicam mais a seus filhos. O dia serviu para reflexão sobre a importância das mães no ambiente familiar e de certa forma na história também dos 35 anos do GRUJOSP. Foi dia de agradecer.














quinta-feira, 18 de abril de 2019

Dissertação: Interação solo-planta-animal em pastos de capim-mombaça sob efeito residual do nitrogênio

Dissertação: Interação solo-planta-animal em pastos de capim-mombaça sob efeito residual do nitrogênio
Autor(a): Antonio Leandro Chaves Gurgel
Curso: Mestrado em Produção Animal
Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
Publicação: 2019
Fonte do artigo: UFRN

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Alunos do MEDIOTEC de Agroindústria de Apodi apresentam Trabalho de Conclusão de Curso

Na tarde de ontem, (16), na Escola Estadual Professor Antonio Dantas ocorreu as apresentações dos trabalhos de conclusão do curso técnico em Agroindústria pelo programa MEDIOTEC da Rede e-Tec Brasil na Parceria entre a Universidades Federal do Rio Grande do Norte - UFRN através da Escola Agrícola de Jundiai - EAJ e Governo do Estado do Rio Grande do Norte através da Secretaria Estadual de Educação e Cultura - SEEC/RN

Fizeram parte da banca examinadora dos trabalhos: Keyla Ferreira, professora Mediadora do curso, Claúdia Câmara, apoio administrativo do pólo de educação a distancia da rede, Eutíkia Morais, técnica da EMATER/RN, Caubí Torres, géografo, Ronimeire Torres, doutora em agronomia, Juvancir Gomes, diretor da Escola Antonio Dantas e Soneth Ferreira, vereadora. 

Os membros da banca parabenizaram os alunos pela escolhas dos trabalhos que buscaram estudar sobre demandas atuais dentro da área de estudo do curso como Segurança no trabalho, Saúde, legislação Ambiental, Uso de agrotóxicos, desperdício de alimentos, embalagem e rotulagem, hortas caseiras, uso de leite de cabra, produtos apícolas, entre outros. 

43 alunos apresentaram seus trabalhos, resultado de dois anos de estudos no curso. Para a aluna Monaline Alves, uma das que apresentaram o trabalho; "É  um sentimento inexplicável, palavras não  é  suficiente para explicar minha alegria, é um passo essencial em minha vida, é  muito mais que uma conquista".

Keyla Ferreira, a professora mediadora, demonstrou alegria na conclusão da turma: “Muito feliz em ver os alunos concretizando o resultado do estudo em que construímos durante esse tempo, agora tenho certeza da missão cumprida, e eles superaram as expectativas” 

Sobre o O MEDIOTEC 
O MedioTec EaD, destinada a jovens de 15 a 19 alunos regularmente matriculados no Ensino Médio da rede públicas de educação. 

Sobre o curso técnico em Agroindústria
O curso Técnico em Agroindústria forma profissionais capazes de implantar, organizar e gerenciar atividades, empresas e instituições ligadas à agroindústria. O profissional formado deverá realizar atividades ligadas ao processamento de produtos de origem animal e vegetal, com a qualidade exigida pelo mercado, em condições de segurança e higiene, respeitando a legislação vigente, controlando o impacto ambiental da atividade.

Veja fotos: 














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quinta-feira, 11 de abril de 2019

COOPAPI comemora 15 anos de existencia


A Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável celebra amanhã (12) 15 anos de existência e te convida para para celebrar esse momento.

Dia: 12/04/2019
Hora: 08:00h
Local: Sede. Rua Sebastião Sizenando, 263, Apodi RN

COOPAPI participa de projeto aprovado no CNPq de tecnologia social na apicultura

Na tarde de ontem, terça (10), no Auditório Padre Teodoro, sede da Associação dos Mini Produtores de Córrego e Sítios Reunidos – AMPC, no distrito de Córrego,Apodi RN, ocorreu a reunião com cooperados da Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável – COOPAPI, representantes do IFRN e da Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento do Rio Grande do Norte - FUNCERN. 

O objetivo da reunião foi sobre o projeto Alimentação e Sustentabilidade: desenvolvimento de Tecnologia Social para proteção das abelhas, produção de alimentos e geração de renda na Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável – COOPAPI, no município de Apodi/RN, aprovado através CHAMADA CNPq/MCTIC/MDS nº. 36/2018 - TECNOLOGIA SOCIAL. 

A reunião serviu para a apresentação do projeto aos atores do projeto, os apicultores. Cada um dos apicultores pode se apresentar e falar um pouco de sua experiência dentro dos movimentos sociais da comunidade e a equipe do projeto coordenado pela Profa. Dra.Erika Araújo da Cunha Pegado detalhou as atividades a serem desenvolvidos no projeto nesta parceria entre FUNCERN, IFRN e COOPAPI.

Breve mais informações.




terça-feira, 9 de abril de 2019

Um resumo de Vivi Poesia - por ela mesma

"O aroma das sementes de alfazema queimando no braseiro de ágata subiu na fumaça, invadiu a casa e anunciou o meu nascimento”.

Era 17 de maio de 1962. Os primeiros anos da infância, de 1962 a 1969, passei na minha aldeia na casa grande do sítio Santa Rosa, município de Apodi. Em um ambiente bucólico, convivi intensamente com a natureza, despertando com o canto dos pássaros ao alvorecer, tomando leite quentinho do peito da vaca, sentindo o cheiro das flores, do mato, da terra, tomando banho de chuva, dando cangapé na lagoa, açudes, córregos e rios. Sob os cuidados dos meus pais, Valdemiro e Mozinha e dos irmãos que me antecederam: Neta, Rita, Gilvan, Socorro, Dilma e Vilma, aprendi a brincar de roda, soltar pipa, fazer bonecas de pano e brinquedos de lata de óleo, caixa de fósforo, catembas de côco e osso de boi. Depois aprendi também a cuidar da casa e dos meus irmãos mais novos: Antônio, Junior e Vanuza. Aprendi a rezar com minha mãe que toda noite reunia os dez filhos ao redor da sua cama e depois ia contar estrelas no céu sem nuvens do Vale do Apodi.

Cresci capturando vagalumes e cigarras, correndo, de pés descalços pelos serrotes, colhendo manga, banana, laranja e cajarana, comendo beijú na casa de farinha e queijo no sótão da casa dos meus avós maternos, Chico Tomaz e Sebastiana. Vivia tangendo cabras e bodes, pastorando o plantio de arroz com um espantalho e invadindo a olaria artesanal do meu avô paterno Pedro Quim, para fazer, com minhas frágeis mãos, a louça usada nos cozinhados das bonecas de pano com as quais brincávamos.

O tempo passava e o alpendre da minha avó paterna, Chiquinha, era uma espécie de refúgio de todos nós. Dali pulávamos o parapeito para subir no pé de cajarana, tão antigo, cuja idade nunca soube, e, para amenizar o calor, o banho era na cacimba no leito do rio seco. No fim da tarde, Vilma e eu abandonávamos nosso trabalho, na palhoça que nos guardava do sol, enquanto cuidávamos do plantio de arroz, para assistir o crepúsculo. Em silêncio, víamos a claridade mergulhar lentamente por trás das mangueiras, coqueiros, laranjeiras, bananeiras, aquilo que, ainda hoje, chamamos pomar da nossa felicidade. No caminho de volta para casa, na hora da ceia, nossos passos, eram dados na cadência do canto dos pássaros que se despediam do dia.

Aos sete anos, em janeiro de 1969, deixamos o Sítio Santa Rosa porque meu saudoso pai, Valdemiro Pedro Viana (in memoriam) fora eleito Prefeito, obrigando a mudança. Fomos então morar numa casa, por ele construída, que estava sempre cheia de correligionários, políticos, familiares e amigos. Ali em frente, minha mãe plantou um pé de castanhola para saudar os novos tempos.

Assim passei minha infância, dividida entre o Sítio Santa Rosa, rasgando meus pés no lajedo de soledade, onde aos domingos íamos brincar de se esconder naquelas pedras e nas ruas da cidade, onde pulava corda, brincava de esconde esconde, bandeirinha e de muitas brincadeiras de roda.

Nos anos oitenta, minha juventude estava contaminada pelos “Embalos de Sábado à Noite”, de John Travolta e os políticos articulavam o retorno da democracia ao país. Naquele tempo vivíamos praticando esportes e dançando nas discotecas, quando fui escolhida o mais belo rosto de Apodi. Em 1982 fui aprovada no vestibular da UFRN e passei a residir em Natal. A faculdade me proporcionou momentos maravilhosos. Muitos congressos, viagens e estágios no projeto Rondon, quando conheci o vale do São Francisco e desfrutei da cultura da localidade de Carrapicho/SE e Penedo/AL. No grande anseio de sempre conhecer mais, fui para Belo Horizonte/MG, em 1987. Na capital mineira estudei na FAFI-BH, concluindo a pós-graduação em Educação Especial. Paralelamente me dediquei a estudar Teatro, na UFMG, onde passei a conviver e beber da fonte da sabedoria dos intelectuais das artes de Minas Gerais.

Em Dezembro de 1988, fui morar em Porto Velho, Rondônia, já casada com o engenheiro civil, construtor e atual empresário ceramista, José Genival dos Santos. Durante 10 anos morei naquela região da Amazônia onde desenvolvi atividades em diversas instituições educacionais e culturais daquele Estado. Neste período viajei muito pelo interior do estado, onde conheci a cultura do homem da floresta, do indígena e do seringueiro. Fui também à Bolívia, onde me deliciei com a típica “parrillada”, acompanhada de uma cerveja “pacenha”. Foram tempos inesquecíveis e de ricas experiências nas terras do Marechal Rondon.

No entanto, a maior conquista em Rondônia, foi o nascimento de Anabele, minha filha. Um dia inesquecível, aquele 19 de Abril de 1989, sob o clima úmido e quente da floresta tropical. Apesar de distantes, aqueles momentos estão presos à minha memória: a floresta encantadora com seus ipês coloridos, os banhos nos rios, os igarapés misteriosos, a diversificação de peixes e os crepúsculos encantadores no rio Madeira. Confesso que tenho saudades desse ambiente, completamente diferente do sertão nordestino, onde nasci e me criei. Uma época de aprendizado e realizações marcantes, onde destaco a participação como Secretária de Estado da Cultura e como integrante da equipe de elaboração do projeto para construção do Teatro do Estado.

As recordações da terra natal e o cheiro do mar são irrefreáveis e no verão de 1998, eu e minha família retornamos à terra potiguar. Natal recebeu de braços abertos e com muito amor a aldeã dos pés rachados da chapada do Apodi. Fiquei então dividida entre Natal e Apodi, onde fui administrar junto com meu esposo a cerâmica Santa Rosa de propriedade do meu pai. Em Apodi, paralelamente, colaborei como assessora da primeira dama Dra. Lourdes Bezerra.

Em Natal, acompanhei todo o desenvolvimento intelectual de minha filha Anabele, graduada em Geologia pela UFRN e passei a integrar os movimentos culturais da cidade, participando de saraus literários, lançamentos de livros, encontros, exposições, seminários, cursos, festivais, tendo colaborado, como voluntária, nos eventos promovidos pelo Memorial da Mulher, da Academia Feminina de Letras do Rio Grande do Norte e da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte – SPVA/RN.

Meus maiores prazeres são a convivência com minha família e bons amigos, ser solidária, ler, ouvir música, tomar um bom vinho e apreciar o pôr do sol e o luar. Atualmente estou presidente da AAPOL -Academia Apodiense de Letras e sinto um prazer especial em viajar pelo mundo, desvendando os mistérios de novas culturas. Dentre tantas viagens que fiz, me encantei com a organização dos Estados Unidos, a Ilha de Fernando de Noronha, Ilha da Madeira, Lisboa, Madri, Paris, Londres, Irlanda, Buenos Aires, Bariloche, Lima, Santiago, Bogotá, Cartagena e suas ilhas do Caribe , a beleza do mar de Cuba, a musicalidade e a alegria de sua gente.
Mais diante de tudo isso o que mais me encanta é minha Santa Rosa.
E agora meu maior prêmio é ser avó de VICENTE.

Neste momento, quero dividir a minha história e festejar a vida. E, como Pablo Neruda dizer: “vivi por viver, vivi”.

Copiado do facebook da Vivi Poesia

sexta-feira, 22 de março de 2019

AAPOL convida para palestra sobre a a história de Apodi e os povos tradicionais indígenas!

A AAPOL comemora amanhã seu aniversário com a palestra A História de Apodi e a importância dos povos tradicionais indígenas com a professora mestra Mônica Freitas. Todos convidados. O evento será na Casa de Cultura, às 17h.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Programação da Festa de 184 anos de emancipação política de Apodi

Na comemoração dos 184 anos de Emancipação Política de Apodi o corre o II Festival Sociocultural de Apodi no período de 23 a 31 de março de 2019. 





quinta-feira, 7 de março de 2019

Dissertação: Teste de Tetrazólio para Avaliação da Qualidade de Sementes de Quiabo

Teste de Tetrazólio para Avaliação da Qualidade de Sementes de Quiabo
Autor(a): Antonia Adailha Torres Sousa
Curso: Mestrado em Fitotecnia
Instituição: Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA
Publicação: 2016
Fonte do artigo: UFERSA

sexta-feira, 1 de março de 2019

Ação do Bioestimulante na Cultura do Maxixeiro (Cucumis Anguria L.) Sob Condições de Estresse Salino

Ação do Bioestimulante na Cultura do Maxixeiro (Cucumis Anguria L.) Sob Condições de Estresse Salino
Autor(a): Maria Lilia de Sousa Neta
Curso: Mestrado em Fitotecnia
Instituição: Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA
Publicação: 2016
Fonte do artigo: UFERSA