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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Dissertação: Interação solo-planta-animal em pastos de capim-mombaça sob efeito residual do nitrogênio

Dissertação: Interação solo-planta-animal em pastos de capim-mombaça sob efeito residual do nitrogênio
Autor(a): Antonio Leandro Chaves Gurgel
Curso: Mestrado em Produção Animal
Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
Publicação: 2019
Fonte do artigo: UFRN

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Alunos do MEDIOTEC de Agroindústria de Apodi apresentam Trabalho de Conclusão de Curso

Na tarde de ontem, (16), na Escola Estadual Professor Antonio Dantas ocorreu as apresentações dos trabalhos de conclusão do curso técnico em Agroindústria pelo programa MEDIOTEC da Rede e-Tec Brasil na Parceria entre a Universidades Federal do Rio Grande do Norte - UFRN através da Escola Agrícola de Jundiai - EAJ e Governo do Estado do Rio Grande do Norte através da Secretaria Estadual de Educação e Cultura - SEEC/RN

Fizeram parte da banca examinadora dos trabalhos: Keyla Ferreira, professora Mediadora do curso, Claúdia Câmara, apoio administrativo do pólo de educação a distancia da rede, Eutíkia Morais, técnica da EMATER/RN, Caubí Torres, géografo, Ronimeire Torres, doutora em agronomia, Juvancir Gomes, diretor da Escola Antonio Dantas e Soneth Ferreira, vereadora. 

Os membros da banca parabenizaram os alunos pela escolhas dos trabalhos que buscaram estudar sobre demandas atuais dentro da área de estudo do curso como Segurança no trabalho, Saúde, legislação Ambiental, Uso de agrotóxicos, desperdício de alimentos, embalagem e rotulagem, hortas caseiras, uso de leite de cabra, produtos apícolas, entre outros. 

43 alunos apresentaram seus trabalhos, resultado de dois anos de estudos no curso. Para a aluna Monaline Alves, uma das que apresentaram o trabalho; "É  um sentimento inexplicável, palavras não  é  suficiente para explicar minha alegria, é um passo essencial em minha vida, é  muito mais que uma conquista".

Keyla Ferreira, a professora mediadora, demonstrou alegria na conclusão da turma: “Muito feliz em ver os alunos concretizando o resultado do estudo em que construímos durante esse tempo, agora tenho certeza da missão cumprida, e eles superaram as expectativas” 

Sobre o O MEDIOTEC 
O MedioTec EaD, destinada a jovens de 15 a 19 alunos regularmente matriculados no Ensino Médio da rede públicas de educação. 

Sobre o curso técnico em Agroindústria
O curso Técnico em Agroindústria forma profissionais capazes de implantar, organizar e gerenciar atividades, empresas e instituições ligadas à agroindústria. O profissional formado deverá realizar atividades ligadas ao processamento de produtos de origem animal e vegetal, com a qualidade exigida pelo mercado, em condições de segurança e higiene, respeitando a legislação vigente, controlando o impacto ambiental da atividade.

Veja fotos: 














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quinta-feira, 11 de abril de 2019

COOPAPI comemora 15 anos de existencia


A Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável celebra amanhã (12) 15 anos de existência e te convida para para celebrar esse momento.

Dia: 12/04/2019
Hora: 08:00h
Local: Sede. Rua Sebastião Sizenando, 263, Apodi RN

COOPAPI participa de projeto aprovado no CNPq de tecnologia social na apicultura

Na tarde de ontem, terça (10), no Auditório Padre Teodoro, sede da Associação dos Mini Produtores de Córrego e Sítios Reunidos – AMPC, no distrito de Córrego,Apodi RN, ocorreu a reunião com cooperados da Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável – COOPAPI, representantes do IFRN e da Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento do Rio Grande do Norte - FUNCERN. 

O objetivo da reunião foi sobre o projeto Alimentação e Sustentabilidade: desenvolvimento de Tecnologia Social para proteção das abelhas, produção de alimentos e geração de renda na Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável – COOPAPI, no município de Apodi/RN, aprovado através CHAMADA CNPq/MCTIC/MDS nº. 36/2018 - TECNOLOGIA SOCIAL. 

A reunião serviu para a apresentação do projeto aos atores do projeto, os apicultores. Cada um dos apicultores pode se apresentar e falar um pouco de sua experiência dentro dos movimentos sociais da comunidade e a equipe do projeto coordenado pela Profa. Dra.Erika Araújo da Cunha Pegado detalhou as atividades a serem desenvolvidos no projeto nesta parceria entre FUNCERN, IFRN e COOPAPI.

Breve mais informações.




terça-feira, 9 de abril de 2019

Um resumo de Vivi Poesia - por ela mesma

"O aroma das sementes de alfazema queimando no braseiro de ágata subiu na fumaça, invadiu a casa e anunciou o meu nascimento”.

Era 17 de maio de 1962. Os primeiros anos da infância, de 1962 a 1969, passei na minha aldeia na casa grande do sítio Santa Rosa, município de Apodi. Em um ambiente bucólico, convivi intensamente com a natureza, despertando com o canto dos pássaros ao alvorecer, tomando leite quentinho do peito da vaca, sentindo o cheiro das flores, do mato, da terra, tomando banho de chuva, dando cangapé na lagoa, açudes, córregos e rios. Sob os cuidados dos meus pais, Valdemiro e Mozinha e dos irmãos que me antecederam: Neta, Rita, Gilvan, Socorro, Dilma e Vilma, aprendi a brincar de roda, soltar pipa, fazer bonecas de pano e brinquedos de lata de óleo, caixa de fósforo, catembas de côco e osso de boi. Depois aprendi também a cuidar da casa e dos meus irmãos mais novos: Antônio, Junior e Vanuza. Aprendi a rezar com minha mãe que toda noite reunia os dez filhos ao redor da sua cama e depois ia contar estrelas no céu sem nuvens do Vale do Apodi.

Cresci capturando vagalumes e cigarras, correndo, de pés descalços pelos serrotes, colhendo manga, banana, laranja e cajarana, comendo beijú na casa de farinha e queijo no sótão da casa dos meus avós maternos, Chico Tomaz e Sebastiana. Vivia tangendo cabras e bodes, pastorando o plantio de arroz com um espantalho e invadindo a olaria artesanal do meu avô paterno Pedro Quim, para fazer, com minhas frágeis mãos, a louça usada nos cozinhados das bonecas de pano com as quais brincávamos.

O tempo passava e o alpendre da minha avó paterna, Chiquinha, era uma espécie de refúgio de todos nós. Dali pulávamos o parapeito para subir no pé de cajarana, tão antigo, cuja idade nunca soube, e, para amenizar o calor, o banho era na cacimba no leito do rio seco. No fim da tarde, Vilma e eu abandonávamos nosso trabalho, na palhoça que nos guardava do sol, enquanto cuidávamos do plantio de arroz, para assistir o crepúsculo. Em silêncio, víamos a claridade mergulhar lentamente por trás das mangueiras, coqueiros, laranjeiras, bananeiras, aquilo que, ainda hoje, chamamos pomar da nossa felicidade. No caminho de volta para casa, na hora da ceia, nossos passos, eram dados na cadência do canto dos pássaros que se despediam do dia.

Aos sete anos, em janeiro de 1969, deixamos o Sítio Santa Rosa porque meu saudoso pai, Valdemiro Pedro Viana (in memoriam) fora eleito Prefeito, obrigando a mudança. Fomos então morar numa casa, por ele construída, que estava sempre cheia de correligionários, políticos, familiares e amigos. Ali em frente, minha mãe plantou um pé de castanhola para saudar os novos tempos.

Assim passei minha infância, dividida entre o Sítio Santa Rosa, rasgando meus pés no lajedo de soledade, onde aos domingos íamos brincar de se esconder naquelas pedras e nas ruas da cidade, onde pulava corda, brincava de esconde esconde, bandeirinha e de muitas brincadeiras de roda.

Nos anos oitenta, minha juventude estava contaminada pelos “Embalos de Sábado à Noite”, de John Travolta e os políticos articulavam o retorno da democracia ao país. Naquele tempo vivíamos praticando esportes e dançando nas discotecas, quando fui escolhida o mais belo rosto de Apodi. Em 1982 fui aprovada no vestibular da UFRN e passei a residir em Natal. A faculdade me proporcionou momentos maravilhosos. Muitos congressos, viagens e estágios no projeto Rondon, quando conheci o vale do São Francisco e desfrutei da cultura da localidade de Carrapicho/SE e Penedo/AL. No grande anseio de sempre conhecer mais, fui para Belo Horizonte/MG, em 1987. Na capital mineira estudei na FAFI-BH, concluindo a pós-graduação em Educação Especial. Paralelamente me dediquei a estudar Teatro, na UFMG, onde passei a conviver e beber da fonte da sabedoria dos intelectuais das artes de Minas Gerais.

Em Dezembro de 1988, fui morar em Porto Velho, Rondônia, já casada com o engenheiro civil, construtor e atual empresário ceramista, José Genival dos Santos. Durante 10 anos morei naquela região da Amazônia onde desenvolvi atividades em diversas instituições educacionais e culturais daquele Estado. Neste período viajei muito pelo interior do estado, onde conheci a cultura do homem da floresta, do indígena e do seringueiro. Fui também à Bolívia, onde me deliciei com a típica “parrillada”, acompanhada de uma cerveja “pacenha”. Foram tempos inesquecíveis e de ricas experiências nas terras do Marechal Rondon.

No entanto, a maior conquista em Rondônia, foi o nascimento de Anabele, minha filha. Um dia inesquecível, aquele 19 de Abril de 1989, sob o clima úmido e quente da floresta tropical. Apesar de distantes, aqueles momentos estão presos à minha memória: a floresta encantadora com seus ipês coloridos, os banhos nos rios, os igarapés misteriosos, a diversificação de peixes e os crepúsculos encantadores no rio Madeira. Confesso que tenho saudades desse ambiente, completamente diferente do sertão nordestino, onde nasci e me criei. Uma época de aprendizado e realizações marcantes, onde destaco a participação como Secretária de Estado da Cultura e como integrante da equipe de elaboração do projeto para construção do Teatro do Estado.

As recordações da terra natal e o cheiro do mar são irrefreáveis e no verão de 1998, eu e minha família retornamos à terra potiguar. Natal recebeu de braços abertos e com muito amor a aldeã dos pés rachados da chapada do Apodi. Fiquei então dividida entre Natal e Apodi, onde fui administrar junto com meu esposo a cerâmica Santa Rosa de propriedade do meu pai. Em Apodi, paralelamente, colaborei como assessora da primeira dama Dra. Lourdes Bezerra.

Em Natal, acompanhei todo o desenvolvimento intelectual de minha filha Anabele, graduada em Geologia pela UFRN e passei a integrar os movimentos culturais da cidade, participando de saraus literários, lançamentos de livros, encontros, exposições, seminários, cursos, festivais, tendo colaborado, como voluntária, nos eventos promovidos pelo Memorial da Mulher, da Academia Feminina de Letras do Rio Grande do Norte e da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte – SPVA/RN.

Meus maiores prazeres são a convivência com minha família e bons amigos, ser solidária, ler, ouvir música, tomar um bom vinho e apreciar o pôr do sol e o luar. Atualmente estou presidente da AAPOL -Academia Apodiense de Letras e sinto um prazer especial em viajar pelo mundo, desvendando os mistérios de novas culturas. Dentre tantas viagens que fiz, me encantei com a organização dos Estados Unidos, a Ilha de Fernando de Noronha, Ilha da Madeira, Lisboa, Madri, Paris, Londres, Irlanda, Buenos Aires, Bariloche, Lima, Santiago, Bogotá, Cartagena e suas ilhas do Caribe , a beleza do mar de Cuba, a musicalidade e a alegria de sua gente.
Mais diante de tudo isso o que mais me encanta é minha Santa Rosa.
E agora meu maior prêmio é ser avó de VICENTE.

Neste momento, quero dividir a minha história e festejar a vida. E, como Pablo Neruda dizer: “vivi por viver, vivi”.

Copiado do facebook da Vivi Poesia

sexta-feira, 22 de março de 2019

AAPOL convida para palestra sobre a a história de Apodi e os povos tradicionais indígenas!

A AAPOL comemora amanhã seu aniversário com a palestra A História de Apodi e a importância dos povos tradicionais indígenas com a professora mestra Mônica Freitas. Todos convidados. O evento será na Casa de Cultura, às 17h.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Programação da Festa de 184 anos de emancipação política de Apodi

Na comemoração dos 184 anos de Emancipação Política de Apodi o corre o II Festival Sociocultural de Apodi no período de 23 a 31 de março de 2019. 





quinta-feira, 7 de março de 2019

Dissertação: Teste de Tetrazólio para Avaliação da Qualidade de Sementes de Quiabo

Teste de Tetrazólio para Avaliação da Qualidade de Sementes de Quiabo
Autor(a): Antonia Adailha Torres Sousa
Curso: Mestrado em Fitotecnia
Instituição: Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA
Publicação: 2016
Fonte do artigo: UFERSA

sexta-feira, 1 de março de 2019

Ação do Bioestimulante na Cultura do Maxixeiro (Cucumis Anguria L.) Sob Condições de Estresse Salino

Ação do Bioestimulante na Cultura do Maxixeiro (Cucumis Anguria L.) Sob Condições de Estresse Salino
Autor(a): Maria Lilia de Sousa Neta
Curso: Mestrado em Fitotecnia
Instituição: Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA
Publicação: 2016
Fonte do artigo: UFERSA

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Programação do Carnaval de Apodi 2019






Tese: Produção e Qualidade de Sementes de Quinca em função do Arranjo Espacial -

Tese: Produção e Qualidade de Sementes de Quinca em função do Arranjo Espacial
Autor(a): Antonio Francelino de Oliveira Filho
Curso: Doutorado em Fitotecnia
Instituição: Universidade Federal do Ceará  - UFC
Publicação: 2017
Fonte do artigo: Repositório UFC


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Eleneide Gurgel - bióloga


ELENEIDE PINTO GURGEL nascida em 27 de janeiro de 1990, filha do agricultor Antônio de Lisboa Gurgel e da Gari Isabel Pinto Gurgel. Vem se destacando no cenário acadêmico, científico e escolar. Sempre foi uma aluna dedicada e amante da leitura. Ingressou na Universidade Federal Rural do Seminário em 2008, onde foi aprovada em 5º lugar para o curso de Agronomia. Mesmo gostando, não se identificou com o curso, resolveu seguir sua paixão de infância e cursou Biologia. 

Ingressou na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte em 2009 onde cursou Ciências Biológicas (bacharelado). Logo no segundo dia de aula passou a fazer parte do Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais, a convite daquela que foi sua orientadora por todo tempo que ficou na UERN. Sendo bolsista de iniciação científica por cerca 5 anos. Durante o tempo de curso, publicou vários resumos e artigos, participou de vários congressos nacionais, regionais e internacional. Em 2013 concluiu o curso em 7 semestres, e teve colação de grau extraordinária pois foi aprovada em primeiro lugar no Mestrado em Ciências Naturais. Ingressou no mestrado em 2013. Ainda em 2013, ingressou novamente no curso de ciências biológicas (licenciatura) na UERN, tendo cursado parte do curso simultaneamente ao mestrado. Em 2015 concluiu o mestrado em Ciências Naturais. E no mesmo ano, foi aprovada no doutorado em Fitotecnia da UFERSA, sendo novamente o primeiro lugar na linha de pesquisa escolhida.
Em 2016 iniciou sua jornada no doutorado, e foi aprovada em segundo lugar, para o cargo de professora permanente nível 3 para compor o quadro de professores da secretaria de educação e cultura do RN. Sendo convocada no dia 08 de abril de 2017, onde novamente teve que colar grau em caráter extraordinário para concluir a licenciatura e tomar posse de sua vaga. É professora de biologia do estado e vem adotando uma postura de inserção de aulas práticas e de campo nas escolas por onde passa. Tornando a biologia uma disciplina atrativa de forma prática e barata. 

Sua tese, objetiva caracterizar o Mandacaru, planta símbolo do bioma Caatinga, nos aspectos morfológicos, físicos, físico-químicos e moleculares, e está em fase de conclusão. É casada com João Batista Gurgel de Freitas Santos e mãe de 2 filhas, Giovanna e Giulia.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Dissertação: DESENVOLVIMENTO DE Batis maritima L. SUBMETIDA A ESTRESSES E CARACTERIZAÇÃO DE SEUS FRUTOS

Dissertação: DESENVOLVIMENTO DE Batis maritima L. SUBMETIDA A ESTRESSES E CARACTERIZAÇÃO DE SEUS FRUTOS.
Autor(a): Eleneide Pinto Gurgel
Curso: Mestrado em Ciências Naturais
Instituição: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN
Publicação: 2015
Fonte do artigo: Repositório UERN
Clique para ver ou baixar

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Tese: A Construção Social da Cidade do Prazer: Urbanização Turística, Cultura e Meio Ambiente em Natal (RN)

Tese: A Construção Social da Cidade do Prazer: Urbanização Turística, Cultura e Meio Ambiente em Natal (RN)
Autor(a): Edmilson Lopes Júnior
Curso: Doutorado em Ciências Sociais
Instituição: Universidade Estadual de Campinas  - UNICAMP
Publicação: 1997
Fonte do artigo: Repositório UNICAMP

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

GRUJOSP do Córrego celebra 35 anos de história

O Grupo de Jovens São Pedro – GRUJOSP do distrito de Córrego, Apodi RN celebrou no último final de semana seus 35 anos de história. Na sexta-feira (01) reuniram-se na Capela de São Pedro em uma celebração de agradecimento por todo o percurso de luta desses jovens. Já no sábado (02) o grupo reuniu-se em sua sede com a participação de alguns ex-membros do grupo que vieram contar um pouco de sua experiencia de vida dentro do grupo e falar da importância do GRUJOSP para a comunidade. 

Um pouco de história
O Grujosp foi fundado por 12 componentes no dia 02 de fevereiro de 1984 através da articulação do entao vigário da paróquia de Apodi padre Theodoro Sniders. Ao longo de sua história o grupo tem desempenhado uma função social dentro da comunidade de Córrego com muitas ações que incentivaram o protagonismo juvenil dos jovens nesse mundo com uma gama de desafios postos a juventude. 

Parabéns, GRUJOSP.








quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Grupo da Paixão de Cristo no Góis se reúne para discutir espetáculo de 2019

Na noite da última sexta-feira (25), boa parte do grupo da Paixão de Cristo do Góis/Apodi se reuniram para definirem como será a produção para a filmagem do Rota Inter Tv, e para as apresentações do espetáculo que acontecem em abril nos dias 18,19 e 20. O espetáculo é feito pelos agricultores, jovens,crianças e moradores da própria comunidade e mais uma vez vai ter a direção de Ducivan Fernandes.
Vem novidades aguardem!
Foto e texto: Redes sociais

Aluno do IFRN Campus Apodi conquista a 3ª posição na Olimpíada Brasileira de Linguística

O aluno Jacó Gonzaga Brasil Neto, do 4° ano do Curso Técnico Integrado de Informática, conquistou o Certificado de Papiro, referente a terceira colocação na Olimpíada Brasileira de Linguística.

Para Jacó, a conquista dessa premiação foi uma honra e que ficará marcado em sua vida: 

“O âmbito de linguística, especialmente a questão de tentar decifrar línguas aparentemente exóticas e complicadas, foi algo que me chamou a atenção desde 2016, quando fui apresentado à olimpíada pela professora Ana Cristina. Naquele ano não cheguei tão longe, mas essa conquista demonstra o quanto evoluí daquela época pra cá. É uma área interessantíssima e me sinto honrado por ter conseguido atingir essa premiação, que levarei pra vida toda. Agradeço imensamente à professora Helena pela disponibilidade ao aplicar a prova”, destaca o aluno.
Sobre a OBL

A Olimpíada Brasileira de Linguística acontece desde 2011, instigando seus participantes a ampliar suas habilidades lógico-analíticas e sua visão sobre os povos do mundo a partir de uma abordagem interdisciplinar.

Suas quatro etapas (online, em papel, Escola de Linguística e participação na olimpíada internacional) permitem diferentes graus de envolvimento dos estudantes. Em suas sete edições até aqui, a olimpíada firmou-se como um fascinante instrumento de imersão multicultural, trazendo à luz diversos temas do mundo das línguas, da linguagem, dos códigos e da cognição humana. A cada ano, a Olimpíada recebe uma nova ênfase e um novo nome: já foi Kytã, Noke Vana, Paraplü, Vina, Òkun, Ñanduti, Mărgele e agora, Yora.

Crédito: Matéria copiada do IFRN campus Apodi

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Estarei deitado ao lado de iguais como agora estou em pé - Lucas Maurílio

Sempre que passo por ali
olho para eles.

As pessoas agradecem por estarem vivas,
não considero errado,
mas elas esquecem de olhar para os mortos.

Todos passam por problemas e prazeres
para, enfim, chegar lá.
Alguns vão por vontade própria.
Outros aguentam firme e levam a sabedoria para a terra fofa.
E tem aqueles que nem percebem que foram.

Aquele lugar está repleto de amigos, namorados,
amantes,
que merecem atenção pelo menos por um minuto.

Devemos ama-los e não sentir medo, repúdio.
A vida continua
mas no final
todos se encontram ali.
Então, não faz sentindo ter medo,
desviar o olhar, fazer sinal da Cruz.
Apenas olhe se não quiser dar o seu amor,
compaixão.

Eu respeito os mortos,
eles recebem minha atenção, amor,
pois ele já foram iguais a mim.
E também porque eles sabem o que é morrer.
Por conta disso, tenho até certa inveja,
admito,
por eles saberem a resposta desse grande mistério,
mas não quero descobrir essa resposta agora.
Vou aguentar firme.
E estou aguentando.

Lucas Maurílio
@l.maurilio_

domingo, 13 de janeiro de 2019

Só eu posso tirar a minha dor - Lucas Maurílio

Me arrependi amargamente 
de ter lhe abandonado.
Se pudesse resolveria tudo.
Faria tudo voltar ao normal.

Nunca pensei
que a minha ida 
fosse lhe abalar tanto.
Você me desprezou a olhar para mim 
desde o início.
Passei anos carregando a culpa por algo que não tive nada a ver.
Fui apenas o resultado de um acontecimento horrível.
Por isso fui embora.

E estando de volta agora,
sou eu que espero você voltar e me abraçar
pela primeira vez,
mesmo sabendo
que eu é que tenho 
que ir ao seu encontro
onde quer que você esteja,
e sentir o seu abraço
que, provavelmente, é quente.

Me disseram
que todas elas tem o abraço quente.

Lucas Maurílio 
@l.maurilio_

sábado, 12 de janeiro de 2019

Dissertação: Relatos sobre o massacre de 70 índios na Serra de Portalegre/RN: argumentação em discursos de liderança indígena e alunos do Ensino Fundamental.

Dissertação: Relatos sobre o massacre de 70 índios na Serra de Portalegre/RN: argumentação em discursos de liderança indígena e alunos do Ensino Fundamental.
Autor(a): Maria Mônica de Freitas
Curso: Mestrado Profissional de Letras
Instituição: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN
Publicação: 2018
Fonte do artigo: Repositório UERN
Clique para ver ou baixar

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Não me reconheço em um duplo só - Lucas Maurílio

Andando pelas ruas
não conheço
ninguém a minha volta.
Milhares de cabeças desconhecidas
que não sei contar.

E eu estou no meio delas
vagando com a sensação
de que todos se conhecem,
e eu sou o único estranho
nesse lugar.

Não me admiro se alguém olhar para mim
com cara feia
ou por desconfiança,
se é que alguém tem olhos,
digo tempo,
para me olhar
no meio do caos.

Para perder o medo,
caminho com o pensamento de que todos também estão com medo.
E penso que aqui do meu lado
pode ter alguma pessoa com identidade falsa
fugindo da polícia
por roubo.

Só que do meu lado tem uma parede espelhada.
E eu sou a pessoa com identidade falsa
que está fugindo da polícia
por roubo.
E não a mais como sentir medo
pois sei que não adianta
fugir do reflexo dos policias parados atrás de mim.


Lucas Maurílio
@l.maurilio_

sábado, 15 de dezembro de 2018

Sociólogo apodiense lança livro sobre times de futebol amador em comunidade de Várzea Grande MT

Copiado do site RepórterMT
A obra é fruto da pesquisa do deputado Allan Kardec e de seu orientador, professor Francisco Xavier

ANA CRISTINA VIEIRA DA REDAÇÃO


O sociólogo do esportes Francisco Xavier destacou que para se tornar um jogador de futebol profissional tem que passar pela escolinha.

Em entrevista ao site RepórterMT, o sociólogo Francisco Xavier, professor doutor do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFMT e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Esporte, Cultura e Sociedade (Gepecs) CNPQ/UFMT, explicou sobre as pesquisas realizadas pelo professor e deputado Allan Kardec (PDT), que substanciaram o livro "O futebol de Várzea na comunidade São Gonçalo Beira Rio". A obra será lançada neste sábado (15) pela Editora EdUFMT, a partir das 19h, na Casa Barão de Melgaço, localizada na Rua Barão de Melgaço, número 3.869, Centro de Cuiabá.

Segundo o professor, o livro aborda as disputas travadas pelas tradicionais equipes que marcaram o esporte amador na região nos anos 80 e 90, principalmente das disputas travadas pelas equipes Milionários Futebol Clube e São Gonçalo Beira Rio Futebol Clube. “Essas partidas reuniam a comunidade na torcida, ocorrendo durante os finais de semana, marcando a vida cultural da região”, contou.

Na entrevista, o sociólogo explicou sobre como se constrói o valor de um jogador de futebol. "Futebol é um projeto de vida, uma outra via de ascensão social, como a música, as artes, mas não é fácil, a peneira para se tornar um jogador de futebol é muito difícil", analisou.

O professor esclareceu sobre a teoria do dom, de que o menino já nasce com talento e não precisa de escola de futebol, o que é um mito. "Hoje em dia para se tornar um jogador de futebol profissional é necessário passar pela escolinha", acrescentou Francisco, trazendo exemplos como Leandro Damião, um analfabeto futebolístico, e Zico, o primeiro jogador de laboratório do Brasil.

Pesquisas indicam que o interesse do brasileiro por futebol diminuiu. "A população brasileira chora cada vez menos quando perdemos uma Copa", afirmou. 

Ele também comentou sobre a briga entre torcidas na final do peladão deste ano.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Projeto É Natal no Sertão do Apodi acontece agora em Dezembro



A segunda edição do projeto É Natal no Sertão do Apodi está chegando!

Venha se divertir, se emocionar e conhecer mais sobre a nossa cultura e história. 
O projeto sociocultural que foi destaque no ano passado terá início no próximo dia 10 de dezembro e seguirá até 06 de janeiro. Você é nosso convidado especial!

Programação:
Cidade Natalina - 10/12 a 06/11
Caravana Natalina - 14/12 a 27/12
Natal das Crianças - 25/12

sábado, 1 de dezembro de 2018

Igreja Batista de Apodi celebra 56 anos hoje e amanhã

Alegremente  louvaremos juntos ao Senhor pelos 56 anos de aniversario da Igreja Batista de Apodi nos dias 01 E 02 de dezembro de 2018- Sábado e domingo (Hoje e amanhã)
Gostaríamos  de ver você  nesta ocasião.
Cordialmente em Cristo,Família Batista de Apodi.

Em comemoração aos seus 55 anos de existência, STTR do Apodi/RN realiza seminário.

Na manhã desta sexta-feira (30), mais de 150 camponesas, camponeses, lideranças comunitárias, dirigentes sindicais, organizações que atuam no meio campesino de Apodi e da região se reuniram na sede do STTR do Apodi/RN para debaterem sobre o seminário MOVIMENTO SINDICAL: Desafios e Perspectivas.

O seminário foi realizado justamente no dia em eu o STTR do Apodi/RN está completando 55 anos de sua fundação. A mesa de debate contou com a colaboração do Secretário adjunto de relações com os movimentos sociais da CUT, Milton Rezende (Miltinho); de Eliete Vieira, Secretária do Meio Ambiente da CUT-RN; de Marleide Cunha Presidenta do SINDISERPUM e de Gilberto Diógenes que também é dirigente do SINDISERPUM. Todas as falas contribuíram para uma análise sobre a conjuntura atual trazendo elementos de uma visão macro até as questões locais.

A atividade articulada pelo STTR-Apodi/RN contou com o apoio da CUT Socialista e Democrática – CSD, que corresponde a uma corrente sindical da Central Única dos Trabalhadores – CUT.

Veja fotos: