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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Sítio Córrego - comunidade

Origem do nome de Córrego
A origem desse nome deu-se porque por essa localidade passa um córrego que desemboca na Lagoa do Apodi, dividindo o Sítio no meio. Daí as pessoas começaram a morar ou trabalhar às margens desse córrego e assim surgiu à denominação.

Primeiros moradores
Em relação aos primeiros moradores do Córrego sabe-se que um dos primeiros a residir aqui foi o Sr. Néo Herculano com sua esposa, a qual não sabemos o nome. Moravam em um barraco feito de palha às margens do córrego. Por morte de sua mulher, foi procurar ajuda a uma distância de 5 km pois ali por perto não morava ninguém para lhe ajudar. Ficou sozinho por algum tempo nesse local mas depois foi embora, ficando o Córrego novamente desabitado.

Logo depois chegaram outras pessoas por aqui. Sabe-se que na seca de 1877 veio de Upanema para escapar desta seca a família dos Elisiários. Escolheram esta região pelo fato da mesma ter água em abundância. E chegando aqui já encontraram outras pessoas que moravam nesta localidade, ficando assim sem sabermos exatamente quem foram essas pessoas

As famílias trabalhavam na agricultura e vendiam seus produtos em Mossoró levando-os em carros de bois, que geralmente era puxado por 04 ou 05 juntas de bois. Cada junta corresponde a 02 bois. Essa viagem durava vários dias.

As mulheres tinham acrescida a tarefa de fiarem suas redes e algumas vestimentas para o uso diário, que constituía em túnicas que se alongavam até os pés.

Entidades da comunidade:

Você sabe a história de sua comunidade? Mande pra gente (mailto:tudodeapodi@hotmail.com) a gente divulga aqui.


Vicente Maia


Gilberto Sousa e Vicente Maia

Vicente Ferreira Maia, nasceu no dia 29 dias de outubro de1904, no Sítio Boa Vista Apodi –RN; filho de João Ferreira Maia e Maria Gomes de Oliveira, ambos agricultores, enfrentaram as grandes secas de 1915 e 1919. Apesar da grande recessão e fome que passaram, a família sobreviveu comendo farinha seca e os cadáveres de animais que morriam de fome e sede; porém seus pais morreram ainda jovens e tendo que trabalhar, Vicente decidiu–se pela cidade, deixando a agricultura e seus irmãos; chegando “a tardinha” encontra a cidade deserta, pois na época havia grande temor por parte dos moradores devido a ameaça de cangaceiros comandados por Massilon Leite, mas, com o boato de que o bando de Lampião se encontrava na região, o terror era maior. Devido a esta apreensão, o então prefeito Chico Pinto decidiu-se por recrutar homens, dentre estes Vicente Maia, que passou a reforçar a “defesa dos patrimônios moral e material do município”. Durante 2 meses ficaram em trincheiras e só saíram quando souberam da derrota do bando de lampião em Mossoró.

Conhecido por sua altivez e valentia Vicente foi preso na revolução de 1935, levado para Mossoró, acusado de “comunista”, (termos desconhecido pelo réu) e, só foi libertado graças as boas influências com autoridades locais. Decidido mudar de vida, colocou uma banca na feira, e, neste período conheceu uma viúva, cujo esposo fora morto por cangaceiros, e esta pediu-lhe em casamento “sem ter namorado”; Vicente casou-se com Lúcia Hermenegilda e desta união tiveram três filhos: Aléxis, Alba e Anilda. Infelizmente o filho Aléxis morreu precocemente deixando os netos Zé Maria e Titico que chamava por “pai” Vicente, termo usado também por suas seis netas, filhas de Anilda e Galdino; justiça seja feita pois este adotou a todos e não mediu esforços para sustentar a grande família, tornando-se Pai, Herói e Guerreiro.

Viúvo de Dona Lúcia, com o peso dos quase 70 anos, encontrou um novo amor que, desta feita durou a sua existência depois de 20 anos de “namoro” resolveu anunciar, em primeira mão, as netas Marly e Aila que iria “pagar a honra”, da menina Zelinha e, no dia do seu nonagésimo sexto aniversário o Padre Teodoro veio celebrar a união destes perante sua família e amigos. Zelinha foi a enfermeira, confidente e partilhou dos momentos alegres e tristes, na saúde e na doença. Aos 02 de novembro de 2001, quando este despertou e foi tomar o seu banho matinal, conversando normalmente e surpreendeu a todos dizendo ter uma “menina” vendo ele se vestir e ao deitar-se foi desfalecendo.

Hoje só nos resta a sua história. Assim foi sua jornada aqui na terra, foram 97 anos de existência marcados por sua bravura, humildade e honradez

Relata a trajetória de uma pessoa muito especial: POUCAS E BOAS DE VICENTE MAIA; sua história conhecida pela população apodiense, é simples, porém irônica, apesar de sua fama de valente, este afirmou nunca ter brigado, a resolução de seus problemas arranca gargalhadas por parte dos ouvintes são muitas e tentarei lembrar algumas.

As moças cansadas:
Como todo jovem, ele gostava de ir aos bailes e certa vez ao convidar uma moça para dançar esta afirmou está cansada e Vicente retrucou -eu não estou lhes chamando pra correr e sim para dançar; contudo continuou a convidar outras jovens e depois de ser recusado por todas ficou “encabulado” e decidiu acabar com o baile, porém ser alardes perguntou ao sanfoneiro quanto ele dava na sanfona e comprou-a, acabando a diversão, principalmente das moças .

Outra feita este foi convidado por um amigo e ao chegar a festa não conseguindo uma dançarina, o dono da festa que também era o sanfoneiro,ofereceu-lhe sua esposa para dançar, e estes dançaram a noite toda. Passado alguns dias o sanfoneiro vai vender a sanfona e o Maia agradecido pelo gesto “solidário” ocorrido na festa, compra o instrumento, mas em seguida o entrega novamente alegando ter se “divertido” com a esposa deste e, portanto, merecia ficar com o presente, o amigo saiu todo contente.

Outros fatos ocorreram quando este era magarefe e os seus colegas da época presenciaram.

A carne fedida:
Uma vez o freguês comprou uma costela de boi e esqueceu-se de levar para casa, seria normal se este não morasse na zona rural e viesse a rua só aos sábados; porém poucas e boas de Vicente Maia, decidiu guardar a encomenda por consideração, imaginem a podridão que ocasionava aquela danada. Chegando finalmente o sábado, o cliente comenta o esquecimento e pede para pesar outra costela. Vicente já agoniado com o fedor da anterior esbravejou:-não Senhor, você vai levar aquela que deixou aqui! E o coitado teve que levar a carne podre.

A história da bicicleta: 

Vicente era uma pessoa caridosa, sempre que os amigos precisava recorriam a ele. Certa vez um compadre veio tomar emprestado sua bicicleta para fazer uma viagem,garantindo devolver logo que voltasse. Passado algum tempo sem que a bicicleta fosse entregue, e, Vicente foi a casa do compadre e, ao invés de pedir de volta, tomou por empréstimo. O outro envergonhado entregou-a. Logo que retornou Vicente foi entregar a bicicleta ao compadre. Este retrucou: - Compadre essa bicicleta é a sua!, e este respondeu: se fosse minha, estava lá na minha casa e eu não precisaria tomar emprestado. Vicente deixou a bicicleta e foi embora. A lição dada ao compadre por ele ter descumprido a promessa, lhes saiu cara, pois perdeu a bicicleta.

Mais sobre a vida de Vicente Maia: www.paraficarnahistoria.blogspot.com
Esta matéria por postada no espaço do leitor e este não se identificou.

Colégio Nossa Senhora da Conceição - escola

Cabeçalho do BLOG cnsc


No dia 1º de março de 1991, Aldecí Bezerra Júnior, juntamente com um grupo de educadores comprometidos com a qualidade do ensino inauguram o Colégio Nossa Senhora da Conceição, fazendo assim, uma homenagem a padroeira da nossa cidade.

O Colégio Nossa Senhora da Conceição iniciou suas atividades oferecendo o Ensino Fundamental de 6º ao 9º Ano, em 1993, passou a oferecer o ensino fundamental 1º ao 5º Ano e o Ensino Médio, em 1996 implantou a Educação Infantil.

Hoje, o Colégio Nossa Senhora da Conceição trabalha com uma clientela que ultrapassa os 400 alunos. Contamos com a experiência pedagógica e determinação da educadora Aldiceli Maria de Lima, e com o apoio da equipe pedagógica que a cada dia trabalha em busca de “Construir o Futuro Junto com Você”

Contatos:
Telefone: (84) 3333-2480
Blog: http://colegionossasenhora.blogspot.com
Tem mais informações sobre esta escola? Tem mais sobre outra? tudodeapodi@hotmail.com

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Previsão do tempo em Apodi

Escolha o link para ver a previsão do tempo de Apodi agora
Climatempo
CPTEC
Jornal do tempo
Tempo agora

Tem mais algum site de previsão do tempo? mande no e-mail: tudodeapodi@hotmail.com

sábado, 25 de dezembro de 2010

Antonio de Pádua Leite - músico

Homem pacato e cordato, sereno e desambicioso. Teve modesta e honrada vida. Quem indagar pelas ruas do venerando e vetusto Apody acerca do Sr. ANTONIO DE PÁDUA LEITE, poucos saberão tratar-se do conhecidíssimo homem de bem Antonio de Luzia de Purana.

Descendia do velho tronco povoador Alexandre Pinto Machado, português que aportou em Apody por volta do ano de 1760, para contribuir decisivamente para o processo de colonização dos inóspitos sertões Apodyenses, no lugar à época denominado de ALDEIA DO LAGO PODY, com visíveis marcos de civilização fincados pelos Jesuítas,que instalaram oficialmente a sua missão de catequese indígena a 10 de Janeiro de 1700, cujo marco inicial deve-se aos abnegados padres jesuítas PHILIPE BOUREL E JOÃO GUINCEL. Através desses abnegados servos de Deus, Apody passou a exercer papel de relevância histórica com a denominação de ALDEIA DA MISSÃO JESUÍTA DE SÃO JOÃO BATISTA DO LAGO PODY.

O nosso biografado evidenciou seus primeiros arroubos de musicista quando a juventude aflorara-lhe ao espírito, tendo como mestre o maestro PORFÍRIO GENEROSO DANTAS. Tornou-se logo exímio tocador de Trombone, passando a integrar a banda de música municipal, recriada à época pelo então Prefeito Cel. Francisco Ferreira Pinto (Cel. Chico Pinto).

Nasceu no casarão residencial de seus avós maternos à 13 de Junho de 1913, situado à época na Rua da Matriz, do lado do nascente, atual Rua São João Batista, cujo casarão ainda encontra-se edificado, como testemunha do tempo, tendo nele sido instalado o famoso "Bar Satélite", onde reunia-se a chamada elite Apodiense. Era filho legítimo do Sr. Francisco das Chagas Barros (Chico Vitor) e Luzia Ferreira Leite, popularmente conhecida como sendo "Luzia Purana" e, ainda, Luzia de Purana Leite. Nesses ajuntamentos genealógicos nasceu o seu apelido de "ANTONIO DE LUZIA DE PURANA", ou ainda, ANTONIO DE LUZIA PURANA.

Casou com sua parente Dorothéia Diógenes Pinto, nascida a 20 de Julho de 1907, filha do Major da Guarda Nacional Francisco Diógenes Paes Botão e Antonia Zenóbia Pinto (Esta, por sua vez, era filha do renomado e celebrado Cel. Antonio Ferreira Pinto). Francisco Diógenes era filho do cearense de Riacho do Sangue (Atual cidade Jaguaretama) Major JOAQUIM SULPINO PAES BOTÃO, e da Apodiense ISABEL SABINA DE OLIVEIRA.

A sua ascendência materna o faz integrante da tradicional família PINTO, posto que sua genitora Luzia Ferreira Leite era trineta do português ALEXANDRE PINTO MACHADO e de FRANCISCA BARBOSA D'AMORIM.

Antonio de Pádua Leite faleceu na Rua Adrião Bezerra, em Apodi, em 24 de Fevereiro de 1986.
Fonte: Marcos Pinto.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Vigários de Apodi de 1916 a 2011

 NOMES  PERÍODO
 Padre Benedito Basílio Alves  1916 - 1928
 Padre Fortunato Alves  1929 - 1930
 Padre José Gregório Júnior  1931
 Padre Natanael de Medeiros  1932
 Padre Raimundo Leão  1933
 Padre Benedito Sabóia  1935 -1936
 Padre José Wagner  1936
 Padre Renato de Menezes  1939 - 1951
 Padre Ismar Fernandes  1951
 Padre José Aires  1952
 Padre Ismar Fernandes  1953 - 1954
 Padre José do Vale  1955 - 1958
 Padre José Sauer  1958
 Padre Militino Leite Cunha  1958
 Padre Flávio Jerônimo do Nascimento  1959
 Padre Militino Leite Cunha  1959
 Padre Hamilcar Mota da Silveira  1960 - 1964
 Padre Adriano Hoogebon s.c.j.  1964 - 1965
 Padre Manoel Balbino da Silva  1965
 Padre Pedro Neefs s.c.j.  1965 - 1969
 Padre André Demartelaere  1970 - 1972
 Padre Manoel Balbino da Silva  1973
 Padre Felipe Werter s.c.j.  1974 - 1977
 Padre Cornélio Ovegaag s.c.j.  1977
 Padre Theodorus Johannes s.c.j.  1983 a 2010
 Padre Maciel Rodrigues  2010

Fonte: Apodi, Sua História (Válter Guerra)

Lourdes Mota - professora


MARIA DE LOURDES DE ACETO MOTA nasceu no Sítio Desterro, município de Portalegre - RN, no dia 20 de março de 1926. Era filha do casal José Ferreira da Mota Filho e Maria Idalina de Aceto Mota. Ainda criança, transferiu-se para o município de Apodi, com seus pais, indo residir no Sítio Caboclo. Iniciou seus estudos no próprio lar, recebendo as primeiras lições de seus pais, já então residente no Sítio Santa Cruz, em Apodi. Freqüentou a primeira escola pública no Sítio Marrecas, município de Caraúbas, transferindo-se depois para a escola isolada do Sítio Rio Novo, neste município.

Daí a família passou a residir no povoado de Pedra das Abelhas, atualmente Felipe Guerra, onde Lourdes estudou catecismo e fez a primeira comunhão. Casou-se com seu parente Sebastião Noronha da Mota. Desse casamento houve cinco filhos, dos quais, apenas um lhe sobrevive, Antônio Estênio da Mota, funcionário da FSESP.

Colaborou com diversas obras sociais nesta cidade, dirigindo com eficiência o clube de Mãe da FUNDEVAP, durante longo período. Pertencia ao Apostolado da oração, Associação de Santa Terezinha, obras filiadas à paróquia de Apodi, onde prestou valiosos serviços.

Lourdes Mota nunca parou de estudar. Matriculou-se no curso de Madureza Ginasial pelo rádio, no qual foi aprovada com destaque. Apesar das dificuldades que enfrentava, para sobreviver, lecionando em escolas públicas e particulares, não se descuidava do aperfeiçoamento dos seus estudos, o que demonstra a sua enorme capacidade para o trabalho. Freqüentou e concluiu em Natal, o Curso de Eficiência para português, em 1969, e se preparava para receber o diploma de 2º grau, do Projeto Logos II, quando foi acometida pela grave enfermidade que lhe tirou a vida.

Ainda menina, aos treze anos, Lourdes já se encontrava em plena atividade docente, lecionando em escola no Sítio Irapuá, neste município. Passou por diversos sítios e fazendas, na zona rural, sempre preferida pelos que ouviam falar na sua eficiência como professora.

Em 1946, foi nomeada para a escola municipal do Sítio Santa Cruz. Tempos depois era designada para a escola Isolada do Sítio Baixa Grande. Em 1956, foi lotada no Grupo Escolar Ferreira Pinto desta cidade, onde ensinava o quinto ano primário. Passou a fazer parte do corpo docente do Ginásio Estadual “Professor Antonio Dantas” por designação da Secretaria Estadual de Educação.

Professora de grandes méritos, inteligência privilegiada, Lourdes Mota possuía qualidades que marcaram sua brilhante carreira no magistério, tanto público como particular.
Afetuosa e paciente para com os seus alunos, Lourdes jamais perdeu a calma quando precisava resolver um problema de indisciplina, coisa rara na sua classe. Apesar da tolerância e do carinho que dedicava aos seus discípulos, “Dona Lourdes”, como era chamada por eles, sabia imprimir rigoroso respeito às suas aulas.

Foi uma figura marcante na vida escolar e educacional da cidade e do município, notável pela sua rigorosa pontualidade ao trabalho. Fosse qual fosse o obstáculo, até mesmo quando sofria da séria enfermidade, não deixava de comparecer para dar aulas.

E assim lutou, como heroína, até ser vencida pela doença incurável. Foi o maior exemplo de dedicação e amor ao ensino em Apodi. Faleceu nesta cidade no dia oito de abril de mil novecentos e setenta e oito (1978).

Fonte: Apodi, sua história (Válter Guerra).

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domingo, 19 de dezembro de 2010

Feriados municipais de Apodi

Feriado é uma data em que determinada ocasião é comemorada por uma nação, comunidade, religião, grupo étnico ou classe trabalhista. Os governos podem instituir feriados em nível federal, estadual (ou regional) ou ainda municipal, dependendo da extensão da importância comemorada. Esses feriados podem ser determinados obrigatórios, ou seja, as pessoas são dispensadas do trabalho; ou facultativos ("ponto facultativo"), caso em que as organizações tem liberdade para acatar ou não a dispensa do trabalho.

Cada feriado possui sua razão de acontecer em determinada data, e estas podem ser fixas, isto é, acontecer todos os anos no mesmo dia e mês, como o Natal, que sempre ocorre no dia 25 de Dezembro, ou móveis, relativos a alguma outra data ou período do mês, como por exemplo o dia dos Pais, que no Brasil ocorre no segundo domingo de agosto.

Em Apodi comemoramos feriados nas seguintes datas:
23/março: Dia da emancipação política;
02/maio: feriado cívico morte de Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto);
24/junho: Padroeiro São João Batista;
08/dezembro: Padroeira Nossa Senhora da Conceição.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Foto dos bancos

bb

Agência Banco do Brasil

bnb

Agência Banco do Nordeste do Brasil

Turismo em Apodi


  1. Principais pontos turísticos de Apodi
  2. Barragem de Santa Cruz
  3. Lajedo de Soledade
  4. Balneário da Lagoa do Apodi

Igreja Católica

História da Paróquia
Segundo a tradição, o missionário Frei Fidelis de Padavoli, chegando em 1740 no Apodi, construiu uma capela de madeira e barro, na qual colocou a imagem de São João Batista, também de barro. Tempos depois Frei Ângelo, religioso Capuchinho, ao visitar o Apodi, em peregrinação, tomava providências para construir uma igreja, hoje atual matriz, que passou por diversas reformas, sendo a mais recente, em 1964, ocasião em que foram destruídos seus antigos altares. Houve alguns protestos, por parte de pessoas da terra, que desejavam fossem preservados aqueles ornamentos de arte na nossa matriz, porém, de nada valeram. Na página seguinte, vai estampada uma fotografia do altar-mor. Na década de 50, foi destruído o antigo cruzeiro, monumento que fazia parte de nossa história.
A freguesia (paróquia) foi criada por provisão de 03 de fevereiro de 1766, do Bispado de Olinda e Recife, por Dom Francisco Xavier Aranha, graças aos esforços do padre João da Cunha Paiva, primeiro vigário de Apodi. A paróquia do Apodi foi desmembrada da de Pau dos Ferros. Tem a particularidade de possuir dois padroeiros: São João Batista e Nossa Senhora da Conceição, cujas festas se realizam nos dias 24 de junho e 8 de dezembro respectivamente.
O português Antônio da Mota Ribeiro, primeiro procurador da Matriz de São João Batista do Apodi, que se casou com uma neta de Manoel Nogueira Ferreira, o fundador do Apodi, exerceu grande influência, juntamente com o padre João da Cunha Paiva, nosso primeiro vigário, na criação da freguesia. A eles, segundo os registros históricos, coube a elogiável missão de articularem o movimento reivindicatório para a concretização daquele acontecimento. Com um vasto programa, a paróquia comemorou seus 200 anos de existência de 7 a 18 de dezembro de 1966. De 1766 a 1842, a Ribeira de Mossoró fazia parte da freguesia de Apodi.
Fonte: Apodi, sua história. Válter de Brito Guerra



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Conselho Tutelar de Apodi - entidade

O Conselho Tutelar atua caso a caso, somente no âmbito do Município, atendendo e dando os encaminhamentos pertinentes à situação. Assim, o Conselho Tutelar recebe denúncias de violação de direitos, tais como violência física, psicológica e sexual, negligência, abandono ou a própria conduta, apurando e encaminhando aos órgãos competentes prestarem o atendimento à necessidade que a situação apresenta.
As atribuições do Conselho Tutelar estão expressas no art. 136 do ECA.
Por ser autônomo, em matéria de sua competência, o Conselho Tutelar delibera, ou seja, toma decisões e age, aplicando medidas práticas sem qualquer interferência externa. Assim, o Conselho Tutelar decide e aplica as medidas protetivas (ECA, art. 101, I a VII) que entender mais adequadas e convenientes à criança e ao adolescente. Exerce suas funções com independência, mas fiscalizado pelo CMDCA, pela autoridade judiciária (que poderá rever as medidas aplicadas pelo Conselho Tutelar, mediante pedido de quem tenha legítimo interesse), pelo Ministério Público e pela sociedade em geral .

O Conselho Tutelar não julga, processa ou pune quem infrinja os direitos da criança e do adolescente, mas poderá “encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança e do adolescente” (ECA, art. 136, IV); poderá também, fiscalizar as entidades de atendimento (ECA, art. 95), bem como iniciar os procedimentos judiciais de apuração de irregularidades em entidades de atendimento, através de representação (ECA, art. 191) e apuração de infrações administrativas (ECA, art. 194).
No entanto, o Conselho Tutelar não deve ser um órgão estático, que apenas aguarda o encaminhamento de denúncias. Deve ser atuante e itinerante, com preocupação eminentemente preventiva, aplicando medidas e efetuando encaminhamentos diante da simples ameaça de violação de direito da criança e do adolescente.
O Conselho Tutelar é um órgão colegiado, devendo suas deliberações ser tomadas pela maioria dos votos de seus integrantes, em sessões deliberativas próprias, realizadas de forma como dispuser o Regimento Interno, sem prejuízo do horário de funcionamento previsto na legislação municipal específica. Quando um Conselheiro Tutelar se encontrar sozinho e havendo urgência, ele poderá tomar decisões monocráticas, submetendo-as a posterior aprovação do colegiado. Todos os casos atendidos, aos quais seja necessária a aplicação de uma ou mais medidas previstas nos arts. 101 a 129 do ECA, e mesmo as representações oferecidas por infração às normas de proteção à criança e ao adolescente, deverão passar pela deliberação e aprovação do colegiado, sob pena de nulidade dos atos praticados isoladamente por apenas um ou mais Conselheiros Tutelares, sem respeito ao quórum mínimo de instalação da sessão deliberativa (colegiado).

Contatos:
Telefone: (84) 3333-2001

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) - Campus Apodi


O Campus Apodi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) integra a II Fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, iniciada em 2007.
Distante 328 km da capital, o município de Apodi tem seu Campus do IFRN instalado numa área de 50,3 hectares, equivalente a 503.277 m², cedida pelo governo do Estado, e desmembrada de um terreno pertencente à Empresa Agropecuária do Rio Grande do Norte - EMPARN, parceira do Campus nesse empreendimento.

Com localização privilegiada na microrregião da Chapada do Apodi, região oeste do Estado, a cidade está inserida na Bacia Hidrográfica Apodi-Mossoró e situa-se nas terras férteis do Vale do Apodi onde se localiza a Barragem de Santa Cruz, com 600 milhões de metros cúbicos e capacidade irrigável para 20 mil hectares de terra.

Do ponto de vista econômico, Apodi concentra arranjos produtivos focados nos setores de serviços, indústria, petróleo e gás, piscicultura, agricultura e pecuária, com destaque para a ovinocaprinocultura e apicultura de negócios, além de possuir vocação natural para o turismo ecológico, uma vez que o município abriga o segundo mais importante Sítio Arqueológico do Brasil, o Lajedo de Soledade. 

O Campus Apodi, situado na Comunidade Rural Lagoa do Clementino, a 5 km da sede, tem demanda assegurada para estudantes do município e das cidades vizinhas de Governador Dix-Sept Rosado, Umarizal, Felipe Guerra, Rodolfo Fernandes, Caraúbas, Itaú, Severiano Melo, dentre outros, bem como dos municípios fronteiriços do Estado do Ceará.

Cursos ofertados pelo IFRN em Apodi



Apodi no google maps


Exibir mapa ampliado

Cultura

Cultura é tudo aquilo que não é natureza, ou seja, tudo o que é produzido pelo ser humano. Por exemplo: a terra é natureza e o plantio é cultura. É o desenvolvimento intelectual do ser humano, são os costumes e valores de uma sociedade. 
Segundo Terry Eagleton, a raiz latina da palavra «cultura» é colere, que pode significar tudo, desde cultivar e habitar até prestar culto e proteger.

De acordo com Alfred Kroeber para a ampliação do conceito de cultura pode ser relacionada em alguns pontos. entre eles:
1. A cultura, mais do que a herança, determina o comportamento do homem e justifica as suas realizações.
2. O home age de acordo com seus padrões culturais. Os seus instintos foram parcialmente anulados pelo longo processo evolutivo porque passou.
3. A cultura é o meio de adaptação aos diferentes ambientes ecológicos. Em vez de modificar para isto o seu aparato biológico, o homem modifica o seu "superorgânico".
4. Em decorrência da afirmação anterior, o homem foi capaz de romper as barreiras das diferenças ambientais e transformar toda a terra em seu hábitat.
5. Adquirindo cultura, o homem passou a depender muito mais do aprendizado do que agir através de atitudes geneticamente determinadas.

Quer escrever algo sobre a cultura do povo de Apodi? 
Mande e-mail para tudodeapodi@hotmail.com

Quer escrever sobre esses assuntos? Mande pra gente
- Vaquejada
- Oeste Leite
- Emancipação Política
- Copa Municipal de Futebol
- Forrós
- Emancipação política (23 de março)
- Apodi Folia

cultura

Sítio Rio Novo - comunidade


Origem do Nome Rio Novo
Segundo Raimundo Alves da Silva, de 80 anos morador nascido na comunidade, o nome Rio Novo foi dado pelos moradores do lugar no ano de 1817, quando ocorreu a primeira enchente naquelas terras que até então não tinha nome. As águas de um rio próximo passaram para essas terras através de um canal (uma baixa) que se abriu como o resultado de muitas chuvas durante o intenso inverno ocorrido naquele ano, assim se formou um novo rio.

Em relação aos primeiros moradores da comunidade Rio Novo, sabe-se que foi a família de Sebastião Nogueira e Dona Antônia Nogueira. Tiveram muitos filhos dos quais sabe-se o nome de alguns: Manoel Pedro Nogueira, Laurindo Nogueira, Geraldo Nogueira, Joaquim Nogueira de Morais, Sebastião Nogueira de Morais, Maria, Josefa, Tionila e Brasiliano. Antigamente tudo era muito simples e difícil, desde a educação a alimentação.

Na Educação as pessoas davam aulas particulares em suas próprias casas, pois não existiam escolas. Era preciso pagar para aprender a ler e a escrever, por isso muitas pessoas se mantiveram analfabetas. Depois de alguns anos as pessoas foram perdendo o medo de algumas histórias mentirosas contadas por seus pais e avós e começaram a se deslocar para estudar na cidade vizinha Felipe Guerra. Não tinham transporte, iam de bicicleta! No inverno as dificuldades aumentavam, tinham que atravessar o rio de canoa e muitas vezes não iam para a escola quando chovia.

A alimentação era baseada na agricultura, comiam do que se plantava; feijão, arroz, milho, batata, frutas e etc. Quando queriam comer carne matavam algum animal dos quais criavam. Se divertiam contando histórias, piadas e lendas. Era muito difícil haver uma festa grande, mais quase sempre as pessoas faziam tertúlias dançantes em suas casas. Isto quando chegou energia elétrica na comunidade em 1917.

História Completa do Rio Novo - aqui
Obs: Cartilha confeccionada pelos alunos da Escola Zenilda Gama.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Rio Apodi/Mossoró

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Rio Apodi
Comprimento
Altitude da nascente
Área da bacia 14 271 km²
País(es) Brasil

O Rio Apodi/Mossoró é o maior rio totalmente norte-rio-grandense; nasce na Serra da Queimada, em Luiz Gomes e atravessa a Chapada do Apodi. Ao penetrar no município de Mossoró recebe o nome de Rio Mossoró, atravessa esta cidade e deságua no Oceano Atlântico, na cidade de Areia Branca, onde recebe o nome de rio Ivipani. Seus principais afluentes os rios do Carmos, Upanema e Umari, os riachos Pitombeira, Tapuio, Grande e Bonsucesso e o Córrego Apodi.
No início do século XX este rio era a principal fonte de alimento e dele retirada água que abastecia a cidade.
A bacia do rio Mossoró/Apodi é a segunda maior bacia hidrográfica do estado, ocupando uma área de 14.271 km², o que corresponde a 27% do território estadual.

sábado, 20 de novembro de 2010

Velho Traça - jogador

Isaias Felipe da Silva, conhecido popularmente por “Traça”, nascido a 13 de fevereiro de 1936, filho de Manoel Felipe da Silva e Maria Otília da Silva.
O velho Traça foi o melhor jogador de todos os tempos que jogou na cidade de Apodi. Iniciou sua carreira em 1951 jogando pela Seleção de Assu, na posição de ponta esquerda, quando marcou seu primeiro gol, contra o time da União de Mossoró.

Traça antes de chegar em Apodi jogou pelos seguintes times: Russas-CE, Limoeiro do Norte-CE, Tabuleiro do Norte-CE. Fez teste no Fortaleza e no Ceará Sporting Clube, daí recebeu convite do Ferroviário de Fortaleza, onde jogou algumas partidas pelo Ferrim Cearense. Do Ferroviário partiu para o time da Base, o Calouros do Ar, posteriormente deslocou-se para a cidade de Mossoró para jogar pelo Baraúnas. Jogou ainda pela Seleção de Patos-PB, estreando naquela cidade do Alto Sertão Paraibano jogando contra o time Estrela do Mar de João Pessoa.

Chegou a Apodi em 1967, quando disputou o primeiro campeonato realizado no Estádio Antonio Lopes Filho, continuando sua carreira até 1980, quando encerrou sua carreira e continuou morando no Antonio Lopes Filho. Em 1989 o então prefeito Simão Nogueira ergueu uma casinha no interior do estádio, a qual foi doada ao velho Traça.

O Velho Traça jogava bola demais, ele costumava driblar a defesa adversária e aqui e acolá, antes de chutar para o gol, dava uma paradinha e ficava fazendo o gesto com as mãos como estivesse salgando a bola, e quando os adversários partiam para tomar a bola, ele chutava para o gol, deixando a torcida feliz da vida, enquanto, os adversários estressados.


Tem mais informações ou foto do Velho Traça? Mande email para tudodeapodi@hotmail.com e nós postaremos com todo prazer.

Nêgo de Lalá - jogador

nego de lalá


JOSÉ HUMBERTO MOREIRA DE FREITAS, conhecido popularmente por Nêgo de Lalá, natural de Apodi, nascido a 19 de abril de 1962, filho de Alaíres Dias de Freitas, Seu Lalá.  Foi um dos melhores jogadores apodienses, tanto no futebol de campo como no de salão.

Ele jogou nas seguintes equipes: Associação Cultural e Desportiva Apodiense - ACDA, Grêmio, AVAP: Associação Vale do Apodi, fundada a 13 de junho de 1983, Fortaleza Apodiense, Associação Atlética Banco do Brasil - AABB (Apodi), Silva Maia, A Sertaneja, Comercial Tôrres, COOPERMIL, Fluminense (Córrego) e Bahia Apodiense. Jogava na posição de meia direita, nas décadas de 70 a 90. Participou das competições: Copa Oeste e Copa Municipal de Apodi, Interiorano, Semana Universitária, Semana de jogos da ACDA, Pré-carnavalesco e Copa Mossoró de Futsal.

Atuou mais vezes na equipe da ACDA, que tinha a seguinte formação: Erivan Lima, Diassis, Neto Romão, Gilvan, Nenem Mossoró, João Manoel, Zé Maria de Lalá, Jeová, Cícero, Nego de Lalá, Edilson, Neto de Neuzin, Jaú e Tantico, tendo como responsáveis pela equipe Diassis do correio e Mário Marinho da Mota.
Atualmente Nêgo de Lalá trabalha no setor pessoal da Secretaria Municipal de administração e planejamento de Apodi e reside na Rua Adrião Bezerra, vizinho ao Estádio Antonio Lopes Filho em Apodi /RN.

Tem mais informações sobre Nêgo de Lalá – mande pelo e-mail: tudodeapodi@hotmail.com

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Raimunda Alves da Costa - ex-vereadora


RAIMUNDA ALVES DA COSTA, mais conhecida por "Mundinha" ou "Mol de Chico Santino", natural de Apodi-RN, nascida a 21 de julho de 1921, no Sítio Santa Rosa, Apodi. É Filha de Manuel Pedro Viana e de Francisca Antonia de Oliveira.

Era uma das lideranças daquela comunidade, tendo sido a primeira mulher a assumir a Câmara Municipal de Apodi o cargo de vereadora de Apodi. Ela não foi eleita, nas eleições de 1968, e sim, a mesma conquistou a primeira suplência e assumiu a titularidade, deixando este fato para a história do Apodi, já que a primeira mulher a ser eleita em Apodi foi Maria de Fátima, porém, a mesma não é apodiense e sim, de Taboleiro Grande-RN. Era casada com Francisco Moreira de Souza, vulgo Chico Santino. Faleceu em 13 de fevereiro de 1993.

Fontes consultadas: Paisagens Femininas de Apodi - Maio de 2006 - Vilmaci Viana
 e http://jotamaria-cmapodi.blogspot.com/ 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Valdemiro Pedro Viana - ex-prefeito

valdemiro

VALDEMIRO PEDRO VIANA nasceu no Sítio Santa Rosa, município de Apodi-RN, no dia 17 de maio de 1925, filho do agricultor Manoel Pedro Joaquim Viana e  Francisca Antônia de Oliveira. Aos sete anos de idade começou a trabalhar  na agricultura  e também iniciou seus estudos com a professora Analice Barbosa no Sítio Anselmo, onde perfazia a pé um percurso de 8 km de ida e volta  da sua casa até a escola. Valdemiro trabalhou em olarias no fabrico de tijolos e telhas, foi pescador, pecuarista, pedreiro, barbeiro, comerciante, carpinteiro, político, empresário, repentista e tocador de viola. Após concluir o ensino primário, parou os estudos e se dedicou ao trabalho da agricultura, chegando a ser o maior produtor de arroz do município de Apodi.

Aos 25 anos, passou a construir uma casa e começou a pensar em constituir uma família. Em 19 de Abril de 1952, casou-se com Maria Fernandes de Sousa (Dona Mozinha) e deste matrimônio nasceram dez filhos: Neta (in memorian), Rita, Gilvan, Socorro, Dilma, Vilma, Vilmací, Antônio, Júnior e Vanuza.

Fundou e dirigiu as seguintes instituições: Sindicato Rural de Apodi e Cooperativa Rural de Água Fria; foi vice-presidente da COOPERMIL, membro da Comissão da Missão Rural pertencente à Diocese de Mossoró, presidente do Centro Social Éneas Barbosa do Sítio Água Fria. Depois de exercer os cargos de presidente do Centro Social de Água Fria, de líder comunitário em Santa Rosa, além de participar de vários outros movimentos ligados a ação comunitária, Valdemiro finalmente chega à política do seu município, elegendo-se vereador no ano de 1962.

Um fato marcante na vida pública de Valdemiro foi a oportunidade que teve quando assumiu durante 40 dias a Prefeitura de Apodi no período de 18 de fevereiro a 30 de março de 1963, por motivo do afastamento do prefeito João Pinto. Foi através deste trabalho que Valdemiro ficou conhecido como um grande administrador, sincero, honesto e cumpridor dos seus deveres.

Como vereador mais votado em 1962, logo conseguiu ser eleito o Presidente da Câmara Municipal dos Vereadores de Apodi, onde após desenvolver ótimo trabalho, foi conclamado a ser o próximo candidato a prefeito nas eleições de 1968, tendo sido vitorioso ao lado do vice Júlio Marinho. Ao terminar o primeiro mandato, Valdemiro foi ser empresário ceramista e produtor de arroz. Em 1976, foi eleito pela segunda vez Prefeito de Apodi, tendo Hélio Marinho como vice. Nas duas vezes em que ocupou o cargo de prefeito de Apodi, Valdemiro conseguiu empreender uma administração plena de realizações. Com todos os benefícios prestados, Apodi deu um passo de gigante em busca da pujança que hoje representa para o Estado.

Dentre tantas obras que realizou, destacam-se: eletrificação da cidade de Apodi, dos Sítios: Melancias, Soledade e São Lourenço; implantação do sinal de TV Verdes Mares de Fortaleza; construção do Açude Melancias; do conjunto COHAB; implantação do sistema de telefonia TELERN; implantação do Banco do Nordeste; implantou o sistema de abastecimento de água da CAERN; construiu várias escolas rurais, nos seguintes sítios: Pitombeira, Traíras, Cápua, Santa Cruz, Poço Verde, Santa Rosa, Sororoca, Bamburral, Bela Vista, Pindoba, Rio Novo, Trapiá, Baixa Fechada, São Lourencinho,  Góis, Soledade, Retiro, Ponta, Melancias, Lajes do Meio e também a Unidade Educacional Professora Lourdes Mota; construiu o Cemitério Público do Sítio  Soledade; construiu a estrutura do Hospital Regional Hélio Morais Marinho, postos de saúde nos sítios: Soledade, Melancias, Córrego, Santa Rosa e Sitio do Góis. Implantou o MOBRAL, Casulo e o ensino de 2° grau no município de Apodi.

Durante dez  anos  prefeito, várias outras obras foram realizadas, obras essas que  colaboraram para o   desenvolvimento do município de Apodi.

Valdemiro faleceu no dia 02 de junho de 2001 no Hospital do Coração em Natal-RN, vitima de falência múltipla dos órgãos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Vilmací Viana - escritora

 vivi
Maria Vilmací Viana dos Santos (VIVI) Nasceu no Sitio Santa Rosa, Município de Apodi -RN, no dia 17 de Maio de 1962. Filha do Agricultor e Ex-Prefeito de Apodi Valdemiro Pedro Viana e da Artista Plástica Maria Fernandes de Sousa ( Mozinha). Casada com o empresário ceramista engenheiro, Genival Santos e mãe de Anabele Viana Santos.

Em 1982 graduou-se em Educação Artística, Habilitação em Artes Cênicas na UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte.Em 1988. Pós-graduou-se em Educação Especial na FAFI-BH Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte-MG .

Seu Histórico Escolar teve inicio na Escola Ferreira Pinto onde concluiu em 1972 seu curso Primário e na Escola professor Antônio Dantas onde concluiu em 1977 o Curso Ginasial. Todas escolas públicas da cidade de Apodi-RN. Em Natal-RN, concluiu em 1980 o Segundo Grau e fez Curso de Auxiliar de Escritório no Hipócrates Colégio e Curso .

Exerceu a função de Professora de Educação Artística durante os anos letivos de 1985 e 1986 nas Escolas da Rede Oficial de Ensino do RN: Anísio Teixeira e Atheneu Norte-Riograndense.
Em 1982 iniciou a função de Assessora Parlamentar na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

No Estado de Rondônia ( Período de 1989 A 1998 ) Exerceu várias funções: Arte-educadora da Divisão de Ensino Especial da Secretaria de Educação do Estado, onde prestou serviços as APAES, Sociedade Pestalozzi e Escolas Afins. Foi assessora da presidência do IPERON – Instituto de Previdência do Estado de Rondônia. Exerceu o cargo de Secretária de Cultura do Estado de Rondônia no período de 1997 a 1998.

Escreveu os livros:
TRAJETÓRIAS POLÍTICAS – ISAURO E VALDEMIRO ) julho de 1997;
PAISAGENS FEMININAS DE APODI (maio de 2006) – Coleção Mossoroense;
Produziu o MEMORIAL VALDEMIRO PEDRO VIANA e a EXPOSIÇÃO DE PINTURA EM TELA –AQUARELAS DA MOZINHA) – APODÍ – RN;
É membro fundador da Academia Apodiense de Letras ( APODI –RN) e do Memorial da Mulher (NATAL-RN);
Membro da Academia Feminina de Letras do RN;
Membro da AJEB ( Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil, seção RN);
Membro da SPVA- RN Sociedade dos Poetas Vivos e Afíns do RN;
Membro do CLAMBOM- Clube dos Amantes da Boa Música;
Faz parte do Movimento Poetas Del Mundo ( Cônsul-Poeta do Bairro Lagoa Nova NATAL- RN)

Atualmente trabalha na área cultural onde desenvolve pesquisas, buscando resgatar e engrandecer a cultura do estado do RN.
Desenvolve um trabalho de difusão cultural através do blog:  www.vivicultura.blogspot.com

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Blogs





















Academia Apodiense de Letras - AAPOL

A Academia Apodiense de Letras – AAPOL, foi fundada no dia 23 de março de 2006, na Casa de Cultura de Apodi RN. Primeira instituição de preservação histórica e literária de Apodi, a criação da AAPOL foi uma iniciativa do historiador Marcos Pinto, principal estudioso da cultura apodiense, cuja iniciativa foi alimentada por vários anos pelo saudoso Jerônimo Vint-um Rosado Maia que insistia que Marcos Pinto criasse a Academia Apodiense de Letras.
A missão da academia é contribuir com o desenvolvimento cultural da cidade; destacar a memória desta terra; estimular a produção literária, artística, cientifica e ao espírito humanista, valorizando a sabedoria prática e a tradição oral de homens e mulheres acadêmicos do saber e da Cultura Potiguar.

PRIMEIRA DIRETORIA
Marcos Antonio Pinto – Presidente
José de Paiva Rebouças – Vice-Presidente
Raimundo Vieira de Souza – 1º Secretário
Maria Salomé Oliveira Pinto – 2º Secretário
José Neuremberg de Souza – 1º Tesoureiro
Edvan Pinto – 2º Tesoureiro
Leila Carla Dantas de Sena – Diretora Social
Willliam Lopes Guerra – Diretor de Patrimônio

CONSELHO FISCAL
Antonio Rosemberque Pinheiro e Mota
Dionísio Cosme Neto
Edvan Pinto
Flaviano Moreira Monteiro

LISTA DE IMORTAIS DA AAPOL
Antonio Rosemberg Pinheiro e Mota
Antonio Caubí Marcolino Torres
Antonio Viana de Souza
Antonia de Oliveira Torres Alves
Alaíres Dias de Freitas
Altino Dias de Paiva
Dionízio Cosme Neto
Edivan Pinto
Robson Lopes
Francisca Ferreira da Costa Maia
Francisco Holanda Cavalcante
Francisco Janilson de Carvalho
Francisca Francina Mota de Melo
Flaviano Moreira Monteiro
Isa de Aceto Mota
José de Paiva Rebouças
Leyla Carla Dantas de Sena
Maria Francisca Pinto Gomes e Araújo
Maria do Socorro Morais
Maria da Saúde de Souza e Silva
Maria Coeli Magno
Maria Romana Leite
Maria do Socorro da Silveira Pinto
Maria Vilmaci Viana
Maria de Lourdes da Silveira Bezerra
Maria Ieda da Silva
Maria Salomé de Oliveira Pinto
Maria Necy Noronha e Souza
Marcos Antonio Pinto
Marcos Leite de Souza
Nuremberg Ferreira de Souza
Pedro Neefs
Raimundo Vieira de Souza
Raimunda Nonata da Silva Rêgo
Rosa Ferreira Lima
Raimundo Pereira
Willian Lopes Guerra
Theodoro Snijders

Gilberto Olinto

image Gilberto Veríssimo Torres, conhecido como Gilberto Olinto e também como “Gilberto Doido”, é Agricultor e natural de Apodi RN,  nascido em 8 de fevereiro de 1968, filho de Francisco de Souza Veríssimo e de Isabel Francisca da Conceição. Duas vezes candidato a deputado estadual, em 2000 conquistou mais de 8 mil votos e em 2006 conquistou mais de 3 mil votos em Apodi. Em 2004 foi candidato a prefeito pelo Apodi, pelo PT e obteve 377 votos. Candidato a Deputado Estadual em 2010 obteve 520 votos.

Gilberto iniciou sua militância em 1984, na diretoria do grêmio estudantil da Escola Estadual Antônio Dantas, onde foi criador do JOEAP/JOCAP.

No movimento estudantil secundarista participou da comissão oestana pró-grêmio, e pró-democratização das escolas públicas. Organizou os ENJESOS – Encontro da Juventude Estudantil Secundarista Oestana, nas cidades de Areia Branca, Janduís, Caraúbas e Apodi.

Em 1987 ingressou no Banco do Brasil, participando ativamente da luta dos bancários, sendo representante no RN na comissão dos bolsistas do BNB.

Em 1990, ingressou na UERN, em ciências sociais e foi eleito presidente do centro acadêmico e do CONSEP. Em 1992, foi diretor de imprensa do DCE.

Já foi presidente da Associação Cultural de Estudantes de Nível Superior - ACENIS, fundada em 14 de setembro de 1978, participando da comissão da defesa civil e cidadania, atuando na luta dos trabalhadores rurais, por política de convivência com a seca. Apoiou a luta dos sem teto, sem terra e foi coordenador da Associação dos Motoqueiros de Apodi.

Em 2016 foi candidato a vereador de Apodi pelo PEN, obtendo 61 votos, mas não foi eleito. 

Obs: Tem alguma informação para colocar na biografia do Gilberto? Mande para tudodeapodi@hotmail.com e nós postaremos.

Igreja Evangélica Betel Brasileiro

A igreja Igreja Evangélica do Betel Brasileiro em Apodi, foi fundada no dia 14 de março de 1987, por Maria da Salete Costa de Oliveira, Raimundo Souza de Oliveira, Marta da Costa e Silva Duarte, Mirian Costa de Oliveira, Marta Michelly Costa de Oliveira, Maria Patrícia Costa de Oliveira e Sara Lene da Costa e Silva Duarte.

Os primeiros cultos realizados no templo foram nos dias 14 e 15 de março de 1987, através dos seminaristas Eli Rodrigues e Tereza Luchesi. Nesse tempo a igreja já contava com treze membros e vinte e oito agregados. Sendo o primeiro batismo realizado no templo da Igreja Batista nesta cidade no dia 2 de agosto de 1987, pelos pastores: Severino Gomes da Silva e Josafá Ferreira dos Santos.

Em novembro de 1986, o pastor Severino Gomes da Silva, seguindo orientação do Instituto Bíblico Betel Brasileiro, fez sua primeira visita regional para averiguação da obra e confirmou que o Instituto Bíblico Betel Brasileiro assumiria a obra definitivamente no território apodiense. Em fevereiro de 1987 a seminarista Tereza Luchesi realizou um abençoado ministério de evangelização ganhando as primeiras almas para o reino de Deus. O primeiro ganho para Cristo foi Francisco Chagas, e com o desenvolvimento, foi necessário à solicitação ao Instituto Bíblico Betel Brasileiro de um obreiro com tempo integral.

Em entendimento entre a irmã Maria da Salete Costa Oliveira e missionária professora Lídia Almeida de Meneses, ficou determinado que o aluno provisionado Eli Rodrigues estaria visitando o campo em caráter de escala semanal dando assistência a esta obra, o qual ainda permanece recebendo a partir desta data a licenciatura ao pastorado da Igreja.

Nesses mais de 20 anos de atuação o Ministério Betelino em Apodi, desenvolveu um excelente trabalho na área sócio-educacional, com a fundação do Centro Social Beneficente George Marinho Costa, que manteve convênio com a Visão Mundial, atendendo a 200 crianças e adolescentes pelo sistema de apadrinhamento, tendo como país de apoio os Estados Unidos e a Escola Evangélica Betel, que atendeu a mais 800 alunos no período de janeiro de 1990 a dezembro de 2004, a referida escola foi mantida pela Visão Mundial e por um Convênio com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte.

Aos longos desses anos, passaram por este abençoado ministério diversos homens de Deus- Pastores, que deram continuaram o trabalho que começou no coração do Senhor. Poderíamos aqui mencionar alguns deles: Pr. Antonio Silva, Pr. Damião Pereira, Pr. Raimundo José Linhares, Pr. Saulo de Castro Batista e atualmente temos como líderes, o Pr. Agnaldo Lopes e a Mis. Ana Cláudia.

FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE

Tem foto da Igreja Betel? Tem mais informações? mande e-mail para tudodeapodi@hotmail.com e nós postaremos.

Igreja Evangélica Assembléia de Deus

A história da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Apodi, tem sido um marco referencial do evangelho em nosso município. O trabalho da Assembléia de Deus em Apodi RN iniciou no ano de 1934 quando o irmão Zequinha do Quixadá, vindo do Ceará celebrava culto no sítio Pau Ferrado, em Apodi, na residência do irmão Cícero Costa. No ano de 1940 o pastor João Vieira vinha ministrar a santa ceia para os poucos crentes da Assembléia de Deus em Apodi. O trabalho oficial da Assembléia de Deus em Apodi foi instalado no ano de 1960, quando o pastor José Juvêncio alugou um prédio na Rua Antônio Lopes Filho. O primeiro templo construído pela Assembléia de Deus no endereço atual à rua 1º de maio 203 foi construído pelo pastor Francisco Félix da Rocha e inaugurada em 20 de novembro de 1965. O pastor Félix criou o conjunto Lírio dos Vales.

1- FRANCISCO FÉLIX DA ROCHA assumiu o trabalho da Assembléia de Deus em Apodi, em Junho de 1963, onde permaneceu até Janeiro de 1969. O irmão Félix era um evangelista com ação pastoral. Fez trabalho de evangelização no bairro lagoa seca e adjacências, tendo conquistado inúmeras almas para Cristo Jesus, entre os quais os irmãos Roldão, Raimunda Alves, Manoel Pereira, Bombim, Galego, Dodora, Lourdes Andrade entre tantos outros.

2- JOSÉ DEMÉZIO DA SILVA cuidou da igreja em dois períodos, assumiu o trabalho da igreja em 11 de 
janeiro a 07 de março de 1969, depois de 06 de setembro de 1978 a 02 de fevereiro de 1982. O maior destaque do trabalho do pastor Demézio era conduzir a igreja através do incentivo à oração, criando nos irmãos uma cultura de oração e jejum.

3- SEVERINO MISAEL DE SOUZA era um evangelista com ação pastoral, cuidou da igreja de 10 de março de 1969 a 02 de fevereiro de 1982 onde, além de ganhar muitas almas para Cristo priorizou a construção da casa pastoral.

4- CÍCERO GOMES pastoreou a igreja de fevereiro de 1982 a setembro de 1986. Construiu as salas do 1º andar da nossa igreja e manteve a igreja nos ensinamentos da Bíblia Sagrada.

5- PASTOR JOSÉ HERMÍNIO PEREIRA cuidou da igreja de 1986 a 1988, onde expandiu a evangelização e priorizou com muita ênfase o ensinamento da palavra de Deus.

6- PASTOR ANTÔNIO MARROCOS SOBRINHO de 1988 a 1991 deu continuidade ao trabalho do Pastor José Hermínio, priorizando o ensinamento e a unidade da igreja.

7- PASTOR VALDEMAR FÉLIX assumiu o trabalho da Assembléia de Deus em Apodi no ano de 1991. Aqui permanecendo até o ano de 1994, também cumprindo a bíblia como determina a convenção geral da IEAD.

8- PASTOR RIBAMAR DA COSTA no período de 1994 a 1998, fez a reforma da nossa igreja, aumentando o espaço físico e ensinando que a igreja também precisa se preocupar com as causas sociais, aqui iniciando um trabalho social em favor dos mais carentes.

9- PASTOR FRANCISCO CORIOLANO NETO de 1998 a 2004, deu continuidade a esse pensamento social e expandiu o trabalho com novas congregações, ponto de pregações dotou a igreja de nova bancada, ventiladores, computador e fez a reforma da casa pastoral.

10- PASTOR ISAAC DIAS DE SOUSA chegou a Apodi em 07 de julho de 2004 e imbuído de um espírito missionário expandiu o trabalho para várias comunidades rurais e assentamentos do nosso município, inclusive com abertura de trabalhos na Zona rural e os denominados Campos Missionários rurais com quatro famílias de tempo integral nos sítios Góis, Paulo Canapum, Lage do meio e Arção. O pastor Isaac Dias fez uma reforma administrativa, com criação dos setores, e departamentos, investimento na estrutura física do templo central, com aquisição de novos mobiliários e equipamentos de som, além de construção de novas congregações e aberturas de pontos de pregações em diversos bairros e comunidades rurais de nosso município. A conclusão do templo sede que a mais de 20 anos estava em construção tornou-se um grande marco na gestão do Pastor Isaac Dias. A saída do Pastor Isaac Dias, no dia 19 de Fevereiro de 2010, marcou a historia da Igreja de Apodi

11- PASTOR JAIME MARIANO DE AZEVEDO FILHO assume a Igreja Assembléia em Apodi no dia 18 de fevereiro de 2010, iniciando uma nova página da história da Igreja.
A igreja evangélica Assembléia de Deus, em Apodi vem sendo um marco da história do evangelho, primando pelo cumprimento da doutrina bíblica e não se afastando dos ensinamentos que lhe são peculiares, sendo uma igreja que vem apresentando um amplo crescimento estrutural e sobre tudo com grandes conquistas espirituais concedida por nosso Senhor Jesus Cristo.

Por Presbítero Marcilio Reginaldo. 


Tem alguma informação a mais ou foto?  Mande para o email: tudodeapodi@hotmail.com  e nós publicaremos.

domingo, 31 de outubro de 2010

Fotos das rádios

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Rádio Cidade FM

 Rádio Lagoa FM. Soledade.

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Rádio AM Vale do Apodi


Obs: Falta foto da rádio Luta. Se você tiver alguma foto é só mandar para o email: tudoeapodi@hotmail.com e nós postaremos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fotos de escolas estaduais

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Escola Alvaní de Freitas Dias - CAIC 
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Escola Antonio Dantas
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Escola Ferreira Pinto 
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 Escola Gerson Lopes
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Escola Zenilda Gama

Carnaval

O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.

A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo já que fugia das reais origens da festa como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência européia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas da forma semelhante às de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. A esta favorável recepção, acrescentou-se as famosas marchinhas carnavalescas que incrementou a festa e a fez crescer em quantidade de participantes e em qualidade.

Ver mais sobre o carnaval

sábado, 16 de outubro de 2010

Novo blog de Apodi

Caros leitores. Apresento a todos mais um blog sobre Apodi. Este blog intitulado Tudo de Apodi tem a missão de catalogar as informações sobre nosso município, principalmente as que dizem respeito a história e a cultura de nosso povo. Gostaríamos que todos divulgassem a idéia. Quer ser colaborador e autor do blog? é só mandar um e-mail para tudodeapodi@hotmail.com  e entraremos em contato contigo.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Festas Juninas

As festas juninas são festas de origem católica, pois antecedem o nascimento de Cristo. Em certa época e durante um longo período os católicos e cristãos passaram a associar a festa junina como uma celebração do aniversário de São João, que acontece no dia 24 de junho, mais tarde, os católicos incluíram os dias de Santo Antônio (13 de junho), São Pedro (29 de junho). Quando chegou ao Brasil o nome foi modificado para junina, pois é uma festa trazida pelos portugueses e que logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros e que depois passou a ser uma festa típica em todas as regiões do Brasil.
Esta festa tem total influência no Brasil, principalmente na alimentação, pois por culpa dele foi introduzida ao cardápio brasileiro a mandioca (aipim), milho, canjica, arroz doce, cocadas, bolo de fubá, cuscuz, vinho quente, quentão, leite de coco, pé de moleque, doce de abóbora, paçoca, doce de batata, e etc. Costumes culturais também tiveram grande influência como à música sendo forrós, quadrilha, a dança de fita, a fogueira, os fogos de artifício, as bandeirinhas, vestidos de caipirinha, chapéu de palha, bigode, lenço no pescoço, remendos nas calcas, camisa xadrez, tranças no cabelo, sardinhas nas bochechas, brincadeiras como pescaria, corrida de saco, correio elegante, bingo, e etc.
As festas juninas são comemoradas no Brasil no mês de junho, porém como tudo muda, em alguns lugares as pessoas costumam comemorar a festa junina que acontece no mês de julho.
Essa festa é prestigiada por muitas pessoas, a comemoração é muito gostosa e divertida.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sítio do Góis - comunidade

Sobre a origem do Sítio do Góis, o mesmo foi descoberto no dia 14 de setembro de 1784, por Zé do Góis ele morava no Sítio Retiro – CE. Através de uma caçada quando chegou debaixo de um pé de oiticica viu um molhado, então cavou e deu uma cacimba feita pela obra da natureza. Esta existe até hoje e é chamada de cacimba do Góis. Vindo morar no ano de 1786. Depois vendeu o Sítio do Góis ao senhor Cândido Estevo e ao senhor José Antonio, conhecido como José Sauna.
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Cacimba do Góis
José Antonio deixou uma “botija” debaixo de um juazeiro, que ainda existe. No ano de 1914 os moradores eram: João do Rosário, Manoel do Rosário, Izaca José Fernandes e a velha Raulinda e outros mais.
Nessa época estas famílias viviam da caça do mato: como tatu, peba, porco do mato, girita, teju. Também era parte relevante a massa de macambira. As feiras eram realizadas em Mossoró, com carros de boi. Trazia a farinha, café, rapadura que vinham do Cariri. O transporte era feito ao lombo de burros e jumentos.
O primeiro transporte a andar no Góis foi a “baratinha de Zé Patrocínio” (que era uma rural). A primeira missa celebrada no Sítio do Góis foi na casa de Zaca de Zé Fernandes pele Padre Benedito Alves. Nessa época os moradores eram Nel Baieta, Pedro de Josefa, Rodrigo, Miscena, Chico Valdivino e outros mais. A primeira professora foi Francisca Padre, no ano de 1937.
A vida sempre foi difícil para as famílias que basicamente viviam da agricultura e da pecuária. Hoje já aconteceram mudanças, a primeira coisa a ser feita foi a Igreja Católica, que foi construída com o apoio da comunidade. Temos dois grupos: o CESPE feito pela FUNDEVAPI e a comunidade, temos duas sedes a do flamengo e do Botafogo (hoje desativadas), uma quadra de esporte e etc.

Cada família tem um lote de 20 hectares além da área coletiva e a área de reserva legal. Cada família trabalha no seu lote e também trabalham em regime de mutirão na área coletiva. Nos Lotes o trabalho sempre é realizado através de mutirão com 2 a 3 pessoas. 
Existe uma Associação fundada em1998 é neste espaço que se discuti toda vida do assentamento. Hoje a comunidade conta com apoio de vários parceiros como: STR - Sindicato dos Trabalhadores (as) Rurais de Apodi e a CPT - Comissão Pastoral da Terra. As famílias que mais antigas que habitaram e ainda habitam o Sitio do Góis tem uma vasta experiência com o plantio de algodão desde a época que se trabalhava com o bom e velho algodão mocó. Com a política de incentivos ao cultivo do algodão herbáceo houve a transição e as famílias passaram o monocultivo do herbáceo e com isso o fracasso da cadeia por muito tempo. 
O Assentamento conta com Assessoria Técnica do Projeto Dom Helder Câmara em parceria com COOPERVIDA; em 2009 o P.A foi contemplado com um projeto de Algodão agroecologico em Consorcio que vem mudando a forma de pensar dos (as) agricultores (as). O PA possui hoje uma discussão muito interessante no que se refere às questões ambientas principalmente na conservação de solo e de espécies ameaçadas. Essa evolução no manejo dos recursos e na adaptação de técnicas que possam ser utilizadas de forma mais harmoniosa com a natureza é reflexo de algumas ações que estão em curso desde 2002 no Território Sertão do Apodi.
Contribuiram para este artigo:
- Alunos da Escola Zenilda Gama, moradores da comunidade.
- Gonçalo Filho - engenheiro agrônomo.

Tem mais informações sobre o Sítio do Góis?: tudodeapodi@hotmail.com.