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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Papai - José Leite

Talvez fosse melhor nada escrever,
se não há palavras que possam traduzir,
o que sempre refleti pra te dizer,
há tanto tempo e não cheguei a definir.

Tudo o que sinto de veneração por ti,
começou muito cedo em minha vida
e, eu não posso expressar o que senti,
com relação à tua alma tão querida.

Velho Lino, pai amigo e carinhoso,
as lembranças guardadas no meu peito,
me acompanham e me fazem mui ditoso.

Pois, mesmo noutra vida onde hoje estais,
demoras junto a mim, alegre e satisfeito,
ajudando este filho em tudo quanto faz.

Brasília, 28 de maio de 1989 
José Leite 

Nota: Lembranças do meu pai, Lino Leite.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento) 

domingo, 29 de junho de 2014

Natércia Leite - José Leite

Tetércia, minha bondosa professora,
não te esqueci jamais te olvidarei;
guardo no peito a saudade imorredoura
do tempo em que contigo eu estudei.

Os argumentos chatos, os bolos que levei
a licença de pedra e a tua palmatória...
As preces semanais e os cânticos que entoei,
são marcos a enfeitarem toda a minha história.

De tudo o que aprendi, aqui vai um pouquinho,
da minha gratidão, num preito acalorado,
de amor, veneração, grande carinho.

Não perdeu tua lembrança, o aluno dedicado,
e, na sua alma, num recôndito escaninho,
guarda o teu rosto, lindo e seu pecado

Fonte: Flagrante das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

sábado, 28 de junho de 2014

Caminhos da saudade - José Leite

À noite, vendo o céu todo estrelado,
lembro os amores que não voltam mais
e, recordo silente o meu passado,
ouvindo o sabiá nos mufumbais.

Guardo dentro do peito torturado,
o mais átenazante dos espinhos,
porque vivo tristonho e abandonado,
e vou perde-me à margem dos caminhos.

E, as manhãs de luz tão coloridas,
da minha pobre e bem feliz infância,
sumiram-se de vez da minha vida,
infelizmente perdidas na distância.

Já não posso suportar o sofrimento,
de viver tão distante do Apodi,
e, aqui deixo, bem vivo o meu lamento,
com as saudades e as lágrimas que verti.

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento). 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mossoró - José Leite

Mossoró! Terra do Sol!
Mossoró! Carnaubal!
Mossoró! Terra de escol!
Mossoró! Terra do sal!

Mossoró! Várzea e Chapada!
Terra de Santa Luzia!
Uma terra abençoada,
crescida com altanaria.

Mossoró! Terra feliz!
Terra onde Souza Machado
plantou a sua raiz
em um chão abençoado.

Mossoró! De água profunda!
Mossoró! Do clima quente!
Terra onde o petróleo abunda!
Terra onde a água é fervente!

Mossoró! Bela cidade!
Mossoró! Terra querida!
Mossoró! Da liberdade!
Onde a escravidão foi banida.

Mossoró! De oitenta e três!
Mossoró! Que em mutirão,
em setembro, e de uma vez,
proclamou a abolição

Mossoró! Vento Nordeste!
Que aparece toda tarde
e fustiga o calor agreste
que açoita toda cidade.

Mossoró! Um simples rio!
Mossoró! Poeira e pó!
Mossoró! Calor e frio!
Mossoró! Mossoró! Mossoró!

Brasília/DF, 30 de setembro de 1986 
José Leite 

Nota: Homenagem à querida cidade de Mossoró, no 103º aniversário da libertação dos escravos.

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-Lançamento) 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Mestre Profírio - José Leite

Seu Profírio, solteirão,
era um grande comilão,
Comia o que aparecia
e gostava do que engolia,
apreciava veado,
e gosta de peixe assado,

Nosso mestre era peitudo,
comia mesmo, de tudo,
tinha fome de verdade,
e grande capacidade,
para tudo de comer,
com ganâncias de morrer,

Em festa da Padroeira,
ao levantar-se a bandeira,
ele sonhou com comida
e, a bandeira foi erguida,
sob ordem especial,
com os músicos a tocarem,
“o Tatu Subiu no Pau”.

E, de outra vez, no São João,
o velho errou na ação,
e, mandou que se tocasse,
pra que a bandeira arriasse,
sem se poder evitá-lo,
“O Golpe do Cavalo”

Nota: Lembranças do Mestre Profírio Dantas, da Banda de Música de Apodi, nos anos de 1937 a 1942.

Fonte: Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite( Separata de Pré-Lançamento) 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Lagoa do Apodi - José Leite

Tanta água reunida
é difícil encontrar
tanta água e tanta vida,
só vendo pra acreditar.

Vocês já adivinharam
do que estou falando aqui?
Certamente nem sonharam
Com a Lagoa do Apodi.

Pois é assim, minha gente,
uma lagoa tão linda,
não se vê constantemente,
não se encontrou outra ainda

As vazantes no seu leito,
tão grandes e admiráveis,
fazem o povo satisfeito
e, os homens mais amáveis.

Ali se vive tranquilo,
não falta arroz nem batata,
não se pesa peixe em quilo
e nem seu preço maltrata

As margens dessa lagoa,
dão vida a um carnaubal
que dá cera muito boa
e madeira especial

O luar que ali brilha,
é um luar diferente,
pois a água o esmerilha
e a torna mais luzente.

Vivi tempos na lagoa,
gozei da tranquilidade,
dos passeios de canoa,
cheios de felicidade.

Flagrantes das Várzeas do Apodi - José Leite(Separata de Pré-lançamento). 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Minha terra - José Leite

Minha terra, o Apodi
é terra de muita terra;
e e eu não vejo por aqui,
a terra onde o pé se enterra.

A areia do Apodi
é tão gostosa e fofinha;
por estes lagos não vi,
qualquer terra igual à minha.

E os cururus do Apodi
são bonitinhos, de fato;
por aqui ainda não vi,
iguais no lago ou no mato.

Os grilos da minha terra,
e as cigarras do Apodi,
quando cantam lá na serra,
não se comparam aos daqui.

Aquelas serras bonitas,
que circundam o Apodi,
têm belezas infinitas,
como não há por aqui.
Meu protetor João Batista ,
minha mãe da Conceição,
não deixem que eu resista,
em voltar pra meu sertão

Quero ver a Soledade
quero voltar à lagoa,
quero mata a saudade,
que em meu peito rebôa.

Quero o aroma do aguapê
penetrando em meu pulmão,
quero percorrer a pé,
as terras do meu rincão.

Quero apanhar Umari
lá nas margens da lagoa,
e, olhar ao sol do Apodi,
passeando de canoa.

Quero ver o Poço Fundo,
lá no Córrego do Despejo,
e mergulhar naquele mundo,
que há tanto tempo não vejo.

Quero ver a flor de pau-branco,
e vagens de jatobá,
ver mufumbo de barranco,
no Córrego do Carcará.

Quero ver meu Juazeiro,
lá na Ladeira das Varas,
quero ver o Taboleiro,
com suas belezas raras.

Desejo ver o ervanço,
florando no Taboleiro,
e quero ficar em descanso
em sombra de umarizeiro.

A canoa de Vida mansa,
na qual tanto passei,
nunca me sai da lembrança,
jamais eu a esquecerei.

Quero ver uma vez mais,
o sítio do Jatobá,
percorrer seus areiais,
ver flores de Manacá.

Quero comer tribo assado,
em braseiro de aroeira
E ficar um tempo sentado
num pé de tamarineira.

Quero voltar pra Apodi,
voltar para aquele chão,
quero voltar para ali
mesmo morto e num caixão.

Fonte: FLAGRANTES DAS VÁRZEAS DO APODI - José Leite Separata de Pre-lançamento

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Projeto "Corrente do Bem" da Escola Municipal Isabel Aurélia Torres



Trabalho elaborado pelos alunos do 9º ano da Escola Municipal Isabel Aurélia Tôrres (Córrego - Apodi/RN) sobre o poder das boas ações para a nossa vida, apresentado na disciplina de Ensino Religioso

Espetáculo Auto de São João Batista emociona milhares de fieis em Apodi/RN







Artistas apodienses realizaram neste domingo, 22 um grande espetáculo, no patamar da igreja matriz de Apodi/RN, um espetáculo realizado por atores apodienses da Fundação Raimunda Dantas, que atraiu nas duas noites de apresentação milhares de pessoas que aplaudiram o show dos artistas, como parte da programação da festa de São João Batista, padroeiro da cidade.

Segundo a direção da Fundação foram mais de 80 pessoas envolvidas, entre crianças, jovens, que se doaram em horas e horas de ensaio o que levou ao êxito da apresentação, com um figurino, iluminação impecável, emocionando a multidão que lotou a frente da igreja matriz.

“Muita gente não acredita no potencial dos nossos artistas, mas a Fundação Raimunda Dantas acredita, é por isso que apostamos nesses valores e temos tanto êxito” disse Marcos Magalhães diretor da Fundação.

O cio da tarde - Aluísio Barros

Uma água no cio
enfrenta risos estranhos, nervosos
numa rua providencialmente repleta.

O cio da água entontece
e enrubesce olhares virgens
prazeirosamente dispersos na janela.

Uma égua no cio
libera a libido do poeta
entontece – loucamente entontece – as crianças
e molhas as calcinhas donzelas das janelas.

O cio da égua
escorre nas pernas da tarde
e, num turbilhão de risos, desaparece.

"Anjo Torto" - Aluísio Barros de Oliveira 

domingo, 22 de junho de 2014

XI Balancê da EMIAT

No dia (13/06), sexta-feira, ocorreu o XI Balancê da Escola Municipal Isabel Aurélia Tôrres, na oportunidade foram realizadas apresentações culturais, desfiles para escolha da Princesinha, Rainha Junina, Miss, e Rei Matuto, uma animada quadrilha, sorteio de um balaio Junino, além de barraca de comidas típicas.

Contamos com a presença da vereadora Soneth Ferreira, o professor Caubí Tôrres, Kézia Cleana diretora da Escola Municipal Neval Machado, Ocelino diretor da Escola Municipal Francisco Targino da Costa, os que fazem a escola e toda a comunidade escolar.

O XI Balancê foi realizado na sede da escola, na qual estava muito bem enfeitada, todos a caráter, e as apresentações encantaram aqueles que prestigiaram a festa.










Insônia - Aluísio Barros

A rua dorme;
o olhar busca o último sinal da noite.

Sozinho durmo com a minha Lua
enquanto a puta agoniza
em seu leito de morte.

"Anjo Torto" - Aluisio Barros 

sábado, 21 de junho de 2014

Fugaz - Aluisio Barros

Teus olhos de ontem?
Que sei de teus olhos de ontem
de uma estrela cadente
ardente na calçada?

Não, minha retina esquece
agora,
a cor dos olhos:
Somente os riscos ficam guardados.

"Anjo Torto" - Aluisio Barros 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Escolas de Apodi

Estranho olhar - Aluísio Barros

 
Olhem do menino pobre
O olho sangrando sangrando
do menino pobre o olho
olhem
a baia que cegou o olho do menino pobre
veio doida e com ódio do taurus oficial

olhem do menino
a cicatriz na garganta
na garganta a cicatriz
do menino olhem
as mãos que apertaram a garganta do menino pobre
esqueceram os afagos que outras mães ensinaram

olhem do homem da esquina
o sisudo o olhar
e contínuo sisudo
olhar e contínuo
do homem da esquina olhem
a segurança de meus dias perde-se naquele olhar
cada vez que tento ver a Lua e sonhar com as estrelas.

"Anjo Torto" - Aluísio Barros de Oliveira 

Mais de 70 famílias são capacitadas nos cursos GAPA em Apodi


Realizado nos dias 12, 13 e 14 de junho, o curso de Capacitação de Gestão de Água para Produção de Alimentos (GAPA) capacitou mais de setenta famílias entre as comunidades de Milagres, Moacir Lucena, Córrego I e II, Nova Descoberta, Aleixo, São Francisco, Floresta, Retiro, Urbano, Juazeiro II, Lagoa Amarela e Lagoa do Mato. Executado pelo Centro Terra Viva o curso faz parte do programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), coordenado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) e financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS).O programa visa atender as comunidades de Apodi, Severiano Melo e Rafael Fernandes levando um total de 303 tecnologias para as famílias com o objetivo de instruí-los sobre o uso da água de chuvas para o caráter produtivo e a garantia do alimento nos períodos de estiagem.

No GAPA, os agricultores e agricultoras tiveram a oportunidade de trocar experiências entre si e conhecer métodos e técnicas de captação e armazenamento de água, cuidados com a terra, além de esclarecimentos sobre a execução do projeto. Aconteceu um momento de abertura no caso da Comunidade do Córrego e comunidades vizinhas com a presença da Terra Viva (Cláudia Mota – Coordenadora do Projeto, Aldimar Fernandes – Animador de Campo e Stefanya Neves – Comunicadora Popular), Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi (Edilson Neto e Ivone Brilhante), COOPAPI (Mércia Torres de Queiróz,), Associação Comunitária (Caubi Torres) e Comissão Executiva Municipal – CEM (Irenilde Oliveira).

A programação do curso envolveu diversos temas a serem discutidos, dentre eles, a nova visão de semiárido, o uso das águas nas comunidades para o consumo e produção bem como houve um resgate do conhecimento em agroecologia e das sementes.

A agricultora Maria Helena, da comunidade do córrego II, apontou a iniciativa como sendo importante para o desenvolvimento da produção da sua comunidade. “Nós achávamos que as cisternas eram coisas distantes da nossa realidade, a maioria pensava até que não merecia essas tecnologias, mas essa água é para a produção e isso é direito de todos nós”, disse.


A agricultora Helena possui uma pequena produção no seu quintal apenas com a primeira água e é de lá que garante alimento o ano todo e ganha dinheiro para ajudar na renda da família: “Se com uma água eu já consigo produzir para meu consumo e ainda ganho dinheiro com isso, imagina com duas"?

Sendo assim, a atividade do GAPA é de extrema importância para as famílias se integrarem e conhecerem mais profundamente o programa, sendo também um momento de fortalecimento da ação no município contemplado.

Copiado do blog Apodiário

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Cuidar pra não acabar - Teresa Machado

Meu amigo hoje eu quero
De uma coisa lhe falar
É da nossa natureza
Que precisamos cuidar
Senão daqui a alguns anos
Ela pode acabar.
Deus fez um lindo planeta
Colocou o homem lá
Pra viver em harmonia
Na sua casa, no seu lar
Tirando da natureza
Somente o que precisar.
Mas por desobediência
Começou logo a pecar
Destruindo à natureza
Para poder enricar
E até o semelhante
Começou a massacrar.
Vou falar de linda terra
O nosso amado país
Gigante por natureza
O nome dele é Brasil
O homem que aqui vive
Considera-se feliz.
Mas também é conhecido
Pela tal corrupção
Políticos que ficam ricos
Tirando do pobre o pão
Roubam o dinheiro do povo
O perdão nunca terão.
Não precisamos correr
Pra buscar tanta riqueza
Pois quando o homem se vai
Pra Deus só leva a franqueza
Toda dinheiro que tem
Deixa aqui pra esperteza.
Observa meu país
Do Oiapoque ao Chuí
Arranha-céu tá subindo
Só se fala em construir
Cuidado humanidade
Poderás se extinguir.
Nosso solo era rico
Tudo se podia plantar
Hoje pouco ele germina
Transgênico foram inventar
E os grãos que matam a fome
Envenenados está.
O silêncio da floresta
Está sendo perturbado
Pelo som da moto-serra
E o toque do machado
O tesouro da Amazônia
Pro estrangeiro é levado.
Não vejo a Baleia Jubarte
Nadando no mar do sul
Os rios estão morrendo
Não tem mais Pirarucu
Procuro no horizonte
Cadê a Ararinha-azul?
Onde está o papagaio
Tucano, lobo-guará
E do jacaré a pele
Estão eles a arrancar
Pra fazer bolsa, sapato
Pras madames se amostrar.
Estão afetando até
A cadeia alimentar
Se cobra não come rato
Doença ele trará
Precisa ter a formiga
Pra tamanduá devorar.
O homem esburaca o solo
Procura ouro e rubi
E o mercúrio no rio
Faz o peixe inexistir
O pobre do ribeirinho
Muita fome vai sentir.
Tão acabando o minério
Prata, bauxita, metal
O cobiçado petróleo
É o mais essencial
Daqui a pouco eles vão
Acabar com o pré-sal.
Outrora o homem vivia
Sem luz, sem energia
E era o rádio de pilha
Que alegrava seu dia
Agora com internet
O passado repudia.
Por causa do aquecimento
Sentimos muito calor
O fumaceiro do cano
É o grande causador
Parece que cobriram a terra
Com um grande cobertor.
Onde estão nossas riquezas
À água, os mananciais
As frutas de nossas árvores
Muitas não existem mais
Aterraram nossos rios
Lixo acaba jamais.
Tem enchente no Nordeste
Ó que grande aflição
Tem o flagelo da seca
Que destrói a plantação
É a mudança do clima
Meu Deus que tribulação.
No sul agora é seca
No norte é temporal
Os dois castigam o nordeste
É o aquecimento global
O sofrimento do povo
É notório, é real.
Bom seria se o homem
Ao passado poder voltar
E a linda natureza
Começar a preservar
Tratar bem o planeta
A terra poder amar.
O que tenho eu com isso?
O que tenho eu a ver
Vou usar o meu bom senso
Pensar no que vou fazer
Lutar em prol do planeta
Pra não ver ele morrer.

Teresa Machado

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Arraiá diferenciado da Escola Estadual Professor Antonio Dantas

No dia 13 de Junho de 2014, o Antônio Dantas promoveu um arraiá junino com todos os seus alunos e docentes, onde na ocasião, foi inaugurada a nova quadra dessa instituição. Lá foram formadas equipes dividas entre alunos e professores a fim de promoverem atividades e brincadeiras, em virtude da Copa do Mundo, esse ano foi diferenciado, o que não deixou a desejar. Com comidas típicas, quadrilha e também o casal matuto. Parabéns a todo o grupo desta escola que cuida e zela dela com tanto carinho. A participação dos pais, o encanto dos alunos e a dedicação dos que trabalham nesta escola é exemplar.






















Por Ariverton Costa no http://portaldoad.blogspot.com.br/

Arraiá da Escola Municipal Francisco Alcivan Pinto

A Escola Municipal realizou a XI edição do Arraiá Junino! Mais uma vez, foi um sucesso com a participação de alunos e funcionários da Escola!
Veja algumas imagens:




















Quase tudo caracterizado de Copa do Mundo...