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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Deputados Estaduais de Apodi

Abaixo lista dos Deputados Estaduais de Apodi, que representaram o município e a cidade de Apodi na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Para ler a biografia clique nos links em azul. Está faltando dados biográficos de alguns deputados, mas estamos trabalhando para pesquisá-los e postá-los aqui. 

1.  Tenente-Coronel Elias Antonio Cavalcante de Albuquerque - A Vila e o município de Apodi foram criados em 11 de Abril de 1833 pelo CONSELHO PROVINCIAL - Ainda não existia Assembleia Legislativa. Com a criação desta, no ano de 1835, a mesma só CONFIRMOU a emancipação política de Apodi, em sessão ocorrida a 23 de Março de 1835. Logo que foi Criada a Assembleia Legislativa Provincial, também conhecido como Congresso Legislativo Provincial (Em 1835) Apodi já se fez representar elegendo Elias para o triênio 1835-1837, reelegendo-se duas vezes 1838-1839 e 1840-1841, retornando com a terceira reeleição para o biênio 1852-1853.

2. Padre Florêncio Gomes de Oliveira - Foi eleito no biênio 1852-1853, teve duas reeleições 1854-1855 e 1856-1856;

3. Alexandre Magno de Oliveira Pinto - Foi eleito Deputado Provincial ao Congresso Legislativo Estadual, que é a atual Assembleia Legislativa (Período Monárquico) para o biênio 1862-1863.

4. Sebastião Celino de Oliveira Pinto  - Somente sete anos após Apodi elege outro filho da terra o Capitão SEBASTIÃO CELINO DE OLIVEIRA PINTO, (Capitão Tatão da Ponta) irmão de Alexandre Magno, para o biênio 1870-1871. Novamente o município passa longo tempo sem representante no parlamento estadual, voltando a eleger dois filhos da terra ao mesmo tempo, 17 anos após, para o biênio 1888-1889, os Srs. Capitão SEBASTIÃO CELINO DE OLIVEIRA PINTO e JOÃO NOGUEIRA DE LUCENA SILVEIRA.

5. João Nogueira de Lucena Silveira - (Bisavô de Sêo Chico Paulo (Francisco Paulo Freire). Eleito para o biênio 1888-1889.  

6. Antonio Ferreira Pinto (Coronel Ferreira Pinto) – NO PERÍODO REPUBLICANO Apodi elege o Coronel ANTONIO FERREIRA PINTO para a terceira legislatura e triênio 1895-1897, reelegendo-se sucessivamente 04 vezes, até o ano de 1909 quando faleceu.

7. Coronel João de Brito Ferreira Pinto - Foi eleito Deputado estadual a 19.09.1901 para completar o quinto mandato do seu genitor, o Cel. Antonio Ferreira Pinto. Foi reeleito em setembro de 1913 para o triênio 1913-1915. João Brito foi eleito para o terceiro mandato cumprido durante o triênio 1921-1923

8.  Coronel Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto) - Eleito em 1927 para o triênio 1927-1929, tendo sido destaque por ter sido o único político da região Oeste Potiguar a exercer, ao mesmo tempo, os cargos de Prefeito e Deputado Estadual, conforme permitia a legislação eleitoral da época. 

 9. Cosme Corsino de Lemos - Foi eleito Deputado Estadual representando o município e a cidade de Apodi a 19 de Janeiro de 1947. Esta legislatura promulgou a Constituição Estadual de 25 de Novembro de 1947, quando então o município de Apodi, através de Projeto-de-Lei de autoria do Deputado Cosme Lemos, voltou à condição de Comarca Judiciária, que tinha perdido para Caraúbas, por influência e tráfico de poder do então Desembargador Felipe Guerra no ano de 1931, mancomunado ao seu cunhado Tilon Gurgel, ficando assim Apodi sujeito à Caraúbas, na condição de Termo Judiciário. Em 31 de outubro de 1951 p deputado estadual Cosme Lemos, representante do Apody no Legislativo Estadual, conclui o seu mandato. Eleito que fora para a 17ª legislatura. Segundo o historiador Câmara Cascudo, esta 17ª composição legislativa foi uma das mais sugestivas pela intensidades, nível intelectual e diversão dialética.

10. Dr. Newton Pinto (UDN) – Em 03 de Outubro 1950 Apodi elege o Dr. NEWTON PINTO para o quatriênio 1951-1954. Foi reeleito em 03 de Outubro de 1954 para o quinquênio 1955-1959. Segunda reeleição a 03 de Outubro de 1958 para o quinquênio 1959-1963.

11. Dr. José da Silveira Pinto (Zé Pinto) – Em 31 de Outubro de 1962 Apodi elege o Dr. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO. (Dr. ZÉ PINTO) para o quinquênio 1963-1967, reeleito para o quinquênio 1967-1971. 

De 1971 até os dias atuais não elegemos mais nenhum APODIENSE para representar o nosso honrado e histórico município no Legislativo Estadual, fato que se deve à desunião dos Apodienses, que através de seus líderes políticos barganham seus apoios mediante recompensas econômicas. Daí o atraso que atravanca o progresso e o crescimento do município. 

"Se todos nós Apodienses nos unirmos para votarmos em um só conterrâneo, com certeza o elegeremos. Ocorre que existem os tais líderes políticos de 200, 300 votos que fazem opção por vender os seus apoios por algum punhado de reais. Triste, mas é verdade. Tem muito cacique pra poucos índios." - Marcos Pinto. 

Fonte: Marcos Pinto - historiador apodiense

Albaniza Barbosa de Melo

ALBANIZA BARBOSA DE MELO, filha de Enéas Felipe Barbosa e Marta Eulina de Melo, nasceu no dia 19 de novembro de 1922. Muito mais que apaixonada pela vida e pela cultura. Albaniza foi um exemplo de mulher simples e sábia. Soube promover o bem-estar da sua comunidade Água Fria, liderando campanhas de vacinações auxiliando as realizações de partos ou promovendo festividades teatrais. 

Tratava-se de uma dama cheia de coragem e brilhantismo que jamais se negou a colaborar com aqueles que a procuravam,a época de difíceis meios de comunicação, de estradas vicinais precárias que a muitos lugarejos só permitia o acesso em lombos de mula, mesmo assim, soube tirar proveito de seu tempo, organizou a mobilização das comunidades adjacentes na fundação do Centro Comunitário Enéas Barbosa, até então, um dos mais suntuosos, considerando a maior entidade do gênero em Apodi, onde exerceu as funções de secretária e tesoureira na década de 1960. 

As experiência de vida e a vontade de aprender lhes renderam a virtude de tornar-se a mais eficiente produtora de licores do nosso município, chegando a participar de exposições deste produto artesanal na capital do Estado. Suas receitas desta bebida aromatizada, produzida através da mistura de aguardente ou álcool a substâncias vegetais diversificadas, eram quase infinitas, destacando-se licor de café, de maracujá, de uva, de manga, de cajarana e o delicioso licor de mel. 

Exerceu também, com prudência e dedicação, a função de educadora, na categoria Jovens e Adultos no Centro Social de Água Fria, no ano de 1960. Destacou-se ainda como líder comunitária, organizando festas e pastoris em companhia de sua irmã Mariinha Barbosa. 

Mulher culta e pacifista, através de seus feitos conquistou o respeito e afeição de todos, transformando-se num referencial para a população daquela região de Água Fria e arredores. Todos a procuravam para organizar festas e até para dar nomes aos seus filhos recém-nascidos. Faleceu no dia 30 de novembro de 1995, deixando uma vasta folha de serviços prestados a área da educação e cultura de Apodi.  

Fonte: Paisagens Femininas de Apodi - Maio de 2006 - Vilmaci Viana

Os meus sós - Paulo Filho Dantas

“Solitária é minha solidão
Mil devaneios loucos em ti
Onde tua gora estás,
É com sangue do coração
Que esperta desejos sequiosos em mim
Absorvendo todo o meu capaz

Busco o sentimento mais profundo
Só para te mostrar o que sinto por você
Pois se amar é viver, sofrer e sonhar,
Te amarei aqui e noutro mundo
Sabendo que o difícil é expressar
Tudo que tenho para te dizer

Tu és o que me falta,
Tu és o que me interas,
Tu és o que me enaltas,
Tu és o que me ponderas’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Cecília Martins - tabeliã

CECÍLIA MAIA MARTINS, nasceu em 22 de novembro de 1928, na cidade de Itaú-RN. Concluiu o ensino Primária na Escola do Sítio Jerusalém, daquele município. Em 1952 assumiu a gerência do Cartório Único de Itaú  e em 1955 foi efetivada como escrivã e tabeliã do mesmo. Em agosto de 1972, mudou-se para Apodi e fixou residência. 

Seu trabalhou continuou durante 36 anos no Primeiro Cartório Judiciário do município de Apodi – RN. Dona Cecília aposentou-se em 1988 e passou seus trabalhos para a sua filha Edwirges Pinheiro Neta, que dá prosseguimento às atividades do referido cartório. D. Cecília é considerada apodiense por ser uma grande matriarca e mulher muito querida. Mulher de garra que dedicou sua vida trabalhando em prol de um Apodi melhor. 

Amiga em todas as horas, prestativa e sempre atenta nos seus afazeres de escrivã, jamais negou o pedido de um amigo ou de pessoa que necessitasse dos seus serviços, alegando dificuldades financeiras. Veio de Itaú, mas,  com o tempo, tornou-se uma apodiense autêntica. 

Dona Cecília é um grande exemplo de bravura humana, uma mulher generosa, dedicada ao trabalho e a família. Modesta, soube trilhar seus filhos no caminho da educação e da virtude. Merece o reconhecimento como uma grande personalidade de nossa terra. 

Fonte: Paisagens Femininas de Apodi - Maio de 2006 - Vilmaci Viana 

Pelas esquinas da nossa casa - Paulo Filho Dantas

“Quanto voltei estava indeciso
Se encontraria você sozinha
À minha espera
Estava louco para tocar seu corpo
Seus lindos cabelos lisos,
Saber se tinha saudades minhas,
Se tivesse seria uma coincidência mera
Como está o teu abraço?
E o sorriso lindo que me apaixona?
Dentro do quarto
Você é minha dona
Tanto tempo perdi, linda menina
Fazia tanto que não amava,
Vem me matar de amor,
Vamos nos perder
Pelas esquinas de nossa casa’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho

domingo, 29 de dezembro de 2013

Toinha de Guilherme - escrivã

A escrivã ANTÔNIA MATILDES FREITAS mas conhecida como Toinha de Guilherme, filha de Guilherme Joaquim Moreira e Matilde Maria de Freitas, solteira e funcionária pública. Nasceu em 22 de abril de 1934 neste município. Destacou-se como professora de Datilografia. Era muito exigente com seus alunos e extremamente perfeccionista. Toinha também trabalhou no apostolado de Jesus, Legionária de Maria, e foi grande defensora do patrimônio religioso. 

Exerceu a profissão de auxiliar de escrivão do 1º Cartório da Comarca de Apodi. Seus últimos dias de vida foram exclusivamente dedicados à religião católica. Mulher tranquila no desempenho correto de seu papel, participou dos movimentos culturais e religiosos de nossa cidade. 

Foi uma das personalidades simples, integra e solidária, que por várias vezes em companhia das Legionárias de Maria, visitou pessoas enfermas da nossa comunidade, sempre proferindo palavras de fé e esperança. É justo que seu nome figure na galeria das grandes personalidade femininas de Apodi. 

Fonte: Paisagens Femininas de Apodi - Maio de 2006 - Vilmaci Viana 

Num quarto - Paulo Filho Dantas

“Busco no brilho de um sorriso
Investir na mais excitante aventura,
De penetrar em teus segredos
Como fanático com fantasias e enredos,
A desfrutar em duetos de ternura
Versos esses que se misturam
A embriagantes goles de bebida
Ao teu suor e cheiro seduzente
A forma do teu ser atraente
Adocicado a facilidade nessa vida

A chuva fina que molha em gotas,
Meu coração em palpite acelerado
Lança-me a uma sutil realidade,
De uma dúvida em busca de verdade
Marcada pela alma do corpo separado,
Mancha um inconsciente que pensa
Por ser pelo prazer seduzido
Sem imaginar as perigosas curvas
Enaltecidas de propósito por luzes turvas
Num quarto, num só, alma-corpo, adormecido’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho

sábado, 28 de dezembro de 2013

Devir - Paulo Filho Dantas

“Os dias de juízo
Espantam todo o bem
Convidando ao prejudico
Os males que contém

As cidades da beleza
Escondem ruas vazias
Chorando uma tristeza
Querendo suas alforrias

É destruição humana
Prevista pela cigana
Profecia do devir

Ser e não ser
Têm infinito viver
Não se pode fugir’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho

Margarida de Freitas

MARGARIDA DE FREITAS, ou Margarida de Oliveira Nogueira, natural de Nossa Senhora das Neves(atual João Pessoa), Paraíba, nascida no ano de 1652, filha de Manoel Nogueira Ferreira, colonizador e fundador do Apodi, e de Maria de Oliveira Correia. 

Margarida, hoje nome de rua, foi uma das primeiras colonizadoras dos sertões apodienses em 1680. Era casada com o português Carlos Vidal Borromeu. Foi a mulher que ficou muito conhecida na Ribeira do Apodi, pela grande quantidade de terra que possuía na região, casada com o português Carlos Vidal Borromeu, que veio morar em Portalegre na primeira metade do século XVIII. 

Em quatro de junho de 1740, Margarida de Oliveira Nogueira, que também aparece na documentação como Margarida de Freitas Nogueira e Margarida de Freitas e sua irmã Antonia de Freitas, filhas de Manoel Nogueira,  requereram registro de uma carta de data e sesmaria na terra do Apanha Peixe e do Boqueirão, na Ribeira do 18 Apodi, seguindo os passos do pai como sesmeiras e posseiras dessa Ribeira. Margarida faleceu em sua fazenda ‘São Lourenço’, em Apodi no dia 8 de julho de 1772. 

Fonte: Em parte Jotta Maria
Livro digital: Portalegre do Brasil – História e Desenvolvimento - 250 anos de Fundação de Portalegre.

UERN PARFOR abre inscrições em Apodi para curso de pedagogia

Estão abertas as Pré-Inscrições para Curso Superior de Licenciatura ofertado pelo PARFOR, na UERN, em Apodi/RN, conforme descrito abaixo:
1. Pedagogia (30 vagas);
As inscrições estão sendo feitas pela internet e se estenderão somente até 13 de janeiro de 2014, pelo sítio http://freire.mec.gov.br/index/principal

Considerando os grandes problemas que ainda temos na Educação Básica por falta de profissionais formados na área e considerando que essa pode ser a única (e última) chance de muitos professores das redes municipais e estaduais de ensino frequentarem um Curso Superior de qualidade, gratuito, habilitando-os para atuarem em áreas estratégicas para o desenvolvimento do Brasil e da região. Pedimos o seu apoio na divulgação, para que essas informações possam chegar a todo/a professor/a e a toda escola da educação básica de nossa região, que envolve os estados do RN, do CE e da PB.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O segundo selo - Paulo Filho Dantas

“De que é feito afinal
Todo sentimento sentido por ti?
O teu ser supera-me o existir
Fazendo ver o mundo com os olhos do anormal

Será que é amor platônico?
Tudo a nossa volta se mostra perfeito
Essa idealidade conseguida com o peito
Descarrila, pairando nossos olhos sincrônicos

Nessa noite a beleza da cheia lua
Só perdeu para os hipnóticos raios
Reluzentes que dos olhos seus laicos,
A refletir uma ternura concupiscente sua

Algo bem mais profundo,
Superamos a fase descontraída do namoro,
Solidificamos o alicerce matrimonial condecoro
A aliança que possui representa o infinito amor do mundo

Noivos porque nos merecemos
E vai ser assim para o sempre
Por toda a vida em passado, futuro e presente
Mesmo após a morte amaremos’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Vista aérea de Apodi









Um amigo do coração - Maria Luiza

Para: Dr. Salismar - cardiologista

Você surgiu
em meu caminho
num momento
de sofrimento
despedida
desalinho
desalento
em que eu estava
a pedir demissão
da vida
por ter o coração
invadido
ferido
por uma
enfermidade melindrosa
que me deixada
chorosa
enclausurada
dentro do meu peito
esquerdo
que batia por bater
com medo
de viver.

Mas você chegou
amigo
decisivo
manso e corajoso
ao mesmo tempo,
trouxe-me tempo
devolveu esperança
ao meu coração
entristecido
abatido
naquele instante
marcante
em que olhou
para mim
para o veredicto
que haviam me dado
não conseguiu
ficar calado
contestou
questionou
apontou
uma luz
num contexto
escuro
frio
sombrio
E como todo o brio
(que lhe é peculiar)
encorajou-me a ir
à luta
pela disputa
de um novo diagnóstico

Aceitei o desafio
(quem não aceitaria?)
submeti-me
a exames diversos
mas isso
pouco importava
se eu queria
são
o meu coração
Você esteve comigo
nessa empreitada
como médico
amigo
bondoso
caridoso
Dando exemplo de
um grande homem
que sabe
cumprir
sua missão com amor.

Vencemos a batalha
onde o pesadelo
acabara
e ambos
saímos vitoriosos
Louvo a Deus
pela sua vida,
sei que Ele
o colocou
na minha estrada
como também sei
que nunca irei
esquecê-lo
me amigo
guerreiro
médico do meu coração,
és um cardiologista
artista
que exerces a
tua profissão
com amor de verdade
Por isso,
meu coração te aplaude!

Quisera eu
que alguns médicos
aprendessem
contigo
a arte de ser amigo
às mensagens
queixosas
dolorosas
emitidas pelo coração
de um paciente.
Por tudo isso,
sei que posso
chamá-lo de
um amigo mui querido
alguém importante
demais
para ser esquecido
e essencial
para ser guardado
com gratidão
dentro do meu
coração
são.

Teu nome lembra
sal
que lembra
mar
que lembra
amar
que lembrar
médico
que ousa lutar
que ousa vencer
que ousa dizer:
“Preciso ter forças
para continuar
sempre
buscando:
o amor
a paz
a vida
a justiça social.

Não devo ser
omisso
diante de questões
tão fundamentais.
Vamos lutar
contra o mal,
mas com todo amor
no coração
porque só amor constrói!!!"

"Vozes de um coração"
Maria Luiza Marinho da Costa

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal e boas festas Apodi

tudodeapodi.com
Caubí Torres
Escola Isabel Aurélia Torres

Smart perfumaria
COOPAPI
Terra Viva
Veríssimo Neto
Curso Etec Cooperativismo Córrego
Gorete Silveira
CDL Apodi 
Gerart's - Geracino 
Manoel Georgino 
Flaviano e Zé Maria 
Roberland Gama
Vereadora Soneth Ferreira 
Vereadora Hortência Regalado 
Vereador Bráulio Ribeiro 
Dj Mauro Torres
Churrascaria do Bom 
Citolab 
Casas Potiguar Apodi
Câmara Municipal de Apodi
Maternidade Claudina Pinto

O tudodeapodi.com deseja a todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
Que 2014 venha cheio de paz, saúde, alegria, amor. 
Agradecemos a tod@s que acessam diariamente o nosso blog. 

Impávido despertar - Paulo Filho Dantas

“Sofrível dor sentida
Corrói o aberto peito,
Coração amor da vida
Sangra veia sem jeito

Sabe você o que
É sentir-se só
Solidão dura de ceder
A pena sem dor

Apagam-se as luzes
Dos olhos em cruzes
Dum longo fechar

Nada mais há aqui
Castigo corpo a ferir
Teu belo impávido despertar’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal e Próspero Ano Novo


Com afeto e sem açucar - Maria Luiza

Para: Subrinho, meu irmão

Um dia estávamos
despercebidos,
desaparecidos...
A verdade veio à tona?
fria
opaca
ingrata
Você era portador
(Que dor)
de um distúrbio no metabolismo
da glicose no organismo

“Mas o que significa isso?’’
Ficamos todos anônitos!
Respiramos fundo
(o mais profundo)
Relaxamos?!
Todo muito diet,
Tudo muito light,
Meu irmão “Naum’’
(É assim que ele se auto-apelida
possuía Diabetes tipo 1.

Diabetes de Melito
(Que nome mais esquisito!)
Quanto sofrimento deste então começaria...
Quanta correria
Hipoglecemia
Hiperglicemia
Mas você sempre com aquela alegria
de quem nem percebia
a gravidade do que lhe ocorria.

Algo sempre me leva à reflexão:
Você parece frágil
mas nas horas difíceis te,
superado as expectativas,
“enganando’’ a morte...
Que sorte?!
És forte,
tens um suporte: DEUS.
E assim a vida via
te levando,
me levando,
nos levando...
(Até quando?!)
Isso não está sob o nosso comando.

A vida é assim mesmo
surpreendente
pendente.
E do mal que sofremos,
maldizemos
podem advir
transformações profundas
que nos enriquecem como pessoas

Através de você
com você
por você
aprendemos a ver
o lado “light’’ da vida,
convivendo com o seu diabetes
e percebendo que
Você,
Nós, (os seus familiares),
Os que te amam,
Os diabéticos,
Podemos perfeitamente ser felizes.

Assumimos diversas facetas quando vêm as suas
“hiper’’ ou as “hipo’’.
Somos por vezes
Médicos
Enfermeiros
Nutricionistas
“Controlistas’’
Plantonistas de hospital
Nossa mãe, então, é Ph.D em Diabetes.
(os endocrinologistas que se cuidem!)
Mas o amor dela por você é tão doce...
(doce de verdade!)
Pena que você não pode mais
comer doce
nem a sua “famosa’’ rapadura
Que vida dura!

Mas não fique triste
Você mora
no coração de
todos nós...
Só não peça para lhe
deixarmos à sua própria mercê;
todo e qualquer comida
não vamos lhe oferecer!
Seus presentes mudaram;
Nesse seu aniversário
ganhou até um glicosímetro
(Presente de diabético é assim mesmo)
Une-se o útil ao agradável.

Insulino-dependente?
Cada picada de agulha
que te fura
já não é mais tortura!
Hoje nos encaramos como
mais uma chance
a você
à nossa família
de sermos conscientes
de tê-lo
como um presente
no presente.
Você é gente que vence todos os dias!

Você é um diabético
que não vive com amargura
por ter uma doença sem cura
com perguntas obscuras...
Apenas é o que é!
Enquanto nós te aplaudimos
pela luta
emoção
lição
de vida
que a nós tem demonstrado;
Não dá para ficar calada
meu querido irmão!

Ah, só não se esqueça
Tudo muito diet!
Tudo muito light!

"Vozes de um coração"
Maria Luiza Marinho da Costa