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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Cena única - Aluísio Barros

O sino cobre o vale
com o som de muitos anos
enquanto os homens
murmuram confusos nãos
aos seus sonhos

II
um um
por por
um um
eles maquinalmente
um um
por por
um um
estendem as mãos
e acolhem em seus calos
o preço da vergonha.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Escola rural de Apodi abre oportunidades ao oferecer curso técnico á estudantes


Desde o mês de agosto, dezenas de estudantes da zona rural de Apodi têm buscado na educação um futuro melhor através da qualificação profissional. A Escola Estadual Valdemiro Pedro Viana, situado na comunidade de Santa Rosa, na zona rural da cidade, está formando 35 estudantes do ensino médio no curso de Agroecologia. O curso de nível técnico é oferecido pela escola agrícola de Jundiaí, ligada á Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

O diretor da escola, Ivanildo de Oliveira, informou que a chegada deste curso, foi uma realização de um sonho antigo e que, em menos de dois anos, estará inserindo vários jovens no mercado de trabalho.


"A agroecologia é uma questão importante e central dessa região, pois a agricultura familiar é predominante. O curso veio para levantar um grupo de estudantes, que se formem, em uma nova visão com relação á pequena produção sem o uso de produtos químicos e inseticidas industriais", disse.

Para o diretor da escola, o curso de agroecologia tem grande importância para a região, uma vez que o mesmo está interligado com a prática agrícola desenvolvida em toda a zona rural do município. Este mesmo pensamento é compartilhado pela estudante do curso, Thalia Viana.


"Este curso tem tudo a ver com a gente, pois somos da zona rural, e a agroecologia está ligada diretamente á agricultura, onde meus pais são agricultores. É um curso bom pra minha formação, eu que estou terminando o 3º ano do ensino médio preciso de um currículo que seja qualificado, e eu vi neste curso essa oportunidade", disse Thalia.

Em função do horário das aulas normais dos estudantes, o curso de Agroecologia é ministrado cinco vezes por semana, no período da noite. Seu objetivo final é expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica a todos os acadêmicos interessados.

Por Josemário Alves / SOS Notícias do RN

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Flash-back - Aluísio Barros

Nosso último beijo:
degraus sujos,
corredor escuro,
quarto nu
bocas quentes
e famintas
de amor e desejo...

Anjo Torto - Aluísio Barros de Oliveira 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Drummondiana - Aluísio Barros

O mundo
(vasto mundo, que tu querias, Raimundo)
Não cabe mais em meu coração
Que te entrego agora para que o acarinhe
Enquanto me afasto de mim.

domingo, 26 de outubro de 2014

O dia em que nos chamarem saudade - Por Marcos Pinto

A contumaz observação às cenas do quotidiano, colhidas pela retentiva dos sentimentos, deriva pelo espírito inquieto num desfiar de conjectures intermináveis. Esboçam-se dramas em que o doloroso e o irônico se confundem. 

Com todos os visos de realidade chego a cruciente conclusão de que a vida reflete uma repugnante dança em torno do amor, da cobiça, da inveja, do ciúme, do ódio, da sensualidade, dos apetites mais baixos. Contudo, a minha incomensurável fé faz ponto de apoio à procura de motivos inibitórios, numa ponderação cada vez mais penosa às condições normais do ambiente, onde geralmente despontam efêmeras singularidades individuais. Antes essa análise quedome impassível, alheio à ansiedade. 

A indagação acerca de como estou indo respondo que estou somando os dias do tempo e contando os dias da vida. Tinha razão o Dr. Euclides da Cunha quando disse que “a terra é o exílio insuportável, o morto um bem=aventurado sempre”. A nossa geografia sentimental revela que temos um pouco de cada pessoa que convivemos no dia a dia. São personagens que deixam incrustadas n’alma observações que penetram fundo em nossos corações. Algumas apresentam uma tendência constante à imobilidades e a quietude. 

Gosto da vida agitada pelo fato dela não me dar tempo para pensamentos pessimistas. No auxílio incondicional a todos em todas as conjunturas está o segredo da vida que consiste em ser útil, ser alguém para alguém, numa interação de corpo e alma. 

Não adianta orgulho, bazófia, ufanismos, vaidades e egoísmos se o caminho natural é uma cova medida. Quando o nosso último sol se pôr caminharemos inexoravelmente pelo bairro da eternidade, percorrendo as ruas da saudade. Sou uma dessas pessoas que procuram tornar a loucura da vida alguma coisa de suportável. 

A súbita morte do meu único irmão deixou-me a impressão indefinível de uma imobilidade no tempo, um gosto amargo. Era um mediador de primeira ordem ante as intempéries da vida. Não tinha tempo para vaidades. Era um homem encarrilhado nas linhas inextensíveis do dever, de uma comiseração profunda e geral no anonimato de suas nobres atitudes, fecundas, generosas e dignas. 

Há poucos dias a família Pinto ficou novamente enlutada com o falecimento de Tia Lili Pinto, exemplar rato de uma espécie quase desaparecida – a matriarca sertaneja. Exerceu o cargo de professoras durantes as décadas de 30 a 50, iluminando com o saber muitos que hoje galgaram elevados degraus da vida. Percorria longas distâncias em lombo de cavalo para alcançar as escolas situadas na zona rural. onde a aguardava seus humildes e aplicados alunos. Nesse ofício veio a conhecer o Sr. José Barra do Nascimento, de tradicional família do brejo das Pedras de Abelhas, com quem convolou núpcias. 

Como verdadeira matriarca sertaneja, conduziu os destinos dos filhos com uma devoção e um zelo sem precedentes. Ao lado do seu esposo também conhecido como Zé do Mato Verde, educou a todos dentro dos princípios que sempre nortearam os destinos da família, ou seja, honradez e dignidade humana. 

Maria Zenóbia Pinto Barra(Lili Pinto) era filha do Capitão da Guarda Nacional Miguel Ferreira Pinto e dona Isabel Zenóbia D’Oliveira Pinto. Neta pelo lado paterno do Coronel Antonio Ferreira Pinto e dona Maria Luiza de São Braz Beltrão, e pelo lado materno do Capitão Sebastião Celino D’Oliveira Pinto e dona Josepha Zenóbia D’Oliveira. Nasceu no dia 24 de dezembro de 1905 e faleceu em 19 de outubro de 1990. 

A sua honrosa descendência é composta dos seguintes filhos: Raimundo Pinto Barra, Miguel Pinto Barra, José Pinto Barra, Paulo Pinto Barra, Pedro Pinto Barra(Pedroca), Pacífico Pinto Barra, Francisco Deassis Pinto Barra(Didi), Genoveva Pinto Barra, Yolanda Pinto Barra, Francisca das Chagas Pinto Barra(Chaguinha), Maria das Graças Pinto Reinaldo. 

Por Marcos Pinto – historiador e advogado apodiense. 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Escola Agrícola de Jundiaí ofertará curso técnico em Apodi



A Escola Agrícola de Jundiaí, Unidade Acadêmica de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da Coordenação Geral do e-Tec/EAJ abre seleção de ofertas de cursos técnicos na modalidade de educação a distância em Apodi / RN. 

Estão sendo ofertadas 35 vagas para técnico em cooperativismo, 35 para técnico em informática e 35 vagas para Técnico em Comércio Exterior.

Os cursos são semi-presenciais com atividades na plataforma online (moodle) e encontros presenciais que ocorrem semanalmente aos sábados na sede do Polo (Córrego, Apodi RN). Mais informações sobre os cursos aqui

Os interessados em participar da seleção para cursos técnicos deverão realizar suas inscrições pessoalmente, no período compreendido entre 12 de setembro e 24 de outubro de 2014, no horário das 8h às 12h e das 13h as 16 horas, exclusivamente no Polo Apodi instalado na Estação Digital Espaço Virtual, localizada no Sítio Córrego, Apodi RN. O número de inscrições é limitada ao triplo das vagas disponíveis

No ato da inscrição no polo o(a) candidato(a) deve levar CPF e RG (documento de identidade)

Conforme detalhes do edital, os candidatos inscritos serão selecionados por meio de provas objetiva e de redação que serão aplicadas no dia 23 de novembro, às 8h, no Sítio Córrego, Apodi RN.

Os alunos que estão estudando o 3º ano do Ensino médio também podem se inscrever.

O processo seletivo será conduzido por uma Comissão de Seleção nomeada pelo Diretor Geral da Escola Agrícola de Jundiaí.

Senhor meu - Teresa Machado

Senhor meu, a Ti eu clamo
Pelo Teu nome, chamo
Tem misericórdia de mim.
Diante de Ti sou pequena
Um pingo de chuva serena
Senhor não desampares a mim.
Por Tua bondade eterna
A Ti minh'alma entrego
Ensina-me a confiar mais em Ti.
Te amo, meu Pai querido
Tu és meu jardim florido
Sem Ti, o que seria de mim?
Seria uma folha ao vento
Seria só desalento
Da vida seria o fim.
Contigo Senhor sou bonança
Me sinto como criança
De uma infância sem fim.
Obrigada Pai adorado
Do lamaçal fui tirada
Meu pecado perdoado
Por tua filha adotada.
Por escrever o meu nome
No santo livro da vida
Através de Jesus, Teu Filho amado.

O IFRN Campus Apodi realiza ação educativa relativa ao "Outubro Rosa"


Nesta terça-feira, 21 de outubro de 2014, durante o Seminário de Integração para as novas turmas do semestre letivo 2014.2, foi realizada uma sensibilização com os alunos acerca da Campanha Outubro Rosa. Na ocasião foram entregues panfletos informativos sobre o câncer de mama e a importância do auto exame.


A Campanha:

Outubro é um mês de conscientização mundial sobre o câncer de mama. Nesse período é comemorado o movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa. O nome da campanha se refere à cor do laço rosa, que simboliza a luta contra o câncer de mama. A escolha do referido mês foi baseada no desenvolvimento de ações isoladas de conscientização sobre a doença e realização de mamografias em vários Estados dos Estados Unidos, tendo sido aprovado em congresso que o referido mês seria base para a campanha daquele país, e que posteriormente se popularizou internacionalmente. A campanha tem como objetivo estimular a participação da população, como forma de sensibilizá-la a uma prevenção consciente, focando a importância do diagnóstico precoce.


O IFRN Campus Apodi está fazendo a sua parte. Faça a sua! Todos juntos contra o câncer de mama!

O caso de Dona Adolfina

Como tudo caracteriza fatos do dia a dia, a crônica da vida registra detalhes com gosto de humor. 

Seu Gaudêncio, homem de elevada moral, trabalhador, modesto e simples com seu ar de humildade, e às vezes astuto, tinha muitas artimanhas. Dona Adolfina, senhora de elevada idade, levada pela afinidade que a ligava a seu Gaudêncio, sempre que passava no escritório deste, pedia-lhe um cigarro, no que prontamente seu Gaudêncio atendia. 

Certa tarde, em que o toque de astultície o dominou, seu Gaudêncio pagou um cigarro e retirou certa quantidade do mesmo, deixando-o pela metade e, cuidadosamente pós um pouco de pólvora e colocou novamente o fumo, marcando o cigarro para distingui-lo dos outros. Como era de costuma nas suas andanças vespertinas, foi à casa de Dona Adolfina tomar café e, consequentemente tirar uma prosa, no que o  cigarro sempre faz companhia. Em exato momento, após o café, Dona Adolfina pergunta: 

- Tem o cigarro, seu Gaudêncio? 
- Tenho! Disse seu Gaudêncio, e em seguida o entregou. 

Durante certo momento, em que o cigarro ia se consumindo, seu Gaudêncio, muito sisudo, fez determinada pergunta; no exato momento o cigarro começou a chiar e estourou exatamente junto de seu Domingos Freire e Dona Lourdes Magrim. 

Inimaginável, por certo, indescritível, a situação de pânico que se criou, antes o fato inusitado. 

Sem mudar de opinião, muito sisudo, seu Gaudêncio, começou a ouvir desaforos, no que prontamente respondeu? 

- A culpa não foi minha, e sim da Souza Cruz! 

A muito custo, com boas palavras e pedidos de calma, os ânimos foram serenando, voltando a tranquilidade. 

Após esse dia, nunca mais Dona Adolfina pediu cigarro a seu Gaudêncio. 

OBS: Seu Gaudêncio é nome fictício do protagonista, no caso o Sr. Geraldo Pinto. 

Por Marcos Pinto – historiador apodiense. 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Recaída... - Aluísio Barros

A solidão de teus olhos
bolando nos meus

Pô...por que a lembrança
de teus lábios não deixa
de esquentar os meus?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Meu anjo - Aluisio Barros

Perdido dentro de mim
vou
a lugar nenhum;
sem transcender
nem afogar-me catarsicamente
nem explodir na tarde morta.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O homem da esquina - Dodora

O homem ficava na esquina
querendo ser um intelectual
Falava sempre.
Falava de tudo.
Falava muito
e inventava que era feliz!
Achava que o mundo estava errado.
Ele vivia sonhando em cruzar os setes mares.
Ver a torre de Pisa
Passear nos jardins de Paris.
e brilhar nos países distantes.
Sua mente excitava seus olhos
e ele se sentia o melhor dos homens.
Cada vez mais desejava caminhar nos Países
distantes
Para quê?
Ele não se dizia feliz?

Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Algumas famílias apodyenses e seus epítetos

Quando os primeiros portugueses pisaram o solo apodyense, ficando os seus currais de gado e disseminando suas estirpes genealógicas, nascia com eles o estranho hábito de implantar apelidos nas famílias que com eles disputavam as datas e sesmarias daqueles inóspitos sertões. 
Pesquisando vetustos inventários existentes no 1º Cartório Judiciário do Apody, deparei-me com alcunhas um tanto quanto esdrúxulas, principalmente sobre as famílias que dominavam as hostes políticas daquele urbe, durante o primeiro e o segundo império. A Família Pinto comandava o Partido Conservador (vinculado ao Imperador), à época sendo alcunhada de família “Prego”, enquanto a família Mota, que dirigia o Partido Liberal, era apelidada pelos “Pregos” como família “Forreca”. 

Nas várias oportunidades em que puder “tirar um dedo de prosa” com o Sr. Francisco Correia Lima (Canário de Antônio Padre), pude compilar, mentalmente, 21 famílias e seus respectivos apelidos, por demais interessantes. A família “Broca” reside nas várzeas do Apody e descente do velho “Zé Broca”, que era casado com Delmira (da família “Foice”). Imaginem uma “foice” brocando (desmatando) floresta virgem na fazenda “Quadra” de Aristides Pinto(de saudosa memória). Os componentes da família “Broca” recebem a denominação familiar Andrade. 

A família “Bruaca” reside no Sítio Soledade, famoso sítio arqueológico, descendendo estes rijos homens do velho “Zé Bruaca”, homem destemido, matador de onças, “acuando-as” nas cavernas do lajedo. Depois vem a família “Bofe”, denominação dada pelo fato de a matriarca Alexandrina Bofe, quando fustigada por qualquer provocação, costuma afirmar “que já estava ficando com os Bofes inchados” de tanta raiva. Nos sertões, o termo “Bofe” designa os pulmões. 

No final do século passado houve grande êxodo habitacional do Apody para o longínquo Estado do Amazonas, em sua maioria de pessoas que empreendiam fuga apocalíptica do flagelo das secas, acolitando do esta realidade de sonhos de riquezas nos mananciais dos seringais. Dentre estes heróis, verdadeiros bandeirantes da época, destaca-se a figura de Otaviano Gama que, de tanto ser “cavaquista”, importunando-se facilmente com qualquer provocação ou insinuação, deram-lhe o apelido de Otaviano Cavaco. Daí a origem dos “Cavacos”. 

As famílias que hoje proliferam como miríades em Apody têm suas origens nos Estados de Pernambuco e Paraíba. Desde último Estado vieram as famílias Alves Maia, Maia de Oliveira e Dantas (do velho Manoel Custódio). 

Os patriarcas Izaías Alves de Oliveira (pai de Osmídio e Raimundo Jovino) e Benjamim Alves de Oliveira e o velho “Zé Raposo”, ambos de Catolé do Rocha – PB, constituíram uma prole que recebeu o apelido de família “Fogo”. Tal denominação deve-se ao fato de que alguns de seus membros apresentam cor muito branca e cabelos amarelados “cor de fogo”, características físicas aliadas ao gênio irascível. É comum ouvir alguém dizer que “pessoa da família Maia é fogo”, isto é, arrojada. 

Os da família Leite recebem o apelido de “Picheques”, afirmativa reiterada pelo historiador José Leite(Dedé de Lino Leite), aquém presto memória póstuma. Esse tronco familiar vem do velho Leornado Ferreira Leite, genitor de Luiz Ferreira Leite, João Ferreira Leite(político em Mossoró) e Pedro Ferreira Leite. Temos ainda os protagonistas de comédicas do riso, nas pessoas do velho Mané Leite e Lino Leite. Em Mossoró temo um legítimo “Picheque”, na pessoa do vereador Pedro Edilson Leite Jr. 

No Sítio “Bico Torto”, localizado às margens da lagoa do Apody, encontramos os descendentes do velho Joaquim Manoel da Costa, conhecido popularmente como Joaquim Inglês, tronco dos muitos “Ingleses” que habitam aquelas paragens – homens honestos e trabalhadores. 

Elencando, temos ainda à família “Pichau”, oriunda do velho Lúcio Fogueteiro, pai de Tião Lúcio, Cotó, Nem e Maria José, dentre outros. E, assim temos: 

- Os “Mendengues” (não confundir com Mezengas!). Descendem do velho João Mendengue, nascido no “Baixio de Nazaré”, serra de Martins. 

- Os Sansão – Descendem dos velhos Amâncio e João Coringa, nascido em Umarizal – RN.

- Os “Tito” – Descendem do Capitão da Guarda Nacional Tito Joaquim de Souza Campelo (do Alto Santo – CE). Casado com D. Maria Gomes de Oliveira (filha do Capitão Vicente Ferreira Pinto – chefe político do Apody em 1817), avós maternos dos coronéis Francisco Ferreira Pinto, Lucas Pinto e Aristides Pinto. 

- Os “Foice” – Vêm do velho “Mané Foice”. 

- Os “Pebas” – Vêm da velha Ana Peba(Melancias). 

- Os “Preás” – Vêm do velho Antônio Preá. 

- Os “Baralhos” – Vêm de Maria Baralho(Sítio Pé de Serra). 

- Os “Padres” – Vêm de Antônio Padre. 

- Os “Vida Mansa” – Vêm do velho pescador Antônio Vida Mansa. 

- Os “Caveja” -  Vêm do velho Ademar Caveja (Ademar Silveira), pai do saudoso Fanhico, do bar “Canto das Almas”. 

- Os “Dino” – Vêm do velho Sebastião de Dino(Sebastião Sizenando Sena e Silva) – homem que tinha a melhor caligrafia do Apody). Era paibano. 

E... assim os sertões quebram a monotonia de suas imagens e diálogos, com a evocação de “causos” e “cousas” trazendo à boca o gosto gostoso da saudade da minha amada cidade do Apody. 

Por Marcos Pinto – historiador e advogado apodiense. 

domingo, 19 de outubro de 2014

Doce lembrança - Aluísio Barros

Teu sorriso na foto
traz momento nossos
entre quatro paredes
de um motel qualquer.

"Anjo Torto" - Aluísio Barros de Oliveira 

sábado, 18 de outubro de 2014

Anjo barroco - Dodora

o seminarista
tinha a cara do anjinho barroco
retratado por Bernini
no “êxtase de Santa Teresa”.
Não conseguia reprimir o desejo
Orava,
ardentemente,
desejava
o beijo da menina
amadora,
pecadora,
que aos domingos fingia rezar na igreja.

Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Heróis ao contrário - Dodora

Os rapazes, com olhares fugazes,
empinavam as motocicletas
e se disfarçavam de heróis ao contrário
Tinham rostos enigmáticos
e no coração uma vala do tamanho do mundo.
Corriam contra o vento
sem noção do tempo,
por isso nunca encontravam o caminho.

Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Centro Cultural intensifica luta pelos direitos e história dos indígenas de Apodi


O Centro Histórico Cultural Tapuias – Paiacus de Apodi, grupo este que busca os direitos dos descendentes indígenas e o resgate da história do município, vive um momento de luta no tocante a realização e construção de obras importantes para a reconstrução da identidade indígena apodiense. Dentre elas, destacam-se a construção de um museu, de uma comunidade Tapuia-Paiacu.

Para a presidente do Centro Histórico, Lúcia Tavares, essas obras irão preservar a história do município e garantir os direitos dos remanescentes indígenas ainda existentes na região.

A vice-presidente, Mônica Freitas, relata que que há uma grande dificuldade na reconstrução e preservação dessa história, uma vez que o Centro não recebe qualquer apoio do poder público. 


Artefatos históricos 

A fim de manter um registro verídico, Mônica comenta que está escrevendo um livro com todos os fatos e acontecimentos que cercam os primeiros habitantes de Apodi.

“É um dos momentos mais importantes do Centro Histórico é esse resgate que vai tentar fazer em um livro sobre a reconstrução da identidade indígena apodiense. Nós, através da organização do Centro, tivemos a oportunidade de reunir fatos históricos famílias e peças líticas que cotam muito sobre os primeiros habitantes de Apodi”, disse ela.

Recentemente, o Centro Histórico Cultural Tapuias-Paiacus firmou uma parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte - IFRN Campus Apodi, através da criação de um Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro s e Indígenas (NEABI), para realizar ações de ensino, pesquisa e extensão sobre as várias dimensões das relações étnicos-raciais, de sensibilizar, colaborar e promover, ações estratégicas, produzindo e divulgando conhecimentos.

Lúcia Tavares, Mônica Freitas e Isaac Tôrres

Em Apodi, já são mais de 30 famílias que se auto declararam indígenas, mas de acordo com o IBGE, existem na cidade somente 14 inscritos como tal. Devido a isso, Lúcia Tavares ressalta a importância das famílias se auto declararem remanescentes indígenas em cadastros e pesquisas do IBGE.

Por Josemário Alves - Portal S.O.S Notícias do RN

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A verdade com túnica amarela - Dodora

Na casa imaginária, as paredes eram de vidros,
mas ninguém se via.
Era uma gente medrosa,
mas desejosa
de se reconstruir
Tinham vergonha da verdade nua,
por isso a vestiam com uma túnica amarela
e a deixavam parecendo uma gueixa,
entregue ao sultão
que nunca ouvira falar em castelos medievais,
mas adorava mastigar chicletes.


Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

Homologação de licitação aumenta expectativas sobre a UERN em Apodi


No último dia 02 de outubro, foi publicado no Diário Oficial, o termo de homologação e adjudicação da licitação para a construção do campus da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, a UERN em Apodi. O documento transforma um sonho antigo da população em realidade, uma vez que a implantação de um campus universitário no município está cada vez perto.

Atualmente, Apodi contém cerca de 700 universitários que se deslocam diariamente para as cidades de Mossoró e Caraúbas, onde se concentram os campi universitários mais próximos.

Para o acadêmico de Direito, Pedro Acioly, a chegada da UERN no município só tem a beneficiar, não só na área da educação, mas em diversos outros setores, como a economia.

"Nós vamos ter o benefício da expansão urbana da cidade, com a chegada de novos alunos e professores, resultando no desenvolvimento social e solidário da região da Chapada, onde vai ficar o campus da UERN. E dentre outros benefícios, posso citar a questão da geração de emprego no município, injeção na economia local e a diversificação de cursos que vão vir pra Apodi. É extremamente importante que a população de Apodi continue unida, e que a nossa bandeira seja a bandeira da UERN, para que a gente cobre a concretização real desse sonho", disse ele.

Com a aproximação da concretização do sonho dos apodienses, cresce a expectativa de cursar o ensino superior em sua própria terra, sem precisar se deslocar grandes distâncias, foi o que comentou ainda o universitário Pedro Acioly.

"Já faz uns 40 anos de luta que Apodi tenta realizar esse sonho, e agora finalmente vai sair do papel, é um sentimento compactuado por todos. Nós universitários passamos por muitas dificuldades, é ônibus lotados, as vezes quebrados, e a gente fica a mercê da universidade mais próxima que fica em Mossoró. Ao meu ver, essa universidade chegando aqui é um ganho enorme para a cidade de Apodi", concluiu Pedro.

O campus da UERN em Apodi foi licitado em mais de R$ 4 milhões. A estrutura ficará localizada na zona rural do município ás margens da BR – 405 na Chapada do Apodi.

A sua construção começará após a empresa vencedora do certame licitatório assinar o termo de contrato junto á instituição.

Por Josemário Alves - Portal S.O.S Notícias do RN 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Guadalupe e o país de sem-tetos - Dodora

A família unida,
no sonho, 
por um pedaço de pão, 
de chão. 
Reclamando o seu direito, 
precisando de uma mão
que a protegesse no país de sem-tetos. 
Com olhares profundos, prescrutava o horizonte
e via a esperança se diluindo no orvalho. 
Viver dignamente era o seu direito
no País continental,
descoberto por Cabral;
e que amava Aparecida, a padroeira. 
Guadalupe, protetora da América Latina,
protegia a família unida,
que por um pedaço de chão,
de onde tiraria o seu pão,
se sujeitava a morar em covas rasas. 
com os sujos corpos crivados de balas. 

Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

Os mártires do Apody - Por Marcos Pinto

A história dos mártires do Apody se confunde com a própria história da cidade, tais e tantos foram os fatos e episódios que ficaram amalgados na memória daquela grei oestana. O século XVIII foi o nosso século de povoamento no interior, com a criação de capelas e multiplicação de currais de gado. O processo de colonização do Apody começou pelos idos de 1688, com os sesmeiros Gonçalo Pires de Gusmão e os irmãos Manoel, Balthazar, João Nogueira. 

Em 09 de agosto de 1688, ocorreu o massacre de Balthazar Nogueira, morto a flechadas, tacapes e bordunas, às margens da lagoa do “Apanha Peixe”, pelos índios Paiins vindos da fronteira cearense (Vale do Jaguaribe) aliados aos paiacus, indígenas de corso, afoitos, valentes e teimosos no ataque. Concedidas as primeiras “datas” e sesmarias no interior da capitania, com a finalidade de expandir-se a criação de gado, ocorreu a reação dos tapuias, contra a presença dos curraleiros no sertão por eles habitado. 

À medida que os indígenas iam sendo vencidos pelo Terço dos Paulistas (Milícias organizadas para o combate ao gentio indígena, oriundas de São Paulo) eram eles coagidos a se aldearem nas missões religiosas, como foi o caso dos Tapuias Paiacus do grupo étnico-cultural Tarairiú, aldeados à beira da lagoa do Apody. No dia 10 de janeiro de 1700, uma terça-feira, o padre Jesuíta Filipe Bourel, alemão de Agripi, fundo a missão de São João Batista da Lagoa do Apody, no local que passou a receber a denominação de “Córrego das Missões”. 

No ano de 1709, a aldeia dos Paiacus da Lagoa do Apody foi atacada pelos indígenas  Janduins, que apesar de pertencerem ao mesmo grupo Tarairiú, eram ferrenhos inimigos daqueles Paiacus. No mesmo ataque desfeiro pelos referidos janduins, contra os 600 paiacus aldeados  no Apody, aprisionaram os atacantes 80 individuos e mataram 70. 

O mártir Filipe Bourel viera do Colégio da Companhia de Jesus, na Bahia, na qualidade de missionário apostólico. A respeito do alemão, dedicou o escritor Dom Domingos de Loreto Couto, autor do livro “Desagravos do Brasil e Glórias de Pernambuco”, impresso no ano de 1757, os mais louváveis elogios. 

Segundo aquele escritor, o Pe. Filipe Bourel teria ressuscitado uma criança indígena, já sepultada. Entregue a criança a sua mãe, teria a mesma vivo mais alguns dias... naquele ano de 1757, ainda existia na capela do Apody um quadro retratando o episódio glorioso/milagrosos. 

O último mártir apodiense repousa na pessoa do Coronel Francisco Pinto, vítima de todo tipo de truculências, acossado por detentores de interesses espúrios, de atitudes marcadas pelo ferrete da traição e da vilania. Em 10 de maio de 1927 quase teve sua vida ceifada a golpes de punhal, empunhados por bando de cangaceiros comandados por Massilon Leite, tendo o mesmo escapado ileso devido a intercessão do Pe. Benedito Alves. 

Em 02 de maio de 1934 tombou morto por mão mercenária. Quando ouviu-se o único tiro, fatal, sabia-se de onde e de quem partira a ordem da embuscada que vitimara Francisco Pinto. Os homens inescrupulosos que coordenaram tudo (os mesmos que trouxeram Lampião e seu bando a estas plagas), quiseram desviar suspeitas e encobrir suas identidades, através da famosa “queima de arquivo”, mandando=se matar o pistoleiro Roldão Maia, autor do disparo, por vaqueiros de Benedito Saldanha, que levaram-no para lugar ermo da fazenda “Várzea Grande”, onde o mesmo se encontrava fugindo e refugiado, fulminando-o ali mesmo. A referida fazenda pertencia a Benedito Saldanha, situando-se às proximidades da cidade de Limoeiro do Norte – CE. 

Naquela noite de 02 de maio de 1934 ouviram-se gritos de imprecações de medo, ódio, surpresa e desespero da gente apodyense. 

FONTE DE PESQUISA: Olavo de Medeiros Filho – “A Morte do Pe. Filipe Bourel”. Pe. Serafim Leite – “História da Companhia de Jesus no Brasil”. Egar Barbosa – “Histórias de uma campanha”. Jornal “A Razão”  - Edição de 04.05.1934. 

Por Marcos Pinto – historiador ,advogado e Presidente da Academia Apodiense de Letras. 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A mulher que se dizia flor do Lácio - Dodora

Uma chuva caindo vaporosa.
Uma mulher chorando copiosa
como serpente querendo engravidar.
A mulher era louca varrida e via, na cama, uma Esfinge indecifrável.
Como quase toda louca varrida ela ficava penteando os cabelos
e subindo os degraus da escada.
Gostava de se sentir uma mulher definitiva.
Amada.
Amante do sargento mal encarado.
A mulher era uma louca varrida
e se dizia a última flor do Lácio inculta e bela.

Contraponto - Maria Auxiliadora da Silva Maia - Poesias/Crônicas e Contros Ingênuos - 1ª Edição, 1998

A derrocada política da família Pinto - Por Marcos Pinto

Quando o português Alexandre Pinto Machado pisou o fértil solo apodyense, oriundo da cidade de Mirandela (Portugal), já o fez investido da patente de Capitão-Mór da Ribeira do Apody. Nascia com ele a que seria a maior oligarquia política do Estado do RN. 

Afirma a tradição que o capitão Pinto Machado teria fixado residência em Apody por volta do ano de 1780. Tal assertiva encontra arrimo em vetusto inventário, onde encontra-se o testamento do velho Pinto, esclarecendo haver comprado (em 1780) data de terras no lugar denominado Ponta, ao sesmeiro baiano Christovão da Rocha Pita. 

Nos mais ricos habitantes da Capitania do RN, manifestava-se a tendência de procurar o quanto possível a união com família semelhante, formando-se clãs poderosos. Daí o capitão Pinto Machado ter casado com Dona Francisca Barbosa D’Amorim, filha do português João Barbosa Correia, natural de Ponte de Lima. 

Afirma-nos o historiador Raimundo Nonato, em sua célebre obra “A Zona do Por do Sol” que em 1822 o capitão Vicente Ferreira Pinto (1º deste nome e pai do 2º), filho de Pinto Machado , comandava o Partido Conservador no Apody, e o  capitão José Ferreira da Mota comandava o Partido Liberal. 

Por mote do capitão Vicente Ferreira Pinto, em 1847, foi elevado a chefe do Partido Conservador o seu filho Sebastião Celino D’Oliveira Pinto, deputado eleito até ser proclamada a República, em 1899, por mote do capitão “Tatão”, como era conhecido, sucedeu-o o seu sobrinho paterno o coronel Antônio Ferreira Pinto, pai do também Cel. Luís Colombo Ferreira Pinto, político militante em Mossoró, tendo sido sucessor de Rodolfo Fernandes (em 1927). 

Falecendo o Cel. Ferreira Pinto a 04/08/1909, sucedeu-o o seu filho Cel. João de Brito Ferreira Pinto, tendo este falecido em 1915. Com o prematuro falecimento de João de Brito, foi-lhe suceder o seu tio materno Cel. João Jázimo D’Oliveira Pinto (filho do capitão Tatão). 

Em 1924 é eleito presidente da Intendência Municipal, o Cel. Francisco Ferreira Pinto, apoiado por seu mentor político, sogro e primo em 2º grau o Cel. João Jázimo. Em rápida ascensão, é Chico Pinto eleito deputado estadual, trajetória de envergadura interrompida por seu assassinato a 02 de maio de 1934, quando contava a idade de 39 anos. 

Teve o Cel. Lucas Pinto o honroso dever de suceder o irmão covardemente assassinado, com o mesmo determinismo herdade dos ancestrais. 

Observe-se que a família Pinto de Apody para Mossoró (Luis Colombo, Jorge Pinto e Luiz Pinto), sendo certo que em 1927 o Cel. Francisco Pinto comandava Apody e Luiz Colombo comandava os destinos de Mossoró, por falecimento de Rodolfo Fernandes. 

Em 1870 a cidade de Portalegre era comandada pelo capitão Antônio Gomes Pinto, estendendo a oligarquia Pinto naquelas paragens até o ano de 1920, quando o seu neto, o Cel. Laurino de Paiva, chefiava os destinos políticos daquela cidade serrana. 

De Apody para Caraúbas seguiu o capitão Alexandre Magno D’Oliveira Pinto, disseminado a oligarquia, proporcionando a investidura de um Pinto no cargo de governador do Estado do RN – o seu bisneto Walfredo Gurgel sucessor de Aluízio Alves. Alexandre Magno era filho do capitão Vicente Ferreira Pinto (primeiro deste nome). 

Até o pouco tempo encontrávamos um representante da família Pinto investido na função de prefeito municipal de Viçosa –RN, o Sr. Francisco Gomes Pinto, conhecido como Chichico Pinto. 

A derrocada política da família Pinto deu-se por radicalismo político do Cel. Lucas Pinto. As atuais cidade de Itaú e Felipe Guerra pertenciam ao município Apody. Em 1962 houve a emancipação política daquelas duas cidades. Nos embates eleitorais Itaú sempre dava maioria aos Pinto, enquanto Felipe Guerra, sob o comando dos Gurgéis, dava maioria aos adversários dos Pinto. 

Usando de seu prestígio político junto ao governador Aluízio Alves, eis que Lucas Pinto consegue derrubar a emancipação política de Felipe Guerra, e a cidade acirrou, mais ainda, os ânimos contra os Pinto, impondo fragorosa derrota (em 1962 – 0u 1963?) ao então candidato a prefeito Dr. Newton Pinto, que perdeu para Isauro Camilo por uma maioria superior a 200 votos. 

Isauro fora candidato à vida pública pelas mãos do Cel. Lucas Pinto, a quem traiu levando-o ao ostracismo político. Como espécie de castigo divino, eis que Isauro morreu no mais completo ostracismo político. 

Por Marcos Pinto – historiador, advogado e Presidente da Academia Apodiense de Letras.

domingo, 12 de outubro de 2014

Gincana Cultural do PDA Santa Cruz na E. E. Sebastião Gomes de Oliveira de Melancias


A equipe de educadores do PDA Santa cruz do Apodi esteve na Escola Estadual Sebastião Gomes de Oliveira, em Melancias e realizou gincana cultural com os estudantes. 


Foi boa a participação dos alunos e houve muitas brincadeiras, brindes e lanche, que foi servido a todos presentes. O PDA Santa Cruz agradece o acolhimento da direção e toda equipe da escola.












Alunos da Escola Sebastião Gomes de Oliveira desenvolvem projetos do programa “Mais Cultura nas Escolas”





A Escola Sebastião Gomes de Oliveira já esta realizando seus projetos relativos ao programa “Mais Cultura nas Escolas”, A diversidade cultural é um dos objetivos do programa. O PROGRAMA MAIS CULTURA NAS ESCOLAS consiste em iniciativa interministerial firmada entre os Ministérios da Cultura (MINC) e da Educação (MEC). 


Tem por objetivo: reconhecer e promover a escola como espaço de circulação e produção da diversidade cultural brasileira; contribuir com a formação de publico para as artes e ampliar o repertório cultural da comunidade escolar; desenvolver atividades que promovam a interlocução entre experiências culturais e artísticas; fortalecer e consolidar territórios educativos, valorizando o diálogo entre saberes comunitários e escolares.

integrar experiências artísticas e culturais locais no projeto político pedagógico das escolas públicas, proporcionar aos alunos vivências artísticas e culturais promovendo a afetividade e a criatividade existentes no processo de ensino e aprendizagem. Leylla Carla Produções e Eventos foi a autora do projeto junto a Escola Sebastião Gomes de Oliveira, cerca de 80 alunos estão inscritos e participam do projeto. As atividades são acompanhadas pela gestão da escola.