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domingo, 29 de abril de 2012

Artigo Gestão dos recursos hídricos do Brasil enfoque na região semi-árida


Artigo: Gestão dos recursos  hídricos do Brasil enfoque na região semi-árida
Autores: Jorge Luis de Oliveira Pinto Filho, Valter Bezerra Dantas Físico, Hugo Eliachar da Silveira Duarte, Jardel José Tôrres de Menezes e Márcia Regina da Silva.

Evento: II SEMILUSO - Seminário Luso-Brasileiro Agricultura Familiar e Desertificação


Envie seu artigo científico para tudodeapodi@hotmail.com para publicação.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Site Apodi Atualizado

O site Apodi atualizado foi criado em agosto de 2009 e tem o objetivo de levar notícias com comodidade e agilidade até o leitor e mostrar um trabalho diferenciado em termos de cobertura. 

O Apodi Atualizado é um site diferente dos demais pois nele é anexado tanto coberturas de eventos e festas como também notícias. Sempre pensando no  internauta, estão fazendo história em Apodi e toda região.

Equipe: 
Calebe - Presidente 
Lucas - Coordenador executivo 
Luiz Guilherme - Coberturas Madson Victor - Coberturas.

Telefone de contato: (84) 9402.2164 / 9622.2058
Email: contato@apodiatualizado.com.br

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Artigo Gerenciamento dos resíduos sólidos no Municipio de Apodi RN

Artigo: Gerenciamento dos residuos sólidos no municipio de Apodi RN
Autores: Jorge Luis de Oliveira Pinto Filho,  Válter Bezerra Dantas, Hugo Eliachar da Silveira Duarte e Jardel José Tôrres de Menezes.

Evento: II SEMILUSO - Seminário Luso-Brasileiro Agricultura Familiar e Desertificação

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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Artigo Impactos ambientais urbanos: estudo de caso no bairro Ipe, Apodi-RN

Artigo: Impactos ambientais urbanos: estudo de caso no bairro Ipe, Apodi-RN
Autores: Jorge Luís de Oliveira Pinto Filho, Hermínio Sabino de Oliveira Júnior e Alexsandro Pereira de Albuquerque
Evento: Encontro de Ecologia da Paraíba - ENECO - PB
Publicação: 24 a 27 de novembro de 2011.

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Jorge Filho

JORGE LUIS DE OLIVEIRA PINTO FILHO, filho de Maria Gilnar Souza Monteiro Pinto e Jorge Luis de Oliveira Pinto, nasceu em 27 de outubro de 1985, em Apodi (Região Oeste de RN). Conclui o Ensino Fundamental no Centro Educacional Pequeno Príncipe em 1999 na cidade de Apodi-RN e o Médio no “CAP – Colégio e Curso” em 2002, na cidade de Natal-RN e, teve uma infância marcada pela presença ativa no movimento dos Escoteiros no 39° Grupo de Escoteiros Desembargador Newton Pinto. 
No ano seguinte retornou ao Oeste Potiguar, pois havia conseguido ingressar na primeira turma (“Os Pioneiros”) do Curso Bacharelado em Gestão Ambiental da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, nessa oportunidade em 2005 chegou o Professor Alan Martins de Oliveira ao curso que se tornou em pouco tempo o seu “Pai Acadêmico” e, sobretudo grande amigo e parceiro profissional. Paralelamente de 2005 a 2007 foi aluno da primeira turma (“Os Pioneiros”) do Curso de Saneamento do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte/UNED Mossoró-RN. No ano de 2008 ingressou na primeira turma (“Os Pioneiros”) do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da Universidade Federal Rural do Rural do Semi-Árido (UFERSA), na cidade de Mossoró (RN). No mesmo ano ingressou na UERN como Educador do Curso de Bacharelado em Gestão Ambiental da UERN, o qual iniciou sua trajetória acadêmica e desenvolve até o momento. 

Em 2012, ingressou no Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente (UFC, UFRN, UFPI, UFS, UESC) na linha de pesquisa planejamento e gestão de zonas semi-áridas e ecossistemas limítrofes. Atualmente atua como pesquisador do Grupo de Estudos em Gestão Ambiental - GEGA do Departamento de Gestão Ambiental da UERN na área de impactos ambientais pelo uso do solo, saneamento ambiental, gestão ambiental empresarial e recursos hídricos.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Artigo Tolerância do rabanete ao encharmento do solo - Ronimeire Torres

Artigo: Tolerância do rabanete ao encharmento do solo.
Autores: Ronimeire Torres da Silva, Antônia Adailha Tôrres Souza, Francisco de Assis de Oliveira, Isabelli Sorrel de Oliveira Targino e Maria Laiane do Nascimento Silva. 
Publicação: Janeiro a março de 2012 

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Artigo Monitoramentos dos teores totais e disponíveis de metais pesados no lixão de Apodi-RN - Jorge Filho

Artigo: Monitoramento dos teores totais e disponíveis de metais pesados no lixão do município de Apodi-RN. 
Autor: Jorge Luis de Oliveira Pinto Filho - Bacharel em Gestão Ambiental pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN e Meste em Ciências do Solo pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA jorgefilho-uern@hotmail.com.br
Publicação: Janeiro a março de 2012 
Fonte do artigo: http://revista.gvaa.com.br

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Estação Digital se reúne para discutir funcionamento

Nesta sexta Feira dia (20/04) as 19:30 h, acontecerá a reunião do Comitê Gestor da Estação Digital Espaço Virtual projeto MIDEP, no auditório da Associação dos Mini Produtores de Córrego e Sítios Reunidos na comunidade de Córrego Apodi/RN, o objetivo da reunião é avaliar as atividades da Estação em 2011 e planejar o seu funcionamento no ano de 2012. Contamos com a presença dos membros do Comitê e da comunidade.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Alunos do Projovem Campo Saberes da Terra Sementes Nativas visitam PA Milagres




Aconteceu na manhã de quarta-feira 11 de abril de 2012, os alunos acompanhados da equipe de professores se deslocaram até o assentamento milagres localizado na chapada do Apodi-RN, lá conheceram um exemplo de mini produtor rural que apesar de uma área muito pequena de apenas 01ha ele consegue produzir de tudo um pouco, seguindo a tradição dos avós o Sr. Zito usa apenas técnicas naturais desde a adubação orgânica até os manejos com as diversas culturas que desenvolve no pequeno pedaço de chão que vive. 

No cercado do assentado rural você encontra plantações de feijão, milho, sorgo, capim, laranjas, côco, mamão, manga, goiaba, limão, batata, macaxeira, alface, coentro, carambola, banana, fruta do conde, jerimum, abóbora, melancia, cana de açúcar, tomate, pimenta, e mudas de côqueiro, sabiá, uva, graviola e ninho. Além de criação de suínos e bovinos, mais uma vez lembrando tudo isso em 01hectare de terra. 

O agricultor comenta do descaso do governo federal com os assentados da reforma agrária e no vídeo fala detalhes sobre o desafio em viver da agricultura orgânica sem apoio dos governantes. 

Quem quiser algum produto agrícola totalmente natural ligue 84 - 3333 27 07 e fale com Zito 



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Partiu o humorista do século "Chico Anysio - Raimundo Pinto

Artigo nº 02/2012
Apodi-RN, 04 de Abril de 2012

RAIMUNDO MARINHO PINTO
(Esmiuçador de Biografias e de fatos históricos).

O humorista que criou 209 tipos, reinou absoluto na audiência e impregnou o DNA da comédia brasileira. Nascido em 12 de Abril de 1931 em Maranguape, no interior do Ceará, ele se mudou com a família para o Rio de Janeiro aos 8 anos de idade, depois que a empresa de ônibus de seu pai foi a falência. Chico Anysio se casou seis vezes e teve sete filhos biológicos- nenhum dos quais com sua última mulher, a produtora gaúcha Malga Di Paula, 39 anos mais jovem. Anysio fazia questão de ressaltar que seu rebento que mais lhe dava orgulho era outro: Rodrigo, de 19 anos, dois filhos com a ex ministra Zélia.

Ingressou no rádio aos 16 anos, após vitórias em concursos de calouros. Por uns bons tempos, atuou como segundo galã nas rádionovelas. Até o dia em que um chefe decidiu transferí-lo para produção dos programas de humor da emissora em que trabalhava. Entre o fim dos anos 50 e a década dos anos 90, ele incorporou 209 tipos de personagens que até hoje povoam a memória dos espectadores, de Justo Veríssimo, político corrupto que odiava seus eleitores pobres, o Bento Carneiro, o autoproclamado “Vampiro brasileiro”, que, em contraponto a seus sedutores da Transilvânia, era feioso e molenga.

O mais bem sucedido desses tipos (personagens) remetia ao ambiente colegial das primeiras intenções de seu criador- o mestre Turrão que comandava a escolinha do professor Raimundo com atração de sucesso entre 1990 a 1995. Chico Anysio deu visibilidade a novas expoentes do humor, como Tom Cavalcante, além de resgatar artistas da velha guarda como WalterD´AVila (1911-1996). Atingiu ai o auge não só no ibope, mas também como celebridade capaz de galvanizar o país com sua vida de alcova: foi durante uma gravação do programa que ele conheceu e se apaixonou por Zélia Cardoso de Melo, a ex-ministra da economia responsável pelo confisco da poupança da nação durante o infame plano Collor, que seria destronada após se expor em patético affaire com o também (e homem casado) Bernardo Cabral.

No início dos anos 90, em Brasil redemocratizado, Chico Anysio era onipresente da Globo.

CARAS E CARETAS. Os tipos mais marcantes da carreira de Chico Anysio: 1 Bozó: 2 Justo Veríssimo; 3 Salomé; 4 Nazareno; 5 Painho; 6 Popó ; 7 Azambuja; 8 Alberto Roberto; 9 Bento Carneiro.

Chico Anysio morreu mas a televisão vai continuar impregnada de seu DNA.

O reinado de Chico Anysio como o coronel do humor da Globo atravessou o regime militar.Com seus personagens, ele não se furtou a comentar questões incômodas ao regime militar. Nos anos 70, aludiu de forma velada ás declarações de opositores ás forças da repressão e ironizou o chamado milagre econômico por meio das músicas da dupla Baiano & Os Novos Caetanos. Mas o humor de Anysio nunca chegou a ser como verdadeiramente incômodo pelos generais-presidentes.

O comediante morreu na sexta-feira, dia 23-03-2012, aos 80 anos, após lutar por quinze meses contra complicações de saúde iniciadas por uma obstrução coronária. Entre entradas e saídas no hospital Samaritano, na zona sul do Rio de Janeiro, ficou 228 dias internado.

Chico Anysio foi um dos maiores artistas do mundo no patamar do outro gênio Charles Chanplin. Ele não morreu, ele foi fazer humor, contar piadas, o seu humor continua lá no céu. Você é o cara de século. Você é eterno, Valeu Chico.

Convite Colóquio Globalização e multiculturalismo 13-04-2012 - Natal

Convido tod@s vocês a participarem do Colóquio Globalização e Multiculturalismo. Esse evento integra a programação do VII FÓRUM TEMÁTICO SOCIEDADE E EDUCAÇÃO que se compõe de eventos cíclicos durante todo ano de 2012, no âmbito das comemorações dos 20 anos do Grupo de Pesquisa Cultura, Politica e Educação da UFRN. Peço, também, ampla divulgação dessa atividade.

Palestrante: Profª Drª. Maria da Conceição Pereira Ramos-Universidade do Porto (Portugal)
Coordenação: Profº Dr. José Willington Germano-UFRN
Profª Dra. Vania de Vasconcelos Gico
Data: 13 de abril de 2012
Local: Auditório do Laboratório de Comunicação Social da UFRN (Labcom)
Hora: 8 às 12h
Inscrições no local do evento

Convite enviado pela professora Simone Cabral

terça-feira, 3 de abril de 2012

Um monumento para Apodi - Nuremberg de Sousa

"Morte do Padre Philipe Bourel", de autor desconhecido da Escola Portuguesa do Seculo XVIII, 
é a primeira tela da mencionada Escola que registra uma paisagem do Brasil 

Um povo que não olha para o seu passado não entenderá o hoje, pois rompeu com a sua história e se perderá no caminho do futuro por suprimir elos que deveriam liga-los, como um quebra-cabeça que lhe falta as peças para a sua armação. Uma cidade histórica que não tem monumento, marcos, bustos, estátuas, obeliscos, arcos, etc é uma borracha no seu passado. 

É voltando ás páginas amarelecidas, recapitulando, encaixando os acontecimentos mais longínquos dos primórdios imemoriais que só através dos alfarrábios conseguimos nos deparar com vultos e passagens louváveis do povoamento das terras de Apodi, que com certeza insofismável extrapola a nossa circunscrição municipal e, nos projeta no cenário estadual, até mesmo no nacional. Quem leu o livro do jornalista Laurentino Gomes (1822), um dos mais vendidos do Brasil em 2011, vê que o autor se detém reportando a Chapada do Apodi sobre a lenda mítica da Labatut. Essa é outra história que dará mais um monumento, vamos explorá-la futuramente. 

Um monumento para Apodi será um marco indelével como registro de quão importante é o seu passado, para isso se faz necessário resgatá-lo e historiar, não só aos seus filhos, mas para o campo fértil do turismo. Sim, ergam o monumento, por que já fazemos parte do conjunto das muitas cidades deste país com passado enriquecido ao longo das datas, porém rompido com o antes e o depois, por não termos sequer um monumento erguido em suas vias e logradouros. Para não olvidar e ser injusto há um acanhado busto do ex-chefe político, Francisco Pinto, chantado na pequeníssima praça de mesmo nome. 

O que ora aqui faço, nada mais é o eco do nosso historiador Walter de Brito Guerra, que nos denunciava a falta de monumentos e a não preservação desses, como o do Bicentenário da Paróquia, demolido antes de concluído como fora projetado. É revendo a história de Apodi que encontramos nos compêndios de Olavo de Medeiros Filho (Notas para a História do RN, 2001 e Ribeiras do Açu e Mossoró, 2003), o registro e ressurreição do episódio da morte do padre Felipe Bourel, a quem os apodienses devem justas homenagens. Tal fato se sobressai, ao da primeira tela pintada no Rio Grande do Norte, em 1709, em terras de Apodi, que retrata a morte do fundador da Missão de São João Batista da Ribeira de Apodi, por consequência de embate aguerrido entre índios Paiacus e Janduís. 

Por um monumento clamamos a ser erguido às margens da lagoa de Apodi, no trecho conhecido por Calçadão, doravante: complexo Turístico Lacustre – Padre Felipe Bourel e contendo a fixação, em grandes dimensões, da réplica do quadro original que se encontra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e cópia no Instituto Histórico e Geográfico do RN. Estendemos os parabéns pelos os que estão engajados nessa luta, à Câmara Municipal de Apodi, principalmente ao edil Evangelista, por acatar esse ideal brilhante partido de cidadãos apodienses comuns. A idealização veio da iniciativa do senhor Railton Dantas que me pediu uma sugestão de nome de ente da nossa história para nomear aquele calçadão construído com verbas do governo federal. Nada mais correto, lógico e pertinente o nome do missionário Felipe Bourel por aldeiar os índios naquele espaço e, consequentemente, pela história que se desdobra. Agrupa ainda, com este ideal participando de reunião, os professores César Silva e Ozamir Souza, o advogado Pedro Martins, o técnico em eletrônica, Francisco Noronha e o pároco Maciel. Ainda, Adonias Sousa, Antônio Lopes, Roberto Hellinsk, Raimundo Marinho Pinto e tantos outros e entidades jurídicas que apoiam e incentivam a proposta. Os que omitimos seus nomes foi por falta de espaço neste escrito. 

Um monumento para Apodi dependerá, também, do poder executivo municipal sancionar o projeto aprovado pelo legislativo, emplacando-o e se fazer erguer o marco colosso imbatível as intempéries, de magnificência beleza arquitetônica, já que a história requer e está à altura, para que seja contemplado pelos olhos dos visitantes, unindo com a visão agradável da lagoa à arquitetura do monumento e, sem ficar para trás, a riqueza da nossa história. 

Então, parece-nos que nesta contextura a própria história do Apodi conspira a favor, coincidentemente, hoje, temos uma historiadora de formação acadêmica – prefeita – par unir o útil ao agradável. 

Registre-se! Ergam-no, perpetue à posteridade! 

Natal, 22 de março de 2012. 

Nuremberg Ferreira de Sousa - Licenciado em Geografia.

(Artigo originalmente publicado n'O Jornal de Hoje, no dia 31.03.12) 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

FBB implantará 60 mil unidades de cisternas de placas no Nordeste

Cláudia Motta, coordenadora da Terra Viva
A Coordenadora Institucional do Centro de Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura Familiar – TERRA VIVA que dispõe de um escritório local no município de Apodi Cláudia Maria Mota Oliveira esteve presente em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 29, em Brasília para assinatura de Contrato com a Fundação Banco do Brasil. Estes contratos serão para implantação de 60 mil unidades da tecnologia social cisternas de placas na região do semiárido em oito estados do Nordeste e em Minas Gerais. Do Rio Grande do Norte foram selecionadas em um Edital Público lançado no corrente ano três instituições que fazem parte da Articulação no Semiárido Brasileiro – ASA, o SEAPAC (Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários), a AACC (Associação de Apoio as Comunidades do Campo do RN) e o Centro Terra Viva. Nessa cerimônia estavam presentes o Ministro-Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, a Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o Presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Streit e o Presidente da Associação Programa 1 Milhão de Cisternas para o Semiárido, Naidison Baptista. 

Essa iniciativa faz parte do Programa Água para Todos, do Governo Federal, e do Água Brasil, e tem como meta a promoção do acesso à água potável para consumo humano e para produção alimentar. No Contrato que se refere ao Centro Terra Viva serão construídas 1865 cisternas, grande parte nas comunidades rurais de Apodi, isso reforça o trabalho que essa instituição vem desenvolvendo há 14 anos nesse município, realizando ações no sentido de contribuir com a melhoria de vida dos agricultores/as.