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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Droga Center


Em 20 de fevereiro de 1995, nascia em Apodi/RN, um empreendimento que modificaria todo o conceito empresarial da área farmacêutica na cidade e região. Propondo uma busca constante da excelência no atendimento, disposição dos mais diversos produtos e serviços em um ambiente confortável que permita ao cliente uma maior satisfação. Hoje a Droga Center além da loja central conta com outras 3 farmácias, todas elas possuem um layout moderno e confortável, uma delas está em um dos grandes centros comerciais da região: Mossoró West Shopping em Mossoró/RN.

A Droga Center em todos esses anos tem mantido a preferência da população apodiense e de cidades vizinhas, por acreditar que um bom atendimento ainda faz a diferença, sempre acreditando nos valores da terra, e uma equipe que está em constante aperfeiçoamento. A grande diversidade de serviços e produtos demonstra um fator que é decisivo no mercado competitivo: a inovação.
Mantendo o zelo no relacionamento com os clientes, em 2011 a Droga Center é pioneira na cidade ao fechar a parceria com o Governo Federal no Programa Farmácia Popular, ofertando medicamentos para hipertensão e diabetes totalmente de graça, com atendimento exclusivo de 24 horas.

É por essas e outras razões que a Droga Center tem sido reconhecida em todos esses anos. Em 2000, é 1º lugar na pesquisa de preferência e simpatia pública na categoria farmácia, realizada pela EMPEPI. Em 2001, é 1º lugar na pesquisa de opinião pública, realizada pela PUBLIMAR. Em 2004, é a Drogaria do Ano, por jornalistas e líderes comunitários. Em 2005, é 1º lugar na pesquisa de preferência e simpatia pública na categoria farmácia, realizada pela EMPEPI. Em 2009, é destaque na categoria farmácia, pelo Top Qualidade. Reconhecidos pelo Troféu Empreendedor temos o melhor atendimento e somos a loja de maior conforto.

“Sempre do seu lado, sempre do jeito. Segurança e pronto atendimento. É com alegria que a Droga Center pensa em você em todos os momentos. Sua saúde tem endereço certo, é na Droga Center!”

Telefone: (84) 3333-2093

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Raimunda Nonata da Silva Rêgo - professora



RAIMUNDA NONATA DA SILVA RÊGO, nasceu no Sítio João Pedro, município de Apodi - RN, no dia 02 de março de 1960, filha de José Francisco da Silva e de Sebastiana Menezes da Silva. Casou-se em 18 de novembro de 1980, com Raimundo Clementino do Rego. Com uma filha de nome KARINA DA SILVA RÊGO.

Professora na antiga Escola Isolada do Sítio João Pedro, criada pela Lei Estadual nº 2.112, de 19 de novembro de 1957, sancionada pelo então presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, que foi instalada em 16 de março de 1960, que teve como primeira professora senhora MARIA ANALIA DE OLIVEIRA, que ensinou nesse escola até 25 de fevereiro de 1980, quando passou o cargo para Raimunda Nonata. Ocupante da cadeira 22 da Academia Apodiense de Letras.

A professora RAIMUNDINHA faleceu no dia 02 de Outubro de 2011. Foi um dos maiores expoentes de Apodi no contexto educacional. Reunia em sí todas as virtudes cristãs, oriundas da sua inabalável fé. Alavancou o nome de APODI para o país inteiro, tendo seu trabalho educacional divulgado em matéria do programa "FANTÁSTICO", da Rede Globo. É mais uma estrela a iluminar a corte celestial. VIVAS À MEMÓRIA DA PROFESSORA RAIMUNDINHA!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Manejo da Catinga na chapada do Apodi

No município de Apodi, no oeste Potiguar, agricultores familiares ampliam áreas de manejo da caatinga e colhem os primeiros resultados.

A Chapada do Apodi, localizada entre os estados do Rio Grande do Norte e Ceará, é conhecida pela riqueza dos seus solos, diversidade das atividades produtivas e pelo potencial da agricultura familiar.
O projeto de formação pela experimentação em Manejo da Caatinga, executado pelo Centro TERRA VIVA, em conjunto com outras entidades parceiras (Sertão Verde, Coopervida, ATOS, Centro Padre Pedro, Ceacru), é financiado pelo Projeto Dom Helder Câmara/Projeto Sertão/MDA, e visa dar suporte ao aprendizado dos agricultores (as) dos assentamentos e comunidades da agricultura familiar em áreas experimentais de Manejo da Caatinga e apoiar a disseminação desta prática sustentável nos municípios do Território da Cidadania Sertão do Apodi.

As áreas manejadas estão em plena expansão. O número de unidades experimentais de manejo sustentável da caatinga para convivência com o Semi-árido, avança cada vez mais nas comunidades e assentamentos, até inicio de agosto de 2011, já foram implantadas cerca de 101 unidades e a tendência é de que mais e mais agricultores passem a adotar essa técnica em suas áreas.

Na região, historicamente a vegetação nativa foi e continua sendo explorada de forma depredatória contribuindo para a destruição de espécies vegetais e animais, intensificando ainda mais os processos de desertificação e empobrecimento dos recursos naturais e das comunidades rurais.

Esse cenário começa a mudar. Instituições de assessoria técnica, agricultores (as) experimentadores estão reinventando seu modo de usar os recursos naturais do fragilizado bioma caatinga. Cerca de 101 agricultores e suas famílias, passam a manejar a caatinga de forma agroecologica para garantir a sua sustentabilidade e complementação de sua renda. As arvores já não são arrancadas pelas raízes e sim manejadas para a produção de frutas, forragem, varas, estacas, mourões e criação de animais. O manejo da caatinga tem contribuído para conscientizar agricultores (as) acerca do uso sustentável dos recursos naturais da caatinga, geração de renda de forma sustentável e melhoria de vida.


As primeiras mudanças significativas já estão sendo observadas: substituição do desmatamento total das áreas, não utilização do fogo, melhoria da cobertura e proteção dos solos, preservação da matéria orgânica, aumento na produção de mel, preservação de árvores e adequação da quantidade de animais ao suporte forrageiro existente.
A produção de frutas a partir do plantio de frutíferas nativas nessas áreas é outra novidade que deverá num futuro breve garantir a diversificação da produção e o incremento de renda. O aumento na produção de forragem para a criação animal já é observada pelas famílias que entusiasmadas com os primeiros resultados esperam um maior apoio para ampliação de seu extraordinário trabalho de preservação e uso sustentável. A apicultura foi à atividade que deu os resultados que mais entusiasmam com o aumento da produção de mel nas áreas experimentais quando comparadas com colméias em áreas não manejadas ou próximas a projetos irrigados com alto uso de venenos.
A adoção e ampliação das áreas do manejo da caatinga tende a fortalecer cada vez mais a produção de carne, leite e mel, na região consolidando em breve o município de Apodi como o maior produtor de mel do Nordeste e por que não do Brasil. A agricultura familiar demonstra em Apodi e região, sua viabilidade quando temos bons projetos, incentivo econômico, políticas públicas, assessoria técnica e quando os agricultores (as) são chamados a construir de forma participativa, democrática e de modo sustentável. Provam com isso ser possível produzir alimentos de forma agroecologica e de se conviver com o Semiárido.

*Paulo Segundo e Silva, Engenheiro Agrônomo,
Coordenador do Projeto Manejo da Caatinga/Centro TERRA VIVA
Território Sertão do Apodi

Texto enviado por Agnaldo Oliveira

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Curta uma bike com o Poeta Antonio Francisco

Meus caros,
O documentário sobre Antônio Francisco, O Poeta e a Bicicleta, está participando de um concurso promovido no Rio de Janeiro pela internet. É um concurso de vídeos sobre a valorização da utilização da bicicleta e concorrem vídeos com até 03 minutos de duração. Nosso poeta maior está precisando urgentemente de seu voto para elevar sua veia poética para todos os rincões deste imenso país. Para votar é só acessar o link: http://www.curtaumabike.com.br/index.php?link=index

Abração,
Carlos.
P.S. Divulguem para seus contatos de e-mail.
 
 


E-mail enviado pela professora Simone Cabral

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Blog Academia Estudantil de Letras

Objetivo do blog
Divulgar o Projeto Academia Estudantil de Letras, compartilhar idéias com pessoas interessadas na área da Educação, promover a ampliação do universo cultural de professores e alunos, estabeler parcerias, conhecer a opinião de outras pessoas sobre o projeto, trocar experiências, etc.

A Academia Estudantil de Letras - AEL é um Projeto de Literatura com a finalidade de estimular o gosto pela leitura e aprimorar a escrita; desenvolver hábitos de estudo; criar uma rotina disciplinar; promover a autoestima; praticar a inclusão; desenvolver uma postura "acadêmica" que tenha reflexos na sala de aula; ajudar a vencer barreiras de timidez; resgatar valores de humanização. Teve início em 2005, na EMEF Padre Antônio Vieira. Em 2006 começou a expansão para outras escolas da DRE Penha.

Responsável: Sueli Gonçalves

E-mail: suelizinha@uol.com.br
Telefone de contato: (11) 3397-9151

Clique aqui para acessar:
www.academiaestudantildeletras.blogspot.com

Ver todas as notícias do blog:
http://academiaestudantildeletras.blogspot.com/feeds/posts/default

Lúcia Cará - artesã

Apodi tem tantos valores que até o seu povo desconhece. É o caso da artesã Lúcia Maria Tavares, mais conhecida por Lúcia Cará. Decoração e criação de peças artesanais como camisetas, bolsas, entre outros produtos.

“O Atelier ou UTI das Roupas de Lúcia Maria Tavares traz em seu conceito a arte dos tempos antigos, onde cada peça tem seu valor único, aliada a praticidade dos dias atuais unindo detalhes antigos a formas modernas e arrojadas”.

O professor Flaviano Monteiro convidou e entrevistou na noite de hoje no programa Observador Político, Lúcia Maria Tavares. Ela trabalha com costuras, camisetas, bolsas, consertos, tudo é artesanal. Todas com caricaturas dos índios Tapuias Paiacus – que foram os primeiros habitantes de Apodi às margens da lagoa. De acordo com Lúcia ela pretende transformar numa marca apodiense.

“Esse é o diferencial de Lúcia Tavares, o trabalho com caricaturas dos índios que aqui já estavam antes da civilização chegar. Um trabalho belíssimo, diga-se de passagem”. Escreveu o prof. Toinho em seu blog.

Professor Flaviano Monteiro indagou o que a levou a trabalhar com caricaturas dos índios. Qual sua relação com os índios?

“Os índios são bacanas, humildes, simples, tenho um fascínio pelos índios e se é de homenagear algo que está longe de nossa realidade, por que não homenagear os índios em meu trabalho”? Afirmou.

A artesã apodiense que já morou em São Paulo, disse na entrevista que realizou uma viagem até Mato Grosso e lá conheceu uma tribo indígena. E por lá falou muito bem de suas origens, destacando a vida dos índios Tapuias Paiacus que habitaram nossa queria Apodi. Mas, antes de deixar Apodi, Lúcia destacou as inúmeras vezes que tomou banho na Lagoa do Apodi. “Como vocês deixaram aterrar nossa lagoa daquele jeito” reclamou Lúcia Tavares durante a entrevista.

 
Fonte: http://apodiario.blogspot.com/

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Kelly Praxedes: Mais uma jovem apodiense graduada


Parabéns! Ana Kelly, mais uma apodiense graduada em Enfermagem pela UERN - Mossoró RN. Ela é filha de nosso leitor assíduo Antonio Fernandes Praxedes Filho.

 

As malas bordadas de Apodi

A confecção de malas artesanais no município de Apodi/RN é ofício dos mais antigos, trata-se de objetos construídos com madeira revestida de papelão pintado em cores diversas, adornados com padrões geométricos intercalados com pinceladas gestuais chamados respectivamente de riscos e bordados pelos maleiros, nome dado aos produtores de malas. Sua existência na região é notável desde princípios do século XX, durante a década de 1950 até meados de 2000, cerca de dez maleiros trabalharam em Apodi destinando também a produção para os estados vizinhos do Ceará e Paraíba, hoje em dia, a prática sobrevive unicamente através das mãos ágeis de José Pinheiro Neto, apelidado “Dedé das Malas” suas malas são expostas todos os sábados na feira-livre, espaço simbólico de distribuição e consumo.


O uso das malas artesanais empregadas para acomodar enxovais e vestimentas remonta ao tempo em que os guarda-roupas eram objetos de luxo ou mesmo inacessíveis para a maior parte da população. A popularização desse componente do mobiliário doméstico repercutiu numa progressiva substituição das malas comprometendo o seu fazer, entretanto, ultimamente, o apelo estético recuperou o interesse em possuí-las destinando novos usos e fazendo-as migrar dos quartos de dormir para as salas de visita, ocupando um lugar de destaque na decoração das casas, vistas agora como objetos “artísticos”.

A raridade do saber-fazer dos maleiros no contexto potiguar motivou o envio de uma fotografia das malas e do artesão apodiense para o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, sediado no Museu Edison Carneiro no Rio de Janeiro, a iniciativa resultou num convite do antropólogo Ricardo Gomes Lima, para a realização de uma exposição individual de “Seu Dedé” na Sala do Artista Popular, projeto bem-sucedido, idealizado pela antropóloga Lélia Coelho Frota, para divulgação e apoio ao artesanato de tradição no Brasil em parceria com o IPHAN.


No dia 19/05/11, foi realizada na capital carioca a abertura da exposição “As malas bordadas de Apodi”, com a presença do maleiro até então “anônimo” que divulgou orgulhosamente o nome de sua cidade natal obtendo merecido reconhecimento popular e sucesso de vendas. Dedé das Malas gravou entrevista para arquivo do Museu Edison Carneiro e é um dos raros potiguares a ter obras incorporadas ao acervo permanente da instituição. Seu trabalho encontra-se registrado num catálogo dedicado à exposição, além disso, a permanência de sua atividade enriquece notadamente o patrimônio cultural norte-rio-grandense.

Nilton Xavier
 - Professor de Arte do Campus Apodi
Por Bruno Coriolano
Do Apodinet.blogspot.com

sábado, 3 de setembro de 2011

Banda de Música Antônio de Pádua Leite


No ano de 1968, fizemos uma pesquisa para sabermos quando surgiu a primeira banda de música em Apodi. Depois de ouvirmos algumas pessoas que estiveram ligadas às atividades musicais do passado, escrevemos para o Boletim Informativo da FUNDEVAP, setembro daquele ano, alguns tópicos sobre o assunto. 

Manoel José Dantas, então sacristão da paróquia, foi o primeiro entrevistado. Informou o antigo servidor da igreja, que na última década do século passado, entre os anos de 1891 a 1900, o pioneiro do movimento para instituir a banda foi o Dr. João Gurgel de Oliveira, na época Juiz de Direito da Comarca. O entrevistado não soube informar a quem pertenciam os instrumentos musicais nem por quanto foram comprados. 

Manoel José Dantas guardava na memória o nome do primeiro maestro - Samuel Monteiro, vindo do Ceará, para dirigir a organização musical, que alcançou grande sucesso dentro de pouco tempo. Adiantou ainda o informante a obrigatoriedade do comparecimento da banda à igreja nos dias de domingo por ocasião da missa.

Prosseguindo naquela pesquisa, ouvimos outras pessoas – Sebastião Paulo Ferreira Pinto e Sebastião Gurgel, pessoas ligadas aos acontecimentos socioculturais daqueles tempos. O segundo maestro chamava-se Nestor Aurélio, paraibano, considerado o mais eficiente de todos quantos estiveram à frente da antiga banda. Além de profundo conhecedor da arte musical, soube dirigir com rigorosa disciplina a banda, que ganhou fama na época, apresentando-se em cidade do nosso Estado e do Ceará, recebendo elogios e aplausos.
Após Nestor Aurélio outro maestro esteve em Apodi, do nome Misael Gadelha, clarinetista de renome, tendo prestado bons serviços ao conjunto musical da terra.

Discípulo de Nestor Aurélio, Porfirio Generoso Dantas, filho da terra, foi o maestro que mais tempo esteve dirigindo a banda de música. Prestou ao conjunto musical de Apodi relevantes serviços, encerrando suas atividades  em 1943, vindo a falecer em 1948. Não tenho na memória o nome do seu sucessor. De acordo com informações através de tradições orais, a velha banda de música de Apodi pertencia à Paróquia e, posteriormente a uma entidade denominada Grêmio Lítero Musical Coronel João Jázimo”, criada em 1926, para restaurar a música em Apodi.

Assim como teve os seus dias de glória, a banda experimentou, também,  períodos de fracasso. Movimentos de ordem política, choques entre famílias, incompreensões, vez por outra paralisavam as atividade da banda.
Surge em 1937, outro movimento para restaurar a filarmônica de Apodi, criando-se uma sociedade que tomou o nome de “Centro Lítero Francisco Pinto”, sendo eleito o Sr. Lucas Pinto o seu primeiro presidente. Depois de alguns anos de funcionamento ficou inativa, ressurgindo em 1944, sob a direção de 3º Sargento Lourival Vieira, trazido de Natal, pelo então prefeito Joaquim Teixeira de Moura, da Polícia Militar.

Ainda em conseqüência de brigas políticas, ocorre outra interrupção no funcionamento da nova banda. Os instrumentos adquiridos pela sociedade “Centro Lítero Francisco Pinto” foram posteriormente doados a outra entidade. Esta paralisação durou 22 anos. 

Reaparece a banda em 1967, graças ao trabalho da Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi – FUNDEVAP – entidade criada no Apodi em 1966; O Sr. Lucas Pinto fez doação dos instrumentos que pertenciam à sociedade da qual era presidente, à FUNDEVAP, que mandou recuperar parte deles em Recife. Nessa nova arrancada veio dirigir a banda o 3º Sargento, músico da Polícia Militar João Evangelista de Sousa que, com sua capacidade de trabalho, fez com que a banda, composta de 15 jovens, e  apenas com três meses de fundada, tocasse um dobrado. Vale ressaltar que os integrantes da recém – criada organização musical, não tinham antes nenhum  conhecimento de música, nem teórica nem prática. Dificuldades financeiras e administrativas motivaram a paralisação da banda.

Em maio de 1990, o então prefeito Simão Nogueira Neto, um amante da cultura musical, e num gesto de patriotismo, instituiu pelo poder público municipal e banda de música “Antônio de Pádua Leite” nome que homenageia um músico da terra. Novamente o sargento João Evangelista é chamado para dirigir a banda de música em Apodi, e ministrar aulas de música na escola também criada na oportunidade. Com sua reconhecida capacidade, Evangelista estruturou em pouco tempo admirável banda. Época em que participou de concursos em Natal, obtendo as melhores colocações. Por motivos de conveniência pessoal, o sargento João Evangelista deixou a direção da banda e retornou a Natal, ficando em seu lugar o jovem Francisco Janilson de Carvalho, com apenas 23 anos, demonstrando para essa difícil missão competência e capacidade de trabalho. Com a inteligência, o talento e sensibilidade vocacional dos seus integrantes, a banda “Antônio de Pádua Leite” passou a merecer da comunidade apodiense aplausos e admiração. É composta de 25 músicos cuja idade média é de 23 anos.  É mantida pela Prefeitura Municipal.  Os músicos são enquadrados como servidores municipais, gozando dos direitos que a lei lhes assegura. Sua sede é na Rua João Pessoa, S/N.  

Fonte: Apodi, Sua História, Válter de Brito Guerra

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Hino do Bicentenário da Paróquia de Apodi

Dezembro - 1966 - Comemoração 200 anos
Letra: Padre Alberto Manoel Azevedo
Música: Sílvio Milanez de Medeiros
I
Nordestino de fibra e arrojo
Te saúdam de pé Apodi,
Esmeralda brilhante no estojo
Deste vale tão rico daqui

    Nestes verdes rincões da Lagoa
    Neste Oásis do Norte, vital
    O Clarim de dois séculos  reboa
    E tua glória celebra imortal
II
Os teus filhos indômitos, bravos
Consideram riqueza teu húmus
Quantos pobres e tristes escravos
Se salvaram buscando teus rumos!

    Nestes verdes rincões da lagoa...
III
Passe longe de teu horizonte
O fantasma da seca e da morte
Servirás ao progresso de ponte
Neste novo Rio grande do Norte

    Nestes verdes rincões da lagoa...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

FUNDEVAP


A Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi – FUNDEVAP-, foi criada em julho de 1966, ano em que iniciou suas atividades. Seu primeiro Diretor - Presidente foi o padre Pedro Neefs, holandês, tendo desenvolvido um trabalho bastante proveitoso para a comunidade. 

A FUNDEVAP tem como finalidade principal desenvolver o homem do campo e o da cidade, nos seus aspectos social, cultural, econômico, esportivo, entre outros.

Dentre as atividade e realizações desenvolvidas pela FUNDEVAP, merecem ser mencionadas as seguintes:
1.Campanha para restauração do Cooperativismo em Apodi;
2.Construção do estádio de Futebol “Antônio Lopes Filho”, na sede municipal;
3.Restauração da Biblioteca Municipal Machado de Assis;
4.Criação de uma Banda de Música e de uma Escola de Música;
5.Construção de um balneário na lagoa de Apodi; 
6.Construção da sede própria na cidade;

A FUNDEVAP organizou e promoveu, inicialmente, palestras, seminários, cursos, sobre os mais diversos temas: cooperativismo, sindicalismo, etc. com real proveito para a população. também desenvolveu um projeto em terrenos de sua propriedade, no vale do Apodi, envolvendo 87 famílias. Feijão, mandioca, milho e tomate, foram as culturas irrigadas do referido projeto, que apresentaram bons resultados.

A iniciativa do projeto, financiado por uma organização beneficente holandesa, era do seu então Diretor – Presidente, Padre Theodorus, que sempre batalhando para ajudar o pequeno agricultor.