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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Sítio Córrego - comunidade

Origem do nome de Córrego
A origem desse nome deu-se porque por essa localidade passa um córrego que desemboca na Lagoa do Apodi, dividindo o Sítio no meio. Daí as pessoas começaram a morar ou trabalhar às margens desse córrego e assim surgiu à denominação.

Primeiros moradores
Em relação aos primeiros moradores do Córrego sabe-se que um dos primeiros a residir aqui foi o Sr. Néo Herculano com sua esposa, a qual não sabemos o nome. Moravam em um barraco feito de palha às margens do córrego. Por morte de sua mulher, foi procurar ajuda a uma distância de 5 km pois ali por perto não morava ninguém para lhe ajudar. Ficou sozinho por algum tempo nesse local mas depois foi embora, ficando o Córrego novamente desabitado.

Logo depois chegaram outras pessoas por aqui. Sabe-se que na seca de 1877 veio de Upanema para escapar desta seca a família dos Elisiários. Escolheram esta região pelo fato da mesma ter água em abundância. E chegando aqui já encontraram outras pessoas que moravam nesta localidade, ficando assim sem sabermos exatamente quem foram essas pessoas

As famílias trabalhavam na agricultura e vendiam seus produtos em Mossoró levando-os em carros de bois, que geralmente era puxado por 04 ou 05 juntas de bois. Cada junta corresponde a 02 bois. Essa viagem durava vários dias.

As mulheres tinham acrescida a tarefa de fiarem suas redes e algumas vestimentas para o uso diário, que constituía em túnicas que se alongavam até os pés.

Entidades da comunidade:

Você sabe a história de sua comunidade? Mande pra gente (mailto:tudodeapodi@hotmail.com) a gente divulga aqui.


Vicente Maia


Gilberto Sousa e Vicente Maia

Vicente Ferreira Maia, nasceu no dia 29 dias de outubro de1904, no Sítio Boa Vista Apodi –RN; filho de João Ferreira Maia e Maria Gomes de Oliveira, ambos agricultores, enfrentaram as grandes secas de 1915 e 1919. Apesar da grande recessão e fome que passaram, a família sobreviveu comendo farinha seca e os cadáveres de animais que morriam de fome e sede; porém seus pais morreram ainda jovens e tendo que trabalhar, Vicente decidiu–se pela cidade, deixando a agricultura e seus irmãos; chegando “a tardinha” encontra a cidade deserta, pois na época havia grande temor por parte dos moradores devido a ameaça de cangaceiros comandados por Massilon Leite, mas, com o boato de que o bando de Lampião se encontrava na região, o terror era maior. Devido a esta apreensão, o então prefeito Chico Pinto decidiu-se por recrutar homens, dentre estes Vicente Maia, que passou a reforçar a “defesa dos patrimônios moral e material do município”. Durante 2 meses ficaram em trincheiras e só saíram quando souberam da derrota do bando de lampião em Mossoró.

Conhecido por sua altivez e valentia Vicente foi preso na revolução de 1935, levado para Mossoró, acusado de “comunista”, (termos desconhecido pelo réu) e, só foi libertado graças as boas influências com autoridades locais. Decidido mudar de vida, colocou uma banca na feira, e, neste período conheceu uma viúva, cujo esposo fora morto por cangaceiros, e esta pediu-lhe em casamento “sem ter namorado”; Vicente casou-se com Lúcia Hermenegilda e desta união tiveram três filhos: Aléxis, Alba e Anilda. Infelizmente o filho Aléxis morreu precocemente deixando os netos Zé Maria e Titico que chamava por “pai” Vicente, termo usado também por suas seis netas, filhas de Anilda e Galdino; justiça seja feita pois este adotou a todos e não mediu esforços para sustentar a grande família, tornando-se Pai, Herói e Guerreiro.

Viúvo de Dona Lúcia, com o peso dos quase 70 anos, encontrou um novo amor que, desta feita durou a sua existência depois de 20 anos de “namoro” resolveu anunciar, em primeira mão, as netas Marly e Aila que iria “pagar a honra”, da menina Zelinha e, no dia do seu nonagésimo sexto aniversário o Padre Teodoro veio celebrar a união destes perante sua família e amigos. Zelinha foi a enfermeira, confidente e partilhou dos momentos alegres e tristes, na saúde e na doença. Aos 02 de novembro de 2001, quando este despertou e foi tomar o seu banho matinal, conversando normalmente e surpreendeu a todos dizendo ter uma “menina” vendo ele se vestir e ao deitar-se foi desfalecendo.

Hoje só nos resta a sua história. Assim foi sua jornada aqui na terra, foram 97 anos de existência marcados por sua bravura, humildade e honradez

Relata a trajetória de uma pessoa muito especial: POUCAS E BOAS DE VICENTE MAIA; sua história conhecida pela população apodiense, é simples, porém irônica, apesar de sua fama de valente, este afirmou nunca ter brigado, a resolução de seus problemas arranca gargalhadas por parte dos ouvintes são muitas e tentarei lembrar algumas.

As moças cansadas:
Como todo jovem, ele gostava de ir aos bailes e certa vez ao convidar uma moça para dançar esta afirmou está cansada e Vicente retrucou -eu não estou lhes chamando pra correr e sim para dançar; contudo continuou a convidar outras jovens e depois de ser recusado por todas ficou “encabulado” e decidiu acabar com o baile, porém ser alardes perguntou ao sanfoneiro quanto ele dava na sanfona e comprou-a, acabando a diversão, principalmente das moças .

Outra feita este foi convidado por um amigo e ao chegar a festa não conseguindo uma dançarina, o dono da festa que também era o sanfoneiro,ofereceu-lhe sua esposa para dançar, e estes dançaram a noite toda. Passado alguns dias o sanfoneiro vai vender a sanfona e o Maia agradecido pelo gesto “solidário” ocorrido na festa, compra o instrumento, mas em seguida o entrega novamente alegando ter se “divertido” com a esposa deste e, portanto, merecia ficar com o presente, o amigo saiu todo contente.

Outros fatos ocorreram quando este era magarefe e os seus colegas da época presenciaram.

A carne fedida:
Uma vez o freguês comprou uma costela de boi e esqueceu-se de levar para casa, seria normal se este não morasse na zona rural e viesse a rua só aos sábados; porém poucas e boas de Vicente Maia, decidiu guardar a encomenda por consideração, imaginem a podridão que ocasionava aquela danada. Chegando finalmente o sábado, o cliente comenta o esquecimento e pede para pesar outra costela. Vicente já agoniado com o fedor da anterior esbravejou:-não Senhor, você vai levar aquela que deixou aqui! E o coitado teve que levar a carne podre.

A história da bicicleta: 

Vicente era uma pessoa caridosa, sempre que os amigos precisava recorriam a ele. Certa vez um compadre veio tomar emprestado sua bicicleta para fazer uma viagem,garantindo devolver logo que voltasse. Passado algum tempo sem que a bicicleta fosse entregue, e, Vicente foi a casa do compadre e, ao invés de pedir de volta, tomou por empréstimo. O outro envergonhado entregou-a. Logo que retornou Vicente foi entregar a bicicleta ao compadre. Este retrucou: - Compadre essa bicicleta é a sua!, e este respondeu: se fosse minha, estava lá na minha casa e eu não precisaria tomar emprestado. Vicente deixou a bicicleta e foi embora. A lição dada ao compadre por ele ter descumprido a promessa, lhes saiu cara, pois perdeu a bicicleta.

Mais sobre a vida de Vicente Maia: www.paraficarnahistoria.blogspot.com
Esta matéria por postada no espaço do leitor e este não se identificou.

Colégio Nossa Senhora da Conceição - escola

Cabeçalho do BLOG cnsc


No dia 1º de março de 1991, Aldecí Bezerra Júnior, juntamente com um grupo de educadores comprometidos com a qualidade do ensino inauguram o Colégio Nossa Senhora da Conceição, fazendo assim, uma homenagem a padroeira da nossa cidade.

O Colégio Nossa Senhora da Conceição iniciou suas atividades oferecendo o Ensino Fundamental de 6º ao 9º Ano, em 1993, passou a oferecer o ensino fundamental 1º ao 5º Ano e o Ensino Médio, em 1996 implantou a Educação Infantil.

Hoje, o Colégio Nossa Senhora da Conceição trabalha com uma clientela que ultrapassa os 400 alunos. Contamos com a experiência pedagógica e determinação da educadora Aldiceli Maria de Lima, e com o apoio da equipe pedagógica que a cada dia trabalha em busca de “Construir o Futuro Junto com Você”

Contatos:
Telefone: (84) 3333-2480
Blog: http://colegionossasenhora.blogspot.com
Tem mais informações sobre esta escola? Tem mais sobre outra? tudodeapodi@hotmail.com

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Previsão do tempo em Apodi

Escolha o link para ver a previsão do tempo de Apodi agora
Climatempo
CPTEC
Jornal do tempo
Tempo agora

Tem mais algum site de previsão do tempo? mande no e-mail: tudodeapodi@hotmail.com

sábado, 25 de dezembro de 2010

Antonio de Pádua Leite - músico

Homem pacato e cordato, sereno e desambicioso. Teve modesta e honrada vida. Quem indagar pelas ruas do venerando e vetusto Apody acerca do Sr. ANTONIO DE PÁDUA LEITE, poucos saberão tratar-se do conhecidíssimo homem de bem Antonio de Luzia de Purana.

Descendia do velho tronco povoador Alexandre Pinto Machado, português que aportou em Apody por volta do ano de 1760, para contribuir decisivamente para o processo de colonização dos inóspitos sertões Apodyenses, no lugar à época denominado de ALDEIA DO LAGO PODY, com visíveis marcos de civilização fincados pelos Jesuítas,que instalaram oficialmente a sua missão de catequese indígena a 10 de Janeiro de 1700, cujo marco inicial deve-se aos abnegados padres jesuítas PHILIPE BOUREL E JOÃO GUINCEL. Através desses abnegados servos de Deus, Apody passou a exercer papel de relevância histórica com a denominação de ALDEIA DA MISSÃO JESUÍTA DE SÃO JOÃO BATISTA DO LAGO PODY.

O nosso biografado evidenciou seus primeiros arroubos de musicista quando a juventude aflorara-lhe ao espírito, tendo como mestre o maestro PORFÍRIO GENEROSO DANTAS. Tornou-se logo exímio tocador de Trombone, passando a integrar a banda de música municipal, recriada à época pelo então Prefeito Cel. Francisco Ferreira Pinto (Cel. Chico Pinto).

Nasceu no casarão residencial de seus avós maternos à 13 de Junho de 1913, situado à época na Rua da Matriz, do lado do nascente, atual Rua São João Batista, cujo casarão ainda encontra-se edificado, como testemunha do tempo, tendo nele sido instalado o famoso "Bar Satélite", onde reunia-se a chamada elite Apodiense. Era filho legítimo do Sr. Francisco das Chagas Barros (Chico Vitor) e Luzia Ferreira Leite, popularmente conhecida como sendo "Luzia Purana" e, ainda, Luzia de Purana Leite. Nesses ajuntamentos genealógicos nasceu o seu apelido de "ANTONIO DE LUZIA DE PURANA", ou ainda, ANTONIO DE LUZIA PURANA.

Casou com sua parente Dorothéia Diógenes Pinto, nascida a 20 de Julho de 1907, filha do Major da Guarda Nacional Francisco Diógenes Paes Botão e Antonia Zenóbia Pinto (Esta, por sua vez, era filha do renomado e celebrado Cel. Antonio Ferreira Pinto). Francisco Diógenes era filho do cearense de Riacho do Sangue (Atual cidade Jaguaretama) Major JOAQUIM SULPINO PAES BOTÃO, e da Apodiense ISABEL SABINA DE OLIVEIRA.

A sua ascendência materna o faz integrante da tradicional família PINTO, posto que sua genitora Luzia Ferreira Leite era trineta do português ALEXANDRE PINTO MACHADO e de FRANCISCA BARBOSA D'AMORIM.

Antonio de Pádua Leite faleceu na Rua Adrião Bezerra, em Apodi, em 24 de Fevereiro de 1986.
Fonte: Marcos Pinto.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Vigários de Apodi de 1916 a 2011

 NOMES  PERÍODO
 Padre Benedito Basílio Alves  1916 - 1928
 Padre Fortunato Alves  1929 - 1930
 Padre José Gregório Júnior  1931
 Padre Natanael de Medeiros  1932
 Padre Raimundo Leão  1933
 Padre Benedito Sabóia  1935 -1936
 Padre José Wagner  1936
 Padre Renato de Menezes  1939 - 1951
 Padre Ismar Fernandes  1951
 Padre José Aires  1952
 Padre Ismar Fernandes  1953 - 1954
 Padre José do Vale  1955 - 1958
 Padre José Sauer  1958
 Padre Militino Leite Cunha  1958
 Padre Flávio Jerônimo do Nascimento  1959
 Padre Militino Leite Cunha  1959
 Padre Hamilcar Mota da Silveira  1960 - 1964
 Padre Adriano Hoogebon s.c.j.  1964 - 1965
 Padre Manoel Balbino da Silva  1965
 Padre Pedro Neefs s.c.j.  1965 - 1969
 Padre André Demartelaere  1970 - 1972
 Padre Manoel Balbino da Silva  1973
 Padre Felipe Werter s.c.j.  1974 - 1977
 Padre Cornélio Ovegaag s.c.j.  1977
 Padre Theodorus Johannes s.c.j.  1983 a 2010
 Padre Maciel Rodrigues  2010

Fonte: Apodi, Sua História (Válter Guerra)

Lourdes Mota - professora


MARIA DE LOURDES DE ACETO MOTA nasceu no Sítio Desterro, município de Portalegre - RN, no dia 20 de março de 1926. Era filha do casal José Ferreira da Mota Filho e Maria Idalina de Aceto Mota. Ainda criança, transferiu-se para o município de Apodi, com seus pais, indo residir no Sítio Caboclo. Iniciou seus estudos no próprio lar, recebendo as primeiras lições de seus pais, já então residente no Sítio Santa Cruz, em Apodi. Freqüentou a primeira escola pública no Sítio Marrecas, município de Caraúbas, transferindo-se depois para a escola isolada do Sítio Rio Novo, neste município.

Daí a família passou a residir no povoado de Pedra das Abelhas, atualmente Felipe Guerra, onde Lourdes estudou catecismo e fez a primeira comunhão. Casou-se com seu parente Sebastião Noronha da Mota. Desse casamento houve cinco filhos, dos quais, apenas um lhe sobrevive, Antônio Estênio da Mota, funcionário da FSESP.

Colaborou com diversas obras sociais nesta cidade, dirigindo com eficiência o clube de Mãe da FUNDEVAP, durante longo período. Pertencia ao Apostolado da oração, Associação de Santa Terezinha, obras filiadas à paróquia de Apodi, onde prestou valiosos serviços.

Lourdes Mota nunca parou de estudar. Matriculou-se no curso de Madureza Ginasial pelo rádio, no qual foi aprovada com destaque. Apesar das dificuldades que enfrentava, para sobreviver, lecionando em escolas públicas e particulares, não se descuidava do aperfeiçoamento dos seus estudos, o que demonstra a sua enorme capacidade para o trabalho. Freqüentou e concluiu em Natal, o Curso de Eficiência para português, em 1969, e se preparava para receber o diploma de 2º grau, do Projeto Logos II, quando foi acometida pela grave enfermidade que lhe tirou a vida.

Ainda menina, aos treze anos, Lourdes já se encontrava em plena atividade docente, lecionando em escola no Sítio Irapuá, neste município. Passou por diversos sítios e fazendas, na zona rural, sempre preferida pelos que ouviam falar na sua eficiência como professora.

Em 1946, foi nomeada para a escola municipal do Sítio Santa Cruz. Tempos depois era designada para a escola Isolada do Sítio Baixa Grande. Em 1956, foi lotada no Grupo Escolar Ferreira Pinto desta cidade, onde ensinava o quinto ano primário. Passou a fazer parte do corpo docente do Ginásio Estadual “Professor Antonio Dantas” por designação da Secretaria Estadual de Educação.

Professora de grandes méritos, inteligência privilegiada, Lourdes Mota possuía qualidades que marcaram sua brilhante carreira no magistério, tanto público como particular.
Afetuosa e paciente para com os seus alunos, Lourdes jamais perdeu a calma quando precisava resolver um problema de indisciplina, coisa rara na sua classe. Apesar da tolerância e do carinho que dedicava aos seus discípulos, “Dona Lourdes”, como era chamada por eles, sabia imprimir rigoroso respeito às suas aulas.

Foi uma figura marcante na vida escolar e educacional da cidade e do município, notável pela sua rigorosa pontualidade ao trabalho. Fosse qual fosse o obstáculo, até mesmo quando sofria da séria enfermidade, não deixava de comparecer para dar aulas.

E assim lutou, como heroína, até ser vencida pela doença incurável. Foi o maior exemplo de dedicação e amor ao ensino em Apodi. Faleceu nesta cidade no dia oito de abril de mil novecentos e setenta e oito (1978).

Fonte: Apodi, sua história (Válter Guerra).

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domingo, 19 de dezembro de 2010

Feriados municipais de Apodi

Feriado é uma data em que determinada ocasião é comemorada por uma nação, comunidade, religião, grupo étnico ou classe trabalhista. Os governos podem instituir feriados em nível federal, estadual (ou regional) ou ainda municipal, dependendo da extensão da importância comemorada. Esses feriados podem ser determinados obrigatórios, ou seja, as pessoas são dispensadas do trabalho; ou facultativos ("ponto facultativo"), caso em que as organizações tem liberdade para acatar ou não a dispensa do trabalho.

Cada feriado possui sua razão de acontecer em determinada data, e estas podem ser fixas, isto é, acontecer todos os anos no mesmo dia e mês, como o Natal, que sempre ocorre no dia 25 de Dezembro, ou móveis, relativos a alguma outra data ou período do mês, como por exemplo o dia dos Pais, que no Brasil ocorre no segundo domingo de agosto.

Em Apodi comemoramos feriados nas seguintes datas:
23/março: Dia da emancipação política;
02/maio: feriado cívico morte de Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto);
24/junho: Padroeiro São João Batista;
08/dezembro: Padroeira Nossa Senhora da Conceição.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Foto dos bancos

bb

Agência Banco do Brasil

bnb

Agência Banco do Nordeste do Brasil

Turismo em Apodi


  1. Principais pontos turísticos de Apodi
  2. Barragem de Santa Cruz
  3. Lajedo de Soledade
  4. Balneário da Lagoa do Apodi

Igreja Católica

História da Paróquia
Segundo a tradição, o missionário Frei Fidelis de Padavoli, chegando em 1740 no Apodi, construiu uma capela de madeira e barro, na qual colocou a imagem de São João Batista, também de barro. Tempos depois Frei Ângelo, religioso Capuchinho, ao visitar o Apodi, em peregrinação, tomava providências para construir uma igreja, hoje atual matriz, que passou por diversas reformas, sendo a mais recente, em 1964, ocasião em que foram destruídos seus antigos altares. Houve alguns protestos, por parte de pessoas da terra, que desejavam fossem preservados aqueles ornamentos de arte na nossa matriz, porém, de nada valeram. Na página seguinte, vai estampada uma fotografia do altar-mor. Na década de 50, foi destruído o antigo cruzeiro, monumento que fazia parte de nossa história.
A freguesia (paróquia) foi criada por provisão de 03 de fevereiro de 1766, do Bispado de Olinda e Recife, por Dom Francisco Xavier Aranha, graças aos esforços do padre João da Cunha Paiva, primeiro vigário de Apodi. A paróquia do Apodi foi desmembrada da de Pau dos Ferros. Tem a particularidade de possuir dois padroeiros: São João Batista e Nossa Senhora da Conceição, cujas festas se realizam nos dias 24 de junho e 8 de dezembro respectivamente.
O português Antônio da Mota Ribeiro, primeiro procurador da Matriz de São João Batista do Apodi, que se casou com uma neta de Manoel Nogueira Ferreira, o fundador do Apodi, exerceu grande influência, juntamente com o padre João da Cunha Paiva, nosso primeiro vigário, na criação da freguesia. A eles, segundo os registros históricos, coube a elogiável missão de articularem o movimento reivindicatório para a concretização daquele acontecimento. Com um vasto programa, a paróquia comemorou seus 200 anos de existência de 7 a 18 de dezembro de 1966. De 1766 a 1842, a Ribeira de Mossoró fazia parte da freguesia de Apodi.
Fonte: Apodi, sua história. Válter de Brito Guerra



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Conselho Tutelar de Apodi - entidade

O Conselho Tutelar atua caso a caso, somente no âmbito do Município, atendendo e dando os encaminhamentos pertinentes à situação. Assim, o Conselho Tutelar recebe denúncias de violação de direitos, tais como violência física, psicológica e sexual, negligência, abandono ou a própria conduta, apurando e encaminhando aos órgãos competentes prestarem o atendimento à necessidade que a situação apresenta.
As atribuições do Conselho Tutelar estão expressas no art. 136 do ECA.
Por ser autônomo, em matéria de sua competência, o Conselho Tutelar delibera, ou seja, toma decisões e age, aplicando medidas práticas sem qualquer interferência externa. Assim, o Conselho Tutelar decide e aplica as medidas protetivas (ECA, art. 101, I a VII) que entender mais adequadas e convenientes à criança e ao adolescente. Exerce suas funções com independência, mas fiscalizado pelo CMDCA, pela autoridade judiciária (que poderá rever as medidas aplicadas pelo Conselho Tutelar, mediante pedido de quem tenha legítimo interesse), pelo Ministério Público e pela sociedade em geral .

O Conselho Tutelar não julga, processa ou pune quem infrinja os direitos da criança e do adolescente, mas poderá “encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança e do adolescente” (ECA, art. 136, IV); poderá também, fiscalizar as entidades de atendimento (ECA, art. 95), bem como iniciar os procedimentos judiciais de apuração de irregularidades em entidades de atendimento, através de representação (ECA, art. 191) e apuração de infrações administrativas (ECA, art. 194).
No entanto, o Conselho Tutelar não deve ser um órgão estático, que apenas aguarda o encaminhamento de denúncias. Deve ser atuante e itinerante, com preocupação eminentemente preventiva, aplicando medidas e efetuando encaminhamentos diante da simples ameaça de violação de direito da criança e do adolescente.
O Conselho Tutelar é um órgão colegiado, devendo suas deliberações ser tomadas pela maioria dos votos de seus integrantes, em sessões deliberativas próprias, realizadas de forma como dispuser o Regimento Interno, sem prejuízo do horário de funcionamento previsto na legislação municipal específica. Quando um Conselheiro Tutelar se encontrar sozinho e havendo urgência, ele poderá tomar decisões monocráticas, submetendo-as a posterior aprovação do colegiado. Todos os casos atendidos, aos quais seja necessária a aplicação de uma ou mais medidas previstas nos arts. 101 a 129 do ECA, e mesmo as representações oferecidas por infração às normas de proteção à criança e ao adolescente, deverão passar pela deliberação e aprovação do colegiado, sob pena de nulidade dos atos praticados isoladamente por apenas um ou mais Conselheiros Tutelares, sem respeito ao quórum mínimo de instalação da sessão deliberativa (colegiado).

Contatos:
Telefone: (84) 3333-2001

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) - Campus Apodi


O Campus Apodi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) integra a II Fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, iniciada em 2007.
Distante 328 km da capital, o município de Apodi tem seu Campus do IFRN instalado numa área de 50,3 hectares, equivalente a 503.277 m², cedida pelo governo do Estado, e desmembrada de um terreno pertencente à Empresa Agropecuária do Rio Grande do Norte - EMPARN, parceira do Campus nesse empreendimento.

Com localização privilegiada na microrregião da Chapada do Apodi, região oeste do Estado, a cidade está inserida na Bacia Hidrográfica Apodi-Mossoró e situa-se nas terras férteis do Vale do Apodi onde se localiza a Barragem de Santa Cruz, com 600 milhões de metros cúbicos e capacidade irrigável para 20 mil hectares de terra.

Do ponto de vista econômico, Apodi concentra arranjos produtivos focados nos setores de serviços, indústria, petróleo e gás, piscicultura, agricultura e pecuária, com destaque para a ovinocaprinocultura e apicultura de negócios, além de possuir vocação natural para o turismo ecológico, uma vez que o município abriga o segundo mais importante Sítio Arqueológico do Brasil, o Lajedo de Soledade. 

O Campus Apodi, situado na Comunidade Rural Lagoa do Clementino, a 5 km da sede, tem demanda assegurada para estudantes do município e das cidades vizinhas de Governador Dix-Sept Rosado, Umarizal, Felipe Guerra, Rodolfo Fernandes, Caraúbas, Itaú, Severiano Melo, dentre outros, bem como dos municípios fronteiriços do Estado do Ceará.

Cursos ofertados pelo IFRN em Apodi



Apodi no google maps


Exibir mapa ampliado

Cultura

Cultura é tudo aquilo que não é natureza, ou seja, tudo o que é produzido pelo ser humano. Por exemplo: a terra é natureza e o plantio é cultura. É o desenvolvimento intelectual do ser humano, são os costumes e valores de uma sociedade. 
Segundo Terry Eagleton, a raiz latina da palavra «cultura» é colere, que pode significar tudo, desde cultivar e habitar até prestar culto e proteger.

De acordo com Alfred Kroeber para a ampliação do conceito de cultura pode ser relacionada em alguns pontos. entre eles:
1. A cultura, mais do que a herança, determina o comportamento do homem e justifica as suas realizações.
2. O home age de acordo com seus padrões culturais. Os seus instintos foram parcialmente anulados pelo longo processo evolutivo porque passou.
3. A cultura é o meio de adaptação aos diferentes ambientes ecológicos. Em vez de modificar para isto o seu aparato biológico, o homem modifica o seu "superorgânico".
4. Em decorrência da afirmação anterior, o homem foi capaz de romper as barreiras das diferenças ambientais e transformar toda a terra em seu hábitat.
5. Adquirindo cultura, o homem passou a depender muito mais do aprendizado do que agir através de atitudes geneticamente determinadas.

Quer escrever algo sobre a cultura do povo de Apodi? 
Mande e-mail para tudodeapodi@hotmail.com

Quer escrever sobre esses assuntos? Mande pra gente
- Vaquejada
- Oeste Leite
- Emancipação Política
- Copa Municipal de Futebol
- Forrós
- Emancipação política (23 de março)
- Apodi Folia

cultura

Sítio Rio Novo - comunidade


Origem do Nome Rio Novo
Segundo Raimundo Alves da Silva, de 80 anos morador nascido na comunidade, o nome Rio Novo foi dado pelos moradores do lugar no ano de 1817, quando ocorreu a primeira enchente naquelas terras que até então não tinha nome. As águas de um rio próximo passaram para essas terras através de um canal (uma baixa) que se abriu como o resultado de muitas chuvas durante o intenso inverno ocorrido naquele ano, assim se formou um novo rio.

Em relação aos primeiros moradores da comunidade Rio Novo, sabe-se que foi a família de Sebastião Nogueira e Dona Antônia Nogueira. Tiveram muitos filhos dos quais sabe-se o nome de alguns: Manoel Pedro Nogueira, Laurindo Nogueira, Geraldo Nogueira, Joaquim Nogueira de Morais, Sebastião Nogueira de Morais, Maria, Josefa, Tionila e Brasiliano. Antigamente tudo era muito simples e difícil, desde a educação a alimentação.

Na Educação as pessoas davam aulas particulares em suas próprias casas, pois não existiam escolas. Era preciso pagar para aprender a ler e a escrever, por isso muitas pessoas se mantiveram analfabetas. Depois de alguns anos as pessoas foram perdendo o medo de algumas histórias mentirosas contadas por seus pais e avós e começaram a se deslocar para estudar na cidade vizinha Felipe Guerra. Não tinham transporte, iam de bicicleta! No inverno as dificuldades aumentavam, tinham que atravessar o rio de canoa e muitas vezes não iam para a escola quando chovia.

A alimentação era baseada na agricultura, comiam do que se plantava; feijão, arroz, milho, batata, frutas e etc. Quando queriam comer carne matavam algum animal dos quais criavam. Se divertiam contando histórias, piadas e lendas. Era muito difícil haver uma festa grande, mais quase sempre as pessoas faziam tertúlias dançantes em suas casas. Isto quando chegou energia elétrica na comunidade em 1917.

História Completa do Rio Novo - aqui
Obs: Cartilha confeccionada pelos alunos da Escola Zenilda Gama.