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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Professor de Apodi foi selecionado para o Programa “Missão Pedagógica no Parlamento”



O Professor ROBERLAND RICARDO GAMA DE QUEIROZ, da Escola Municipal Isabel Aurélia Tôrres (EMIAT), Apodi-RN, participou de uma seleção nacional para o Programa MISSÃO PEDAGÓGICA NO PARLAMENTO, onde após as etapas iniciais (análise de currículos com comprovação de projetos desenvolvidos na escola e, participação de um curso à distância), o mesmo obteve o 2º lugar no RN.

Professor Roberland Queiroz

Equipe escolar da EMIAT

Professor Roberland e alunos da EMIAT

Assim os dois professores com melhor desempenho em cada estado foram classificados para a capacitação presencial que será realizada em Brasília-DF. Entre os dias 31 de agosto e 04 de setembro de 2015, cinquenta e quatro (54) profissionais do Magistério de todo o Brasil terão a oportunidade de conhecer de perto a Câmara dos Deputados e adquirir conhecimento sobre como trabalhar as temáticas de cidadania, democracia, além da atuação do Poder Legislativo, com os seus alunos. A Câmara dos Deputados custeará passagens aéreas, traslado, hospedagem e alimentação aos profissionais selecionados.

Após o curso presencial, os professores deverão aplicar os conhecimentos adquiridos em um novo curso à distância, compartilhando as experiências com os alunos e os demais colegas. Os participantes que concluírem com êxito o programa serão certificados pelo Centro de Formação, Treinamento e Desenvolvimento da Câmara dos Deputados em 120 horas. 

O professor Roberland disse sentir-se muito honrado em representar, não somente o seu município, mas também o Rio Grande do Norte e credita a sua aprovação ao apoio de toda a comunidade escolar que compõe a EMIAT (Alunos, Direção, Coordenação, Funcionários e aos seus companheiros de profissão) que proporcionam um ambiente harmônico e cooperativo.

SOBRE O PROGRAMA: 

O programa Missão Pedagógica no Parlamento é uma iniciativa da Câmara dos Deputados que têm como objetivo oferecer aos educadores formação em educação para democracia. Esse foi o primeiro programa destinado a professores da rede pública realizado pelo Legislativo no âmbito federal e em 2015 está indo para sua 5ª edição.
O programa busca a construção de uma rede nacional de educadores sensibilizados para a importância da inserção da educação para a democracia nas práticas pedagógicas das escolas.

Para participar do processo seletivo, dentre outros requisitos, o interessado deve atuar nos Ensinos Fundamental e/ou Médio em escola pública como professor regente, coordenador ou orientador pedagógico e ter interesse em trabalhar temas como democracia, cidadania, política e/ou Poder Legislativo com os alunos.

Maiores informações:
Câmara Federal (Missão Pedagógica no Parlamento)

domingo, 16 de agosto de 2015

Univap é vice-campeã no Campeonato Estadual de Handebol na etapa de Apodi


Equipe Univap Apodi. Fotos: Jânio Duarte

Acabou agora a pouco a segunda etapa do Campeonato Estadual de Handebol que teve início na última sexta-feira (14), aqui em Apodi, região Oeste do Estado. Durante todo o final de semana, o Ginásio Municipal Poliesportivo Wilson Custódio Diógenes recebeu mais de 20 jogos nas categorias adulto masculino e feminino, entre as equipes de diversas cidades do Rio Grande do Norte.

A equipe da União Vale do Apodi (Univap) conquistou um inédito vice campeonato, perdendo a final para fortíssima equipe da UFRN (Natal) – uma das melhores do Nordeste, inclusive com uma experiente jogadora que atuou na Europa, a equipe natalense tem como treinador o experiente professor Flávio Tinoco, ex-treinador da Seleção Brasileira de Handebol.

“O resultado da final é o que menos importa, perdemos para uma das melhores equipe do Nordeste. O nosso objetivo foi alcançado que era chegar na final em casa, o mais importante é somarmos o maior número de pontos em cada etapa. A nossa equipe apesar de jovem tem conseguido ganhar experiência a cada jogo”, destacou o treinador Ualson Cristino.  

A competição, promovida pela Federação Norte-Rio-Grandense de Handebol (FNH), pretende divulgar a modalidade pelo interior do Estado. Para isso, dividiu o torneio em quatro etapas, que estão sendo realizadas no decorrer do ano em alguns municípios potiguares.

A primeira etapa aconteceu em Currais Novos, a segunda em Apodi, a terceira será realizada em Mossoró e a última em Natal.

sábado, 8 de agosto de 2015

Tapuias de Apodi viram título de matéria em site da Secretaria Estadual de Cultura

No dia 23 de julho estiveram, a presidente do Centro Histórico Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi Lúcia Tavares e a vice-presidente Mônica Freitas, na Fundação José Augusto, na capital do Estado Natal. A finalidade foi estudar a possibilidade de participar de um prêmio nacional voltado para a cultura indígena. Naquele momento, a equipe de comunicação da Secretaria de Cultura esteve presente à reunião e fez entrevistas com as duas representantes do povo indígena pertencente à nação da tapuia paiacu do Apodi. E, ao conversar com Lúcia, algumas histórias referentes aos episódios que ocorrem em Apodi, por falta de informação referente à real história da tribo indígena que ali habitava e deixou certamente a herança genética foram contadas. Uma delas serviu de inspiração para a referida equipe da Fundação José Augusto levar a público informações sobre o CHCTPLA. 

A matéria foi divulgada no site da Secretária extraordinária de cultura. Acesse aqui. 

O conteúdo da matéria é apresentado a partir de uma fotografia da índia Lúcia Tavares, seguido de uma história que ocorreu co sua neta em uma escola de Apodi por causa da luta da presidente do CHTPLA em tornar públicas informações mais profundas acerca dos primeiros habitantes de Apodi. 


Lúcia Maria Tavares - Presidente do CHCTPLA

Eis o conteúdo da matéria

"Em Apodi, no interior do Rio Grande do Norte, Gabriela, de 15 anos, disse em sala de aula que o livro de História estava mentindo. Brigou com o professor, perdeu ponto na média e os pais foram chamados à escola. O caso se deu porque Gabriela não pode acreditar que no seu estado não existem índios. Sua avó, Lúcia Maria Tavares, é tapuia e organiza um museu sobre a extinta comunidade a qual pertence sua ascendência. É Lúcia quem conta o que aconteceu com a neta. E também com os seus avós.

Foi por esse desejo de falar sobre o passado e se reafirmar indígena que ela chegou à Fundação José Augusto acompanhada da conterrânea Mônica Freitas. As duas querem institucionalizar a história desse povo, começando com o Museu Luiza Cantofa, em homenagem à pajé morta em 1825 por ter incentivado revolta anos antes com João do Pego.

Por meio do edital da Funarte Povos Indígenas, elas querem instalar o museu, com peças líticas que estão sendo reunidas entre as 40 famílias que pertencem à Associação Tapuia Taiacu da Lagoa do Apodi.

“Nosso objetivo é preservação da Cultura. Queremos assegurar um local para as peças do acervo”, explica Mônica, ressaltando a importância da afirmação dos povos indígenas, que continuam exilados.

“Cada peça que a gente encontra quer dizer ‘estivemos aqui, nosso povo não morre’. Tem gente que não quer vir para as reuniões na cidade porque diz até hoje que os brancos vão fazer com eles o mesmo que fizeram a Luiza Cantofa”, diz Lúcia, que luta pela reconstrução da identidade do povo que perdeu terras e esqueceu sua própria língua.
“A comunidade foi desfeita com a colonização. Quem ficasse lá morria. Por isso fugiram e se dispersaram. E se eles falassem o idioma eram presos”, esclarece, explicando que dessa forma, os que voltaram viviam refugiados e não queriam ser identificados como indígenas". (quem escreveu e assina a matéria é ISABELA SANTOS. 

Em nome dos que estão ainda vivos, nós tapuias sabemos da nossa existência e isso não é de agora. Desde criança escuto meu pai e algumas pessoas mais velhas lá da comunidade de Bico Torto afirmarem que somos de origem indígena, assim como Lúcia Tavares tem as fontes de sua afirmação enquanto índia, todos que estão associados ao CHCTPLA, cada um deles tem a sua história de origem indígena, muitos até guardam episódios tristes de massacre, preconceito e exclusão em suas memórias. Todas essas histórias, a partir da legalidade constitucional que nos é dada não mais ficarão guardadas apenas nas memórias dos que são chamados de "remanescentes" e que na verdade carregam nas veias o sangue tapuia. São histórias que começam a ser registradas com a criação do nosso Centro e reafirmadas com a construção do museu Luiza Cantofa. 

Por Mônica Freitas - Blog Fonte Tapuya

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Entrevista concernente às mulheres pioneiras apodienses

ENTREVISTA CONCERNENTE ÀS MULHERES PIONEIRAS APODIENSES

Por Wendel Cristiano(Wendel Escritor)

1) Quais foram às primeiras mulheres a participar da banda de música Antônio de Pádua Leite?

2) Quem foi a primeira escritora do Apodi/RN?

3) Quem foi a primeira Beata do Apodi/RN?

4) Quem foi a primeira Freira do Apodi/RN?

5) Quem foi a primeira Pintora do Apodi/RN?

6) Quem foi a primeira Empresária do Apodi/RN?

7) Quem foi a primeira Dentista do Apodi/RN?

8) Quem foi a primeira Gerente (Mulher) no Banco do Brasil do Apodi/RN?

9) Quem foi a primeira Gerente (Mulher) Banco Nordeste do Apodi/RN?

10) Quem foi a primeira mulher a trabalhar Apodi/RN como Delegada?

11) Quem foi a primeira Repentista do Apodi/RN?

12) Quem foi a primeira Rainha do Carnaval do Apodi/RN?

13) Quem foi a primeira Diretora do Colégio Estadual Ferreira Pinto?

14) Quem foi a primeira Diretora do Colégio Estadual Valdemiro Pedro Viana?

15) Quem foi a primeira Diretora do Colégio Municipal Verissimo Gama?

16) Quem foi a primeira Diretora do Colégio de Soledade?

17) Quem foi a Mulher que teve mais FILHOS EM APODI/RN?

18) Quem foi a Mulher que viveu mais em Apodi/RN?

19) Quem foi a Mulher Mais Corajosa do Apodi/RN?

20) Quem foi a primeira Vaqueira (Mulher) do Apodi/RN?

21) Quem foi a primeira Mulher Bibliotecária do Apodi/RN?

22) Quais foram às primeiras mulheres a participar do Grupo de Teatro Florescer?

23) Quais foram as mulheres que mais se destacaram no passado?


NOTA: Vamos ajudar o escritor Wendel Cristiano em suas pesquisas, caso saiba dalguma informação que possa colabora, deixe comentário nessa postagem. 
Sua colaboração é de fundamental importância. 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

E a maioridade? - José de Paiva Rebouças

Eu vi, tenho certeza que vi alguns professores enfurecidos defendendo a redução da maioridade penal. Eu sei que este tema já encheu, a mim também, mas essa questão e esse comportamento, vez ou outra, voltam a me atormentar.

Se uma de suas filhas fosse vítima, alguns me perguntam, e eu respondo: e se o criminoso for seu filho?

Não quero aqui discutir verdades ignorantes. Não sei como reagiria com um moleque que me assaltasse na rua ou ferisse alguém meu. Mas não estamos falando de instinto, de reação ou mesmo de justiça.

Queria saber o que fazer, por exemplo, com a menina de 12 anos que furtou o celular de uma professora. Devo pensar que a lei precisa se estender a ela também?

Eu sei, eu sei, o bandido depois de formado para dar marcha à ré é complicado, mas há de existir uma maneira de cuidar disso. Alguém no mundo deve estar conseguindo, não?

O professor é que tem levado mais pancada, concordo, e até me solidarizo com ele, como também com aqueles que tiveram vítimas em casa, vítimas de verdade. Mas daí achar que posso apoiar a lei apenas por emoção, não sei se me parecesse justo.

Eu também estou com medo e revoltado, não pense o contrário, mas pense um pouco. Pare um instante e pense se ao seu redor não tem nenhum jovem, parente ou não, capaz de cometer qualquer erro, por menor que seja.

Não estou falando de latrocínio, assassinato, briga de gangues. Pode ser uma batida de carro, uma briga na escola, porte de um entorpecente, um passo de rebeldia. Por que ele terá de ser punido dentro de um presídio com 16, 17 anos?

Não sei, posso me arrepender, mas acredito que há outro jeito. Deve haver.

José de Paiva Rebouças – Jornalista

domingo, 2 de agosto de 2015

Opinião



Projeto do Sítio Córrego finaliza primeira etapa e está apto a receber segunda parte de recurso


Em 2013, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) conquistou o prêmio Santander Universidade Solidária, com o projeto de extensão "O Uso da Tecnologia da Extração a Vapor para Produção de Sucos das frutas produzidas no Sertão do Apodi, coordenador pelo professor Vinicius Claudino de Sá, da Faculdade de Ciências Econômicas.

O projeto beneficia diretamente a comunidade de Córrego do Apodi, localidade onde foi desenvolvida a ação de extensão, que é formada por cerca de 300 famílias que vivem da produção da castanha. Através do projeto, a comunidade agora aproveita também o fruto do caju, que antes era desperdiçado, para a produção de doces e sucos, além de outras frutas nativas, como acerola, goiaba, manga e cajarana, disponíveis geralmente nos quintais de suas casas. “ Nós percebemos que os produtores não aproveitam bem as frutas”, identificou o professor Vinícius, propondo a utilização de um utensílio semelhante a uma cuscuzeira para extração do suco a vapor.

Em dois anos, o projeto ganhou outra dimensão. No início o objetivo era de produção de suco, atualmente o objetivo é o aproveitamento das frutas, por completo. No caso do caju, a castanha continua sendo utilizada como antes. Da polpa é extraído o suco, e com a massa que fica no utensílio, se faz o doce. Outras frutas ainda deixam a casca e as sementes, que estão sendo estudadas para a produção de ração e adubo”, afirmou.

Nesta segunda-feira (27), o vice-reitor da UERN, Prof. Aldo Gondim visitou a unidade de produção de suco, acompanhado do assessor de obras da Universidade, Osmídio Dantas e o coordenador do projeto, Prof. Vinícius Sá, para receber a reforma da unidade. “A equipe de engenharia da UERN elaborou o projeto, organizou uma proposta e hoje recebe essa proposta efetuada. Agora vamos qualificar o produto e preparar para o mercado, e para isso precisamos ter a fábrica no padrão que o Ministério da Agricultura exige, por isso foi necessária a reforma. Hoje, essa estrutura atende as necessidades do ministério e faltam poucos detalhes para solicitar o registro e comercializar com todos os requisitos necessários. Esperamos ter uma unidade modelo de produção, que seja sustentável, na perspectiva de aumentar a renda da comunidade. ”, explicou o professor Vinícius Sá.

Recurso – O Prêmio Santander Universidade Solidária garante ao projeto o recurso de R$ 100, divididos em duas etapas: R$ 50 mil no primeiro ano e R$ 50 mil no segundo ano. Com a consolidação da primeira etapa, o projeto está apto a receber o restante do recurso, que será direcionado para o aperfeiçoamento da produção, para que ao final do projeto, esses produtos possam influenciar diretamente na renda das famílias envolvidas. 
Em 2014, os produtos foram expostos na Expofruit, e serão expostos ao público em geral em agosto, na Feira do Bode, em Mossoró.

Fonte: Site da UERN