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domingo, 29 de março de 2015

Novas considerações sobre o assalto a Apodi(1927)


Razões do cerco – Júlio Porto e as três cartas – Zé Cardoso e Mundoca Macedo – Ipueiras, a "Eldorado" das tramas.

Na madrugada de 10 de maio de 1927 a cidade de Apodi, no Rio Grande do Norte era invadida por bandoleiros comandados por Massilon Leite. Era político o intento, e na tramoia, orquestrando-a, o mandão provisionado de Missão Velha. Relatos dos cangaceiros Mormaço e Bronzeado evidenciam o planejamento e o suporte dado ao grupo por Izaias Arruda de Figueiredo (Veja-se: Correio do Povo, Mossoró, 31 de julho de 1927 e O Nordeste, Mossoró, 13 de agosto de 1927).
De certo, não seria sem motivo a sua participação, e assim o foi, atendendo ao pedido de Décio Holanda, reputado fazendeiro em Pereiro, Ceará, que se deu a conspirata. Holanda era genro de Tylon Gurgel, homem destacado na região Apodiense, agropecuarista em Pedra da Abelha, nas proximidades de Apodi. Diz-se na literatura, em concórdia de autores, sobre o comportamento atribulado de Décio Holanda. Era homem de hábitos e valores nada louváveis. Para Romero (2010), um cultivador de ódio em grau exponencial, alguém que não conseguia perdoar desafetos ou pessoas que o desagradassem. Também enfatiza e sumariza Sérgio Dantas (2005, p. 38) sobre Décio Holanda:

“Os mandões de Apodi sofriam com ruidosos ataques pessoais protagonizados por Décio e sempre que possível iam à forra. Por questões de nonada ou por uso de termo ou palavra mais contundente, o “intruso” era perseguido e sofria pesadas sanções. Em pouco, brotou profunda inimizade entre Holanda e Francisco Ferreira Pinto, Presidente da Intendência Municipal. Envolveram-se em avultada contenda política. Acirraram-se em busca de prestígio, poder, domínio. Perseguições diárias e vinditas intermináveis, invariavelmente eivadas de rancor. Décio tornou-se vítima preferencial de ataques protagonizados pelo sistema político-partidário vigente e em muito pouco perdeu espaço na comuna. Aniquilou-se. Experimentou – com pesar – forçado ostracismo. Restou-lhe, portanto, esquálido projeto de vingança. E não muito hesitou”.

Entretanto, com pormenores, historiemos por versão que salienta a crucial participação no intento do bandido Júlio Porto (Júlio Santana de Melo), figura asquerosa, segundo Marcos Pinto (2013), que por ter a proteção do seu mentor Martiniano Porto, passou a ser conhecido por este nome. 
Enfaticamente, afirma Júlio Porto que o assalto a Apodi foi feito por ordem de José Cardoso, de comum acordo com Izaias Arruda (Veja-se: O Ceará, 27 de julho de 1928, p. 2).
Nascido em 1903, Júlio era natural da Serra do Pereiro e foi casado com Avelina Sobreira. Depois de haver trabalhado alguns anos em Mossoró, como chofer, voltou à Serra do Pereiro, como empregado de Décio Holanda. Após algum tempo mudou-se para a casa de Tilon Gurgel, sogro de Décio e residente em Pedra da Abelha, Apodi, no Rio Grande do Norte. Estava satisfeito em companhia de Tilon Gurgel, quando, em certo dia, recebeu carta de Décio, chamando-o à sua casa.
Atendendo ao convite, na casa de Décio, recebera de suas mãos três cartas que, mal sabendo, em muito alterariam a vida de sertanejos do Apodi. Seriam para Massilon Leite, José Cardoso e José Gonçalves, os dois últimos residentes em Aurora, município cearense. A empreita seria levá-las aos seus destinos.
Desincumbindo-se da aludida missão, Júlio Porto foi a Aurora. Chegando a Ipueiras, entregou a carta a Zé Cardoso, e junto, trezentos e cinquenta mil réis. Júlio afirma ter ouvido do mesmo que esperasse pela resposta. Durante a estada, três dias após ter chegado, notou vários bornais sendo levados à casa do jagunço de Ipueiras. 

Decorridos mais dois dias, Massilon Leite, que a esta altura já se achava em Ipueiras e com a carta que lhe havia sido endereçada em mãos, convidou-o a ir ao Angico, morada de Mundoca Macedo, situado também em Aurora. Tratava-se de Raimundo Antônio de Macedo, filho primogênito da famanaz Marica Macedo do Tipi, apontado já, em passagens diversas, como protetor de Lampião, quando de suas temporadas com a cabroeira pela zona Sul-cearense. 
Acompanhando Massilon ao Angico, Júlio Porto presenciou ali longa conversa entre aquele e Mundoca Macedo, eram detalhes sobre a trama de Apodi . De regresso a Aurora, Massilon parou em caminho no meio da noite e contou a Júlio que as cartas de que fora portador continham a combinação de um assalto armado a Apodi, e que Júlio, de acordo com as determinações de Décio Holanda, faria parte do grupo assaltante. Quis protestar contra isso, mas ouviu de Massilon uma tremenda ameaça, que o fez calar.
Desta maneira organizou-se o ataque a Apodi, que se efetuou da maneira terrífica (veja-se O Ceará, 26 de julho de 1928, p. 1-2). 

Depois do assalto, tendo regressado a Aurora, Júlio Porto retorna à casa de Mundoca Macedo, a quem vendeu por 95$000 um rifle e 50 balas que lhe haviam dado para a empreitada. Efetuada a venda, retirou-se para Juazeiro do Padre Cícero, onde viria a matrimoniar-se ainda em 1927 com Adelina Sobreira. Lançando mão de algum dinheiro que a esposa possuía, montou carpintaria nas proximidades da atual Rua do Cruzeiro, onde trabalhou, até ir preso.
As informações prestadas por Júlio Porto sobre o famigerado ataque a Apodi apresentam-se mais substanciais do que as dos cangaceiros Rouxinol e Lua Branca, fornecidas em depoimentos à polícia cearense após prisão, principalmente por se achar aquele, no par de minudências anteriores ao episódio cruento na localidade potiguar.

Observe-se o que consta em O Ceará (26 de julho de 1928, p. 1), onde Rouxinol, em entrevista na prisão de Fortaleza, explicita versão análoga à acima citada. 
Com apenas 20 anos de idade, pele morena, franzino, cabelos quase pretos, olhos castanhos, não sendo mal encarado, nascido em Lavras da Mangabeira, era filho de Joaquim Vicente de Paula, carpinteiro naquela cidade. Viveu em sua terra natal, onde era bem quisto, até o ano de 1926, quando resolveu abandonar o lugar em busca de emprego. Dirigiu-se a Missão Velha por saber que ali estavam sendo feitos serviços ferroviários, havendo, portanto, possibilidade de se empregar.
Naquela via, conseguiu colocar-se na estrada de ferro, onde esteve trabalhando durante quatro ou cinco meses, dando, afinal, despedido, em virtude da conclusão dos trabalhos ferroviários. Partiu dali para Aurora, para tentar a vida, conseguindo, depois de algum tempo, uma colocação no sítio Ipueiras, de propriedade de Izaias Arruda, emprego que lhe foi arranjado por José Cardoso.

Durante muito tempo trabalhou como jornaleiro, no sítio Ipueiras, sob as ordens de José Cardoso. Certa feita chamou-lhe Zé Cardoso, perguntando-lhe se queria fazer uma viagem, adiantando-lhe se tratar de bom negócio. Aceitando o convite e sem saber a que se prendia a viagem, notou que Zé Cardoso fizera intimação idêntica a outros homens, sendo, enfim, marcada a data da viagem. Nas vésperas, Cardoso reuniu o grupo e informou sobre os fins daquele curso: Havia recebido de Décio Holanda o pedido para reunir alguns homens e atacar a cidade de Apodi, no Rio Grande do Norte, e tratando-se de um amigo a quem não podia faltar, conseguira os homens, a quem forneia armas e munições, e, além disso, dava a garantia de que a polícia não os perseguiria por isso.
continua...

Trecho de capítulo de livro em elaboração
João Tavares Calixto Júnior - Blog do Lavras

sábado, 28 de março de 2015

1ª Feijoada beneficente da ARD



No dia do teatro, a ARD lançou campanhas beneficentes para revitalizar o templo do teatro apodiense, o auditoria da Casa de Cultura Popular - Palácio Soledade. Contribua. Seja um amigo da ARD - Associação Raimunda Dantas. Seja um amante da cultura apodiense.

Campanhas:

1ª. Lançamos hoje, a Feijoada Beneficente da Associação-ARD. Em breve... Na Casa de Cultura de Apodi, faça parte desta campanha e ajude-nos a reformar o templo da cultura apodiense.

2ª. Compre um livro e seja mais um amigo da Associação-ARD. Tivemos cinquenta exemplares doados pela escritora apodiense, Vilmaci Viana (Dona Vivi) de seu livro, recentemente lançado em Apodi - As Canções da Lagoa Dourada - para revendermos e este dinheiro ser revertido nas obras de reforma do templo do teatro e cultura apodiense auditoria da Casa de Cultura de Apodi.

As senhas da Feijoada Beneficente, assim como os livros - As Canções da Lagoa Dourada de Vilmaci Viana - estão sendo vendidos na Casa de Cultura Popular. Adquira já sua senha e seu exemplar e ajudemos há fazer historia. Por uma cultura viva e participativa.

Parabéns a todos os atores e atrizes de Apodi, em especial os que compõe a Cia. Teatral Casarão pelo dia internacional do circo e teatro. Juntos iremos revitalizar todos os mecanismos de apoio a cultura, tonando Apodi, mais rica e fértil de manifestos culturais. Evoé!

OBS: A data da feijoada ainda será divulgada.

sábado, 21 de março de 2015

Convite: Lançamento do livro "As Canções da Lagoa Dourada" de Vilmaci Viana


A escritora Vilmaci Viana, convida toda a sociedade apodiense para o lançamento de seu livro AS CANÇÕES DA LAGOA DOURADA no dia 22 de março de 2015, às 20 hs na Casa de Cultura Popular - Palácio Soledade, situada à praça Francisco Pinto, próximo à Prefeitura Municipal de Apodi. 

Sinta-se convidado para este emblemático evento para a cultura apodiense. 

Homem continua à procura de parentes no município de Apodi -RN

Por Lívia Castro - via facebook 

ATUALIZANDO INFORMAÇÕES A RESPEITO DO CASO SR. GENARO.
ATENÇÃO!!

Ontem (18-03-2015) estive com o Sr. Genaro na gravação do Balanço Geral (Goiás), e ele me disse que houve muitas ligações, muitas pessoas afirmando serem parentes dele, só que não encontraram nada que pudesse comprovar isso, então eu peguei o máximo de informações possíveis para que possamos filtrar e chegar realmente em seus parentes, não podemos frustar ele nessa altura do campeonato, todos temos sonhos e conhecer a sua família paterna é o dele e tenho certeza que muitas pessoas assim como eu fará o possível para que isso aconteça o mais breve possível.
ABAIXO SEGUE A SUA HISTORIA.

O pai do SR. GENARO BENTO DE FREITAS, o BENTO CARNEIRO DE FREITAS, natural de APODI-RN, conheceu a MARIA JOSE DE FREITAS (MÃE DO SR. GENARO), em RECIFE-PE.
Os dois seguiram para NATAL-RN onde se casaram, de lá foram para APODI-RN para que MARIA JOSE DE FREITAS pudesse conhecer a família de seu marido, passaram um tempo lá, mas um desentendimento familiar fez com que BENTO E MARIA JOSE (pai e mãe do Sr. Genaro) fossem embora da cidade, e então eles seguiram para NOVA IGUAÇU-RJ onde o SR. GENARO único filho do casal nasceu, como naquele tempo não existia os meios de comunicações que temos hoje eles acabaram perdendo o contato, o BENTO CARNEIRO DE FREITAS faleceu quando o Sr. Genaro tinha 5 anos, e o Sr. Genaro cresceu sem o carinho de seu pai e familiares paternos, o que lhe fez muita falta, e por isso passou a vida sonhando em conhecer a sua família paterna, o que ele sabe da família paterna é apenas o que a mãe se lembra.

O avô do SR GENARO, de acordo com alguns documentos tinha dois registros, um como PEDRO CARNEIRO DE FREITAS que é o que consta na certidão de óbito de seu pai, e BENTO CARNEIRO DE FREITAS que é o que constava nos documentos de seu pai, que também se chamava BENTO CARNEIRO DE FREITAS, sua avó se chamava LUZIA BARRA DE OLIVEIRA, o BENTO CARNEIRO DE FREITAS pai do SR. GENARO era o mais novo de 5 irmãos.
Os irmãos do pai do SR. GENARO são:
FRANCISCO CARNEIRO DE FREITAS
RAIMUNDO CARNEIRO DE FREITAS
LUIZA (NÃO SABE CONFIRMAR SOBRENOME)
MARIA DE LOURDES (NÃO SABE CONFIRMAR SOBRENOME)
A ultima informação que a família teve antes de o pai do SR GENARO falecer, é que o PEDRO/BENTO CARNEIRO DE FREITAS avô do SR. GENARO havia morrido afogado em um lago de APODI-RN terra natal da família.
Então só para confirmar:
GENARO BENTO DE FREITAS
FILIAÇÃO - BENTO CARNEIRO DE FREITAS
MARIA JOSE DE FREITAS
AVÓS - PEDRO/BENTO CARNEIRO DE FREITAS
LUZIA BARRA DE OLIVEIRA
TIOS - FRANCISCO CARNEIRO DE FREITAS
RAIMUNDO CARNEIRO DE FREITAS
LUIZA

MARIA DE LOURDES

Então se vocês conhecem ou parentes de algumas dessas pessoas favor entrar em contato, comigo ou diretamente com o Sr. Genaro.
Dia 20 de abril agora Sr. Genaro fará 60 anos, e ele tem esperança de comemorar essa data com seus parentes, então vamos ajuda-lo galera.
Conto novamente com vocês e desde já agradeço.

Wendel Cristiano - escritor


WENDELL CRISTIANO DA COSTA MORAIS é filho de Francisco de Assis Morais e Antônia Cleide da Costa Morais, e tem apenas uma irmã, Nathacia Valéria da Costa Morais. Nasceu na Maternidade Claudina Pinto situada na cidade de APODI–RN, no dia 27/12/1981 em um dia de Domingo às 19h30min da noite, o doutor Gilberto fazia o parto normal. É solteiro, reside na Rua: Joana Ester Soares, n° 144. Centro de Apodi-RN. Tem 03 tios paternos, 09 tios maternos, 08 primos paternos, 20 primos maternos. 

Concluiu o ensino infantil na Escola Estadual Ferreira Pinto no ano de 1993, o ensino fundamental no Colégio Estadual Professor Gerson Lopes no ano de 1997, e o ensino médio na Escola Estadual Professor Antônio Dantas no ano de 2000, ambos no município de Apodi-RN. 
Wendell Morais ingressou na universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) no dia 07/10/2009 e foi diplomado em Letras com Licenciatura em Espanhol no dia 26/10/2013 em sua terra natal (no clube da AABB- Associação Atlética Banco do Brasil de Apodi-RN).
O Escritor começou sua carreira compondo Música Gospel, logo aos 17 anos de idade no dia 07/07/1997 compôs o Corinho “A Alegria É Um Fruto Do Espírito”, que foi gravada em 2009 pelo cantor apodiense Israel de Sousa, o compositor Wendell conta em seu hinário peculiar com 500 letras de hinos evangélicos. Doravante, começou a escrever poesias diversas e livros voltados para o amor entre homem e mulher, 
Em consequência disso, na casa dos meus preciosos 22 anos de idade, no dia 12/12/2004 lançou seu primeiro livro com o título: NAMORO É COISA SÉRIA. No ano seguinte, já na casa dos seus valiosos 23 anos de idade, no dia 08/08/2005 lançou seu segundo livro com o título: O QUE VALE É O AMOR. 
Participemos com um Poema “O AMOR FAZ NASCER O IMPOSSÍVEL...”. No dia 25/06/2011 do lançamento do livro que tem o seguinte título: Cruzada da Literatura e do Livro. Antologia de Escritores de Apodi-RN. Atualmente tem sete (07) projetos de livros para serem publicados.

Ainda convém recordar, pela graça e misericórdia de Deus, é evangélico desde a sua puerícia, sendo assim,  batizou-se com  doze anos (12 anos) de idade no dia 09/04/1994 no município de Mossoró, na Igreja Adventista do Sétimo Dia. 
Portanto, rende sia gratidão ao Salvador Jesus Cristo, concomitante fazendo petição para que abençoe seu próximo sonho literário, que inclusive o livro já tem título definido: “AMOR DE MÃE É DIVINO” escrito no ápice dos seus preciosos 30 anos de vida. Que tudo seja para honra e glória de Jesus, visto que, tudo é do nosso Pai celestial, é dele todas as vitórias e conquistas alcançadas em nossa vida.

domingo, 8 de março de 2015

Parabéns para Dona Mocinha


"Mãe amada, se eu falasse da minha admiração e do meu respeito, muitos não acreditariam, da tua geração, igual não existe mais, dedicou tua vida a nossa família, perdeu seu esposo, mas continuou sendo a esposa fiel a ele, se manteve no seu lar com sempre fez, dando exemplos de honestidade, de mãe e avó, sogra, irmã, amiga. 

Quero que minhas orações cheguem até o Pai Todo Poderoso, quero pedir a ele que abra janelas e portas do céu e derrame em sua direção, saúde, paz, amor e muitos anos de vida.
Quero sentir no seu olhar de mãe, toda a força que teus filhos precisam para vencer os obstáculos do caminho, quero segurar em suas mãos e encontrar  todo amor que precisamos.
Parabéns mãe, estou muito feliz pela senhora ter conquistado mais um ano. Feliz aniversário"

Fátima Marinho 

Mulheres - Saúde Paiva

Mulheres...
De tantas raças, De tantos credos,
De tantos amores, de tantos dissabores.
De tantas vitórias, com tantas histórias
De tantas conquistas, nem sempre benquistas.
Mulheres...
Que lutam, que sonham, que sofrem, que cuidam,
Que riem, que amam, que calam, que falam
Que trazem na face a marca da dor.
Carregam no peito a beleza do amor.
Mulheres...
Esposas guerreiras, amantes fieis.
Profissionais competentes na empresa ou na feira.
Que driblam a dor, sofrem violência,
Mas ainda revelam um olhar de inocência,
Mulheres...
Com coragem, reagem
No amor e na dor
De cara limpa ou com maquiagem
São puro esplendor.


08/03/2015.
Saúde Paiva