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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Fim de sonho - Aluísio Barros

Uma voz rouca e maquinalmente
l.e.n.t.a
soa
um copo cai
despedaça-se
e um caco vermelho escorre
na porta do bar
por entre álcool ratos giz
bolas de bilhar
o corpo caía
encerra-se a noite no bar.

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