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quinta-feira, 10 de abril de 2014

A eternidade efêmera da paixão - Aluísio Barros

O sol haverá de morrer
todos os infinitos dias
que hão de...
e junto com a eternidade
do sol
haverei de guardar a chama
de paixão que me devora
e ela adormecerá
junto com outras chamas.
vez por outra as chamas
haverão de queimar-me: uma
após
uma
de cada
vez
o papel da paixão é renascer
cada vez que os olhos
brincarem com outros olhos.

"Anjo Torto"
Aluísio Barros de Oliveira 

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