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segunda-feira, 6 de julho de 2020

COOPAPI realiza oficina de rastreabilidade do mel de abelha






Com seu entreposto de mel registrado com Selo de Inspeção Federal -SIF e já com os primeiros passos de rastreabilidade implantados, a COOPAPI realizou nesses dias no Distrito de Córrego, a primeira oficina sobre o processo de rastreabilidade do mel que poderá ser recebido no entreposto. 

A oficina abordou assuntos como: O cadastro oficial dos apicultores e de suas casas de mel com possibilidades de registro no IDIARN e principalmente a rastreabilidade apícola e boas práticas de fabricação-BPF nas casa de coletas do mel. A oficina contou com a presença do responsável técnico veterinário Polastry Diógenes que também reforçou a importância da rastreabilidade do mel que será comercializado via entreposto, e nesse primeiro momento participaram ainda os apicultores Antonio Zenon de Oliveira, José Adeilson Kelli de Oliveira e Mikeias de Oliveira. 

Devido a pandemia do COVID19 foi necessário tomar algumas precauções e garantir a saúde dos envolvidos. O Presidente da Cooperativa o Sr Reginaldo Câmara frisou: "a proposta da COOPAPI é fazer essas oficinas por módulos para os apicultores e/ou filhos de apicultores em grupos de pelo menos quatro pessoas, que tem acesso a informática para posteriormente repassarem as informações aos demais apicultores", e Concluiu: "precisamos realizar oficinas como essa em todas as regiões que a cooperativa possui cooperado, pois só iremos comprar e receber no entreposto mel com qualidade sanitária e rastreado, e para garantirmos isso temos que qualificar Apicultores em Boas práticas e registrar as casa de mel com capacidade de serem registradas no IDIARN". 

Para Thiago Azevedo, engenheiro agrônomo e Dr em Fitotecnia, ter ferramentas para contar a história de um produto desde sua produção até chegar ao destino é um diferencial para empresas que pretendem ganhar mercado e atender a legislação. O mesmo Frisou: "tornar um produto rastreável traz grandes oportunidades de a empresa guardar seus dados do início até o destino, e somente pelo processo de rastreabilidade isso será garantido".

A oficina foi encerrada com uma visita técnica a casa de mel dos apicultores do Sitio Retiro para constatação da situação da mesma.

Matéria copiada do Blog da COOPAPI

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