Pesquisar neste blog

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Quando chove - Paulo Filho Dantas

“Está covendo
E mais uma vez
Não vi o meu amor
A saudade vai batendo
Controlo minha maluqueis
Pois voltarei a vê-la
Seja como for

As horas se passam
Vou me controlando
A noite desaba em mim
Procuro mim conter,
Nada tenho a perder
Sei que mesmo esperando
Sigo hoje triste assim

Sinto tua voz me chamar
O coração bater a disparar
Me encontro numa situação
Triste sem nada me alegrar
Você é a cura certa
Para deixar em paz meu coração

Saio sem esperança
Pelas ruas sem destino
Choro feito criança
Não sinto-me homem
E sim menino

A estrada parece infinita
A luz dos teus olhos ilumina
O coração meu, menina,
Fazendo de minha vida
Sempre mais bonita

Mas onde está você agora?
Onde te encontrarei?
Por que a demora?
Se toda a minha vida eu te dei?
Onde andas tu esta hora?

Mas nunca vou desistir,
Nunca mais vai fugir
Por favor, meu coração implora
Essa chuva parece não ter fim
Tento adormecer assim,
Tomara que á noite não chova
Pede um coração que chora’’.

"Caminhos do Meu Ser"
Paulo Dantas Magno Filho

Nenhum comentário: