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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Débil, eu sou - Paulo Filho Dantas

“Esqueci no tempo uma vida
Sonhada por muitos aos suspiros,
Alcançada por muitos aos pórfiros,
Escondida na inconsistência retida

Páginas de um livro bem antigo
Rabiscadas por alguém passado
Que também amou, e machucado
Lançou ao mar, seu amigo

Ninguém sabe o que se sente
Agora aquele coração carente
Buscará um novo e quente amor

Que lhe proporcione felicidade
Que esse corpo em debilidade
Surra-se em constante dor’’.

Do livro Caminhos do Meu Ser

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