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terça-feira, 4 de junho de 2013

Soneto do passado - Paulo Filho Dantas

“Tempos em que eu amava
Sem preocupações fúteis,
Meu templo onde adorava
Ídolo, paixão e vícios inúteis

Mas havia alguma coisa escondida
Por trás daquela janela
Desconfiosa, colossa, pervertida
Talvez romântica, quiçá ela

Agora onde andará?
Quem sabe distanciará
O olhar perdido recusado

Quero como quero agora
Encontrar minha vida, senhora
Para reviver somente o passado’’.

Copiado do: Caminhos do Meu Ser

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