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sexta-feira, 14 de junho de 2013

O verdadeiro amigo - Paulo Filho Dantas

“Sigo minha estrela cigana
Que me leva uma profunda noite
Só de escuridão e pesares

Esse mundo de homens e de mulheres
Que assim fazem e são
É o mesmo a castigá-la

Jovenzinha bela sem saber
Já corrompida é vista como sendo
Mero objeto realizador de desejos

Porque o desejo não morre sozinho
Pois transformar-se num vicio exótico
Sonhando por lunáticos ímpares

Você pensa ser e tudo aquilo
Necessitado em vida temporal mundana
Mas na verdade és o ser mais carente

Sem norte, sem sul e segues
Para onde irdes? A estrada é tão longa
E o queres é tão difícil

Tortuosos caminhos, selvas e desertos
Espinhos que penetram e lhes tira sangue
Coragem, você pode muito mais

A quem interessa nossos esforços
Senão a nós mesmos? Tente outra vez
Não se desespere, vou contigo’’.

Copiado do: Caminhos do Meu Ser

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