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sábado, 8 de junho de 2013

Naturalidade plena - Paulo Filho Dantas

“A lâmina que fere
É a mesma que corta,
Por mais que impere
Tua natureza semi-morta

Nos dias da aflição
Que rebentam as melodias
Harmoniosa em dispersão
Concêntrica, pão de alegorias

Que o mundo se refaça
Em ciclo que amordaça
Um verdadeiro sentido

Que a naturalidade plena
Consiga tocar pura, serena
O inigualável nele contido’’.

Copiado do: Caminhos do Meu Ser

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