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sábado, 2 de maio de 2015

Francisco Ferreira Pinto - Por Marcos Pinto


Francisco Ferreira Pinto foi covardemente assassinado pelo bandido Roldão Frutuoso de Oliveira, vulgo Roldão Maia, natural do Itaú-RN, contratado para a nefanda empreitada pelos truculentos Luiz Leite e Tilon Gurgel. A profunda inveja que estes demonstravam em relação ao carismático líder político apodiense, levou-os a pagarem a mão mercenária. 

Como o partido popular teve vitória em Apodi na eleição de 1933, Chico Pinto fora sondado pelos líderes José augusto e Juvenal Lamartine sobre a possibilidade de ele ser eleito governador, no caso do partido popular eleger a maior bancada na assembleia legislativa, no pleito de 1934. Como o partido popular  elegeu 14 deputados estaduais e a aliança liberal só elegeu 11 deputados, coube a maior bancada eleger o governador para evitar a eleição certa de Chico Pinto ao governo.

 Luiz  Leite e Tilon Gurgel resolveram mandar assassiná-lo, o  que aconteceu à 21:30 hs do dia 02 de maio de 1934. Esse lamentável fato levou os líderes estaduais José Augusto e Juvenal Lamartine à convocarem, de imediato, o então deputado federal Rafael Fernandes, que se encontrava no RJ, para ser eleito pela assembleia via deputados do partido popular, governador do RN. Apodi perdia assim, pela inveja de Luiz Leite e Tilon Gurgel, a oportunidade de ver um filho da terra assumir o governo do estado

Copiado do:  Portal Oeste News
Por Marcos Pinto - Historiador apodiense

Um comentário:

Marcos pinto disse...

Na noite de 2 de maio de l934 era assassinado em sua residência, no municipio de Apodí(RN) o “cel.”Francisco Pinto, chefe do Partido Popular no munícipio. Esse episódio terá ampla repercussão tanto na imprensa local , com especial destaque ao jornal “a Razão”, como na imprensa nacional e deu início ao clima de conflitos que caracterizaria toda a campanha para as eleições marcadas para o dia 14 de outubro. O Jornal “a Razão” inicia uma violenta campanha contra o Interventor, sugerindo, através de diversos editoriais, a conivência de Mário Câmara com o crime de Apodí, acusando o prefeito da cidade, seu aliado, de mentor intelectual do crime. O Interventor se defende através do jornal oficial “a República”, acusando a oposição de usar o crime com fins “político-eleitoreiro” e prometendo a instauração de um rigoroso inquérito para a apuração dos fatos.